A cúpula da CPI da Covid, no Senado, enviou uma carta ao presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (8), na qual cobra do chefe do exectuvo que confirme ou desminta as declarações feitas pelos irmãos Miranda sobre o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR).
Durante sua tradicional live desta quinta-feira, o presidente respondeu disse que não iria responder o documento enviado pelos membros do colegiado. “Fizeram uma festa lá embaixo para eu responder pergunta à CPI. Você sabe qual a minha resposta, pessoal? Caguei. Caguei para CPI. Não vou responder nada. É uma CPI de 7 pessoas, agora passaram para 6, que não estão preocupados com a verdade””, disse o presidente.
“Caguei, caguei pra CPI. Não vou responder nada! Não estão preocupados com a verdade. O que a CPI produziu de bem pro Brasil?
Na carta, assinada por Aziz, por Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, e pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL), os três dizem ao presidente:
“Somente Vossa Excelência pode retirar o peso terrível desta suspeição tão grave dos ombros deste experimentado político, o Deputado Ricardo Barros, o qual serve seu governo numa função proeminente.”
Durante audiência pública presidida pelo deputado Hildo Rocha, na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, que teve como convidado o ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, o parlamentar solicitou recursos para o Projeto de Irrigação Tabuleiros do São Bernardo, instalado no município de Magalhães de Almeida e questionou a execução do Programa Habitacional Casa Verde e Amarela.
Hildo Rocha destacou que, apesar de trabalhar com poucos recursos financeiros, Rogério Marinho tem realizado bom trabalho. O parlamentar ressaltou que a escassez de recursos impede que o Ministro realize um trabalho ainda melhor, no setor da Habitação popular.
“Houve um tempo em que havia mais recursos para investimentos nesse setor. Mas, Vossa Excelência é competente, experiente e trabalhador. Além disso montou uma equipe muito boa nos setores da habitação, do desenvolvimento rural e do saneamento. Dessa forma, Vossa Excelência tem alcançado bons resultados”, enfatizou Hildo Rocha.
Programa Casa Verde e Amarela
Presidente da Frente Parlamentar de Apoio à Habitação Popular, Hildo Rocha lamentou que os recursos previstos para investimentos no Programa Casa Verde e Amarela, na LOA deste ano, parte tenha sido vetado e outra contingenciada.
“O Orçamento deste ano prevê apenas duas prioridades: Programa Casa Verde e Amarela e a primeira infância. O texto originário do executivo priorizava apenas a primeira infância. Porém, nós conseguimos incluir e aprovamos, na Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO de 2021), o Programa Casa Verde e Amarela como prioridade para o ano de 2021. Mas, infelizmente, por orientação do Ministro da Economia, o presidente vetou justamente os recursos da habitação popular”, sublinhou o deputado.
Obras residenciais paralisadas e com problemas crônicos
Hildo Rocha enfatizou que a consequência dos cortes orçamentários promovidos por orientação do Ministério da Economia está demonstrada pela grande quantidade de obras paralisadas.
“No Maranhão existem casos emblemáticos, problemas crônicos, como o Residencial Canto da Serra, na cidade de Imperatriz, conjunto de três mil casas que foram construídas em local inadequado. Para se corrigir os erros de engenharia e de planejamento, já se gastou mais em obras de drenagem do que propriamente com a construção das casas”, citou Hildo Rocha.
Problemas que se arrastam há muito tempo
O parlamentar ressalvou que os problemas mais graves existentes no setor Habitacional são antigos. “A gente sabe que grande parte dos problemas foram originados em governos anteriores e se arrastam há muitos anos, não são do atual governo. Mas, é alentador saber que Vossa Excelência faz um trabalho para corrigir tais problemas. Então, eu pergunto: quando é que realmente o Programa Casa Verde e Amarela irá deslanchar, na sua plenitude, principalmente o faixa 1, urbano, assim como habitação rural, que são os programas voltados para aqueles que mais precisam?”
Tabuleiros de São Bernardo
O deputado Hildo Rocha colocou em discussão questões referentes ao Tabuleiros do São Bernardo e solicitou investimentos no projeto que foi idealizado para ser a maior área de produção agrícola irrigada do Maranhão.
“Esse projeto, instalado na década de 80, deveria proporcionar irrigação para 25 mil hectares. Entretanto, o projeto nunca se viabilizou porque até hoje não fizeram as licitações dos lotes empresariais. É lamentável porque projetos desse tipo aumentam a riqueza, geram empregos, contribuem para a diminuição da pobreza, estimulam a distribuição das riquezas do nosso País”, afirmou Hildo Rocha.
Cemitério de obras inacabadas
Rogério Marinho detalhou os principais programas que o ministério coordena, nas áreas de habitação, segurança hídrica, saneamento básico, mobilidade urbana e defesa civil.
O Ministro concordou com as observações feitas pelo deputado Hildo Rocha e destacou que a principal diretriz da sua gestão, à frente do MDR, é concluir as obras inacabadas que foram iniciadas em governos passados.
De acordo com o Ministro, atualmente a pasta gerencia 27 mil contratos ativos distribuídos em aproximadamente 5 mil municípios, envolvendo recursos de R$ 173,6 bilhões.
“O Brasil é um cemitério de obras inacabadas. A nossa prioridade no Ministério, e o que a gente tem feito, é retomar obras inacabadas. Então, antes começarmos uma obra nova, na área da habitação, a gente prioriza a retomada das que estão paralisadas”, explicou Rogério Marinho.
Segura o braço juventude!
Olha ai o prefeito de Caxias, Fábio Gentil, anunciando agora que as pessoas com idade a partir de 22 anos, amanhã dia 09 de julho já vão poder vacinar contra a COVID-19.
#vacinacaxias
Os membros da CPI dos Combustíveis apresentam, nesta sexta-feira (9), os detalhes do relatório final das investigações realizadas para apurar supostas irregularidades nos reajustes de preços no Maranhão. O ato acontece no Plenarinho da Assembleia Legislativa, às 9h.
O relatório será votado por todos os membros e, em seguida, encaminhado aos órgãos competentes. Devem participar do ato o presidente da CPI, deputado Duarte Jr; o relator Roberto Costa, os deputados Wellington do Curso e Luiz Henrique Lula.
A apresentação do documento também será transmitida, ao vivo, pela TV Assembleia e pelo canal da emissora no YouTube.
A CPI começou em 15 de março deste ano, com prazo de 120 dias para apuração, tendo sido concluída no tempo previsto.
Também são membros titulares da CPI os deputados Ricardo Rios (PDT) e Zito Rolim (PDT). Já na condição de suplentes, foram nomeados os deputados Adelmo Soares (PCdoB), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Professor Marco Aurélio (PCdoB), Zé Inácio (PT), Fábio Braga (Solidariedade), Wendell Lages (PMN) e Fábio Macedo (Republicanos).
Na manhã desta quinta-feira (08), o presidente Jair Bolsonaro criticou o presidente da CPI da Covid, Omar Aziz, e, o relator da comissão, Renan Calheiros, por acusarem o governo federal de corrupção.
Bolsonaro disse que o escândalo de corrupção atriubído ao governo não faz sentido e que há uma série de instâncias de fiscalização que impediriam que os crimes foram cometidos.
“Só na cabeça de um cara que desvia do seu estado R$ 260 milhões, como o Omar Aziz desviou, é que pode falar isso aí”, afirmou o presidente.
“Só um cara que tem 17 inquéritos por corrupção e lavagem de dinheiro no Supremo, como Renan Calheiros, faz”, continuou.
Principal associação de reservistas, o Clube Militar do Rio de Janeiro embasou nesta quinta-feira (8) a nota da cúpula das Forças Armadas com ataques ao presidente da CPI da “pandemia”, senador corrupto Omar Aziz (PSD-AM), e classificou a comissão como “Circo Parlamentar de Indecência”.
“O Clube Militar acrescenta que a generalização citada pelo presidente do ‘Circo Parlamentar de Indecência’ se enquadra, perfeitamente, para a Instituição a qual ele pertence, onde seus integrantes, em sua grande maioria, não conseguem justificar a origem de seus patrimônios, cuja investigação é sempre bloqueada por uma Suprema Corte que envergonha o nosso Brasil”, diz o texto publicado juntamente com a nota das Forças Armadas no site da agremiação que já foi presidida pelo general Hamilton Mourão (PRTB), vice-presidente da República.
Pela manhã, Jair Bolsonaro (Sem partido) comentou a nota em que o Ministério da Defesa e a cúpula das Forças Armadas fazem contra o senador esquerdista e corrupto Omar Aziz.
“As Forças Armadas ao lado da Lei, da Ordem, da Democracia, do respeito ao povo brasileiro e da nossa Sagrada Liberdade. Boa noite a todos”, publicou Bolsonaro no Facebook, compartilhando um vídeo do Jornal da Record com a nota dos militares.
Enquanto o DPVAT cria fake news em seu Twitter. Querendo passar para seus cupinchas que faltam vacinas no Brasil, o povo sabe que o Ministério da Saúde já distribuiu quase 150 milhões de doses para os estados.
O Brasil registrou alcançou uma impressionante marca e bateu recorde no registro de vacinas em 24 horas. De ontem para hoje, foram 3.391.427 doses divulgadas, somando a primeira, a segunda e a dose única. Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h desta quarta-feira (7), foram 2.390.026 imunizantes aplicados na primeira dose, 613.387 na segunda e 388.014 na dose única.
O resultado foi impulsionado pelo Rio de Janeiro, que divulgou dados acumulados da vacinação no estado após 7 dias. De acordo com a secretaria de Saúde, o motivo de não ter divulgado foi por conta de uma atualização de sistema. Foram 1.353.389 primeiras doses divulgadas, 406.298 segundas doses e 70.038 doses únicas divulgadas hoje.
Os brasileiros que tomaram a segunda dose ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão imunizados somam 13,60%. São 28.796.690 de pessoas vacinadas — 27.295.665 da segunda dose e 1.501.025 da dose única, da Janssen.
A primeira dose foi aplicada em 80.864.685 pessoas, o que corresponde a 38,19% da população.
Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 109.661.375 doses aplicadas no total desde o começo da vacinação, em janeiro.
Somente Três estados ainda têm menos de 10% de sua população imunizada com as duas doses ou dose única de vacinas contra a Covid. São Mato Grosso, Rondônia e Amapá.
O vermífugo ivermectina reduz em 56% a mortalidade em casos moderados e graves da covid-19. É o que mostrou uma meta-análise (análise estatística de resultados de diferentes estudos individuais) publicada no Fórum Aberto de Doenças Infecciosas da Universidade de Oxford, na terça-feira 6. O levantamento utilizou 3,3 mil voluntários em seu escopo, em 24 ensaios clínicos randomizados (os pacientes são alocados para um dos dois grupos de forma aleatória), dos quais 11 apresentaram o resultado. As conclusões ainda carecem de revisões da comunidade científica.
Segundo a pesquisa, a utilização do medicamento possibilita a recuperação clínica favorável do paciente e reduz a hospitalização. Assinam o documento dez cientistas das seguintes instituições acadêmicas: Universidade de Liverpool, University Hospital of Wales, University College London Hospital, Chelsea and Westminster Hospital, Imperial College e University of Oxford. Atualmente, a OMS recomenda o uso de ivermectina apenas em ensaios clínicos. Este trabalho não é o mesmo anunciado pela Universidade de Oxford, no mês passado.
O cantor Erasmo Carlos, que recentemente completou 80 anos de vida, fez críticas com relação aos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. O músico classificou a comissão como “circo”.
“É um circo. É inacreditável, eu não sei como tem gente tão sem noção. Fico bestificado de ver tanta desinformação. A cada dia sou surpreendido por mais blablablá, isso me deixa muito triste”, disse ele.
O cantor também contou como ele sua mulher vem se cuidado no decorrer da crise sanitária.
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“Há um ano e quatro meses eu e minha mulher estamos dentro de casa. A gente não sai, não vai a lugar nenhum. Cumpri bem todas as regras. A gente foi se adaptando, sentindo falta de algumas coisas”, contou.
Ele também criticou políticos que supostamente estão envolvidos em esquemas de corrupção na pandemia.
“Fico bestificado com quem não é assim [honesto], essa gente corrupta que governa. Não admito alguém usar uma pandemia em proveito próprio”, disse.
Durante a CPI da pandemia, o senador Marcos Rogério mostrou como, em suas palavras, “as narrativas não param em pé”.
O senador lembrou a importância do respeito ao contraditório e afirmou que investigações não podem ser conduzidas com base em pré-julgamentos, sendo necessário investigar para apurar os fatos, avaliar as provas e só depois emitir um juízo.
Marcos Rogério afirmou: “a mesma CPI que há poucos dias criticava o que chamava de retardo nas tratativas de compras de vacinas agora questiona e pré-julga o fato de uma agenda rápida. No caso da carta da Pfizer, aqui condenaram quem recebeu e não deu importância. Agora, condenam quem recebeu uma notícia e agiu dentro das regras”.
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O parlamentar acrescentou: “O problema das narrativas é justamente este: elas não param de pé”. Marcos Rogério expôs: “é acusar por acusar, não importa a verdade. É isso que o Brasil está assistindo aqui hoje”.
O senador criticou a “escolha” de depoimentos que são tomados como verdade, sem checagem, enquanto outros depoentes são tratados como criminosos ainda que não haja indícios. Ele resumiu: “aqui, atribui-se pesos diferentes aos fatos”.
Marcos Rogério alfinetou Renan ao comentar sobre supostos desvios de dinheiro público em Alagoas: “O estado de Alagoas e outros pediram respiradores a vossa senhoria para colocar no lugar dos que foram ‘surrupiados’ pelas mãos da corrupção? Quantos foram entregues?”.
Após o depoente afirmar que quase 19 mil respiradores foram entregues, Omar e Renan Calheiros interromperam a atuação de Marcos Rogério, dando origem a um confronto verbal. “Nos estados do Nordeste, não cabe investigar. Blindagem! Blindagem a quem comete crime! Jogo político de perseguição”, bradou o senador pró-Bolsonaro.