O verdadeiro ataque à democracia está acontecendo neste momento no Rio de Janeiro, onde bandidos agora usam drones para lançar granadas
O verdadeiro ataque à democracia está acontecendo neste momento no Rio de Janeiro: criminosos acabaram de fechar outro eixo de ligação da cidade, a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá.
É uma retaliação à operação de hoje, realizada pelas polícias Civil e Militar, nos complexos do Alemão e da Penha, territórios do Comando Vermelho.
Até agora, o saldo macabro é de 52 mortos, dois deles policiais. Oitenta e um criminosos foram presos e 42 fuzis foram apreendidos na operação que mobilizou 2,5 mil agentes.
Dado inédito e impressionante: os criminosos da facção usaram drones para lançar granadas contra policiais. Sim, drones; sim, granadas.
O governador Cláudio Castro foi bastante incisivo:
“Essa operação de hoje tem muito pouco a ver com Segurança Pública. É uma operação de Estado de Defesa. Para uma guerra dessa, que nada tem a ver com a segurança urbana, deveríamos ter um apoio maior e até das Forças Armadas. É uma luta que já extrapolou toda a ideia de Segurança Pública, e que está na Constituição. O Rio está sozinho nessa guerra.”
O Rio não está sozinho, nem as capitais do Nordeste, nem o resto do país. Todos estamos é muito mal-acompanhados por autoridades negligentes, condescendentes, incompetentes e mesmo cúmplices de assassinos, ladrões e traficantes, nos níveis municipal, estadual e federal. Se o governador do Rio fez jogo político-eleitoral com a sua declaração, a realidade não muda, apenas fica ainda mais nojenta.
O crime, organizado ou não, já venceu a guerra contra o país, essa é a verdade incontornável. Operações como a de hoje são paliativos. Democracia que não dá segurança ao povo é democracia só para bandidos. Eles é que são soberanos.
Governador carioca afirma que o Planalto negou ao menos três pedidos de reforço militar
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), criticou o governo Lula (PT) por ter “se recusado” a ceder apoio das Forças Armadas em operações de combate ao tráfico de drogas no Estado.
Segundo o governador, o Planalto negou ao menos três pedidos de equipamentos e suporte militar, o que levou o governo carioca a deflagrar, nesta terça-feira (28), uma megaoperação com recursos próprios.
A ação, que teve como alvo cerca de 100 lideranças do Comando Vermelho (CV) nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, já resultou em mais de 50 prisões.
“Não foram pedidas desta vez [as Forças Armadas] porque já tivemos três negativas. Já entendemos a política de não ceder. Cada dia temos uma nova razão, pra não ser mal-educado, para não emprestar e para não colaborar”, declarou Castro em entrevista coletiva.
O governador explicou que, em ocasiões anteriores, o Estado solicitou o empréstimo de blindados e equipamentos militares para garantir a segurança das operações nas comunidades, mas os pedidos foram negados sob o argumento de que a participação das Forças Armadas só seria possível mediante Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
Castro destacou ainda que o RJ “está sozinho nessa guerra” e que o Estado não pode “ficar chorando pelos cantos”.
“A gente entendeu que a realidade é essa, e a gente não vai ficar chorando pelos cantos. O estado, ao invés de ficar transformando em uma batalha política, tá fazendo a sua parte e tá excedendo inclusive os seus limites e até entendo as nossas competências. Mas, continuaremos excedendo elas. Se precisar exceder mais ainda, excederemos na nossa missão de servir e proteger o nosso povo”, ponderou.
Aos 95 anos, o ex-mandatário virou influencer nas redes, faz exercícios numa academia particular e tem diferentes viagens agendadas no Brasil e no exterior
Aos 95 anos, José Sarney caiu de vez na onda das redes sociais, que exibe políticos em atividades fitness e situações variadas na rotina diária. “O homem está voando”, diz um antigo amigo.
O ex-presidente relançou outro dia, como mostrou o Radar, três romances. Numa única noite de autógrafos, assinou mais de 350 livros em São Paulo. Outras noites estão previstas para Brasília e São Luís.
Sarney também viajará a Montevidéu, no Uruguai, na próxima semana. A rotina do ex-mandatário, como se vê, é agitada.
Nas redes, onde tem 144.000 seguidores só no Instagram, ele tem feito sucesso com sua preparação física:
Entre os mortos na megaoperação, há dois policiais. Governador Cláudio Castro diz que esta é a maior operação contra o CV no Rio
Na manhã desta terça-feira (28/10), a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), com a Polícia Militar e o governo do Rio, concedeu uma entrevista coletiva para detalhar a megaoperação deflagrada nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, nesta manhã. Ao todo, 2,5 mil agentes de segurança saíram às ruas. Os criminosos contra-atacaram com barricadas, drones, bombas e tiros.
Até o momento, foram confirmadas 81 prisões e 22 óbitos — destes, 20 são suspeitos de crimes e dois são policiais civis.
O policial civil Marcos Vinicius Cardoso Carvalho, 51 anos, conhecido entre colegas como Máskara, foi baleado e morto durante a megaoperação. Ele era chefe da 53ª Delegacia de Polícia (Mesquita) e estava entre os 2,5 mil agentes mobilizados na ação, que buscava conter o avanço territorial do Comando Vermelho e prender chefes do tráfico do Rio e de outros estados.
O outro policial civil morto é Rodrigo Velloso Cabral, 34, da 39ª DP (Pavuna).
Os policiais civis foram mortos durante a megaoperação contra o CV
Durante a entrevista, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, classificou a operação como a maior já realizada no Rio de Janeiro e destacou que a ação foi planejada para ocorrer em áreas de mata, longe das comunidades, priorizando a segurança da população.
As autoridades confirmaram que, em retaliação à megaoperação, traficantes do CV lançaram bombas com drones contra policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), a tropa de elite da Polícia Civil do RJ.
O pronunciamento ocorreu no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, onde as forças de segurança centralizam o monitoramento das ações em tempo real.
Prisão de líder
Enquanto a coletiva de imprensa era realizada, o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, recebeu a informação de que o traficante Thiago do Nascimento Mendes, conhecido como “Belão do Quintugo”, foi preso durante a operação.
Ele é considerado o braço direito de Edgard Alves de Andrade, o Doca, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho (CV) na região.
O criminoso é chefe do Morro do Quitungo, também na Penha, e responde por uma série de ações criminosas ligadas a tráfico de drogas, comércio de armas e confrontos com quadrilhas rivais.
Participaram da coletiva também os secretários da Segurança Pública do Rio, Victor dos Santos, e da Polícia Militar, Marcelo de Menezes.
Operação contenção
A ação foi deflagrada para cumprir 51 mandados de prisão contra traficantes que atuam no Complexo da Penha. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core/PCERJ) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope/PMERJ).
Ao todo, o Gaeco (MPRJ) denunciou 67 pessoas pelo crime de associação para o tráfico, e três homens também foram denunciados por tortura.
De acordo com o Ministério Público, por estar localizado próximo a vias expressas e ser ponto estratégico para o escoamento de drogas e armamentos, o complexo de favelas se tornou uma das principais bases do projeto expansionista da facção criminosa, especialmente em comunidades da região de Jacarepaguá.
O denunciado Edgar Alves de Andrade, o Doca, é apontado como a principal liderança do Comando Vermelho no Complexo da Penha e em outras comunidades da zona oeste, como Gardênia Azul, César Maia e Juramento — algumas recentemente conquistadas pela milícia.
Segundo a denúncia, também exercem liderança na associação criminosa Pedro Paulo Guedes, conhecido como Pedro Bala; Carlos Costa Neves, o Gadernal; e Washington Cesar Braga da Silva, o Grandão. Eles emitem ordens sobre a comercialização de drogas, determinam as escalas dos criminosos nas bocas de fumo e nos pontos de monitoramento, e ordenam a execução de indivíduos que contrariem seus interesses.
Além deles, foram denunciados 15 homens que exercem funções de gerência do tráfico, responsáveis pela contabilidade, pelo abastecimento e por outras funções. Os outros denunciados, segundo a ação penal, atuavam como “soldados”, realizando o monitoramento e a segurança armada. A denúncia foi recebida e os mandados foram expedidos pelo Juízo da 42ª Vara Criminal da Capital.
Reconhecer caracteres, virtudes e valores alheios é uma atitude extremamente nobre, e somente é própria quando sua manifestação é proveniente da sensibilidade para enxergar a genuinidade desses fatores a reconhecer. Quem não sabe reconhecer outrem deixa de experimentar a grandeza de si próprio, ao mesmo tempo em que perde a oportunidade de expressar o privilégio de si mesmo.
Quem não sabe reconhecer outrem, hostiliza-se e ignora a si mesmo demonstrando não saber e nem estar capaz de ser reconhecido. Nem todos sabem e dominam a nobre e salutar arte de reconhecer outrem, assim como nem todos podem fazê-lo. Os extremos sempre aparecem e a exigência judiciosa sempre diferencia. O ato de reconhecer é preciso na sua exatidão quando se tem tino afinado e propriedade legítima e exeqüível sobre ele.
Como se ver, é preciso coragem e honestidade para reconhecer um trabalho bem feito, mesmo que esse seja efetuado por seu agora pior inimigo, pois o trabalho está servido para o bem-estar da coletividade.
É diante do exposto, que é salutar a grandeza do prefeito Gentil Neto em reconhecer o trabalho dos servidores públicos de Caxias em prol dos caxienses e do zelo pela coisa pública.
“Hoje é dia de reconhecer e agradecer a cada servidor público municipal que, com dedicação e compromisso, ajuda a construir uma Caxias mais forte, humana e acolhedora. Vocês são a base de uma gestão que valoriza o trabalho e acredita no poder do serviço público para transformar vidas. Meu muito obrigado a todos! “, reconheceu o prefeito Gentil Neto.
Ora bolas!!! Todo e qualquer ludovicense tem o conhecimento de que todas as avenidas, elevados, duplicações de vias e as principais obras em São Luís foram feitas pelo governo estadual, principalmente nas gestão da ex-governadora Roseana Sarney. O único prefeito de São Luís que realmente fez uma avenida foi o Dr. Jackson Lago, que construiu a Avenida São Luís Rei de França. Portanto, que o atual prefeito deixe de fazer obras paliativas e faça de fato obras estruturantes, que tanto São Luís precisa, principalmente com o aumento populacional e a quantidade de veículos circulando.
Obra da Avenida Quarto Centenário, com foco à mobilidade para desafogar o transito de São Luís, custou R$ 248 milhões de reais e demorou seis anos para ser concluída e entregue pela então Governadora Roseana Sarney; mas agora o prefeito diz que ele é o autor da façanha porque pintou a Avenida com cores do reggae.
Aliados colocam ilustrações de Braide como se fosse ele que realizou a obra.
O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), parece que adotou uma estratégia própria para tentar turbinar sua imagem administrativa: vestir-se de “pai” de obras e projetos que não nasceram em sua gestão. O caso mais recente é a Avenida Quarto Centenário, que agora ele quer transformar em “Avenida do Reggae”, como se estivesse entregando algo novo aos ludovicenses.
Conforme publicação do Dr. Pêta, a Quarto Centenário foi inaugurada em 5 de dezembro de 2014, em solenidade comandada pela então governadora Roseana Sarney (MDB). A via, com 3,8 km de extensão, ciclovia, duas pistas por sentido, travessias de pedestres e ligação estratégica entre Camboa, Liberdade, Fé em Deus, Alemanha e Avenida dos Franceses, foi um dos principais investimentos do PAC Rio Anil, voltado à mobilidade e qualidade de vida na capital.
Então ela já existe, já foi entregue, há mais de uma década. Agora, Braide manda pintar a avenida com cores do reggae, põe uma placa enorme na entrada, muda o nome e anuncia que vai inaugurar o que já está inaugurado.
Processos (mais de 50) se acumulam na Justiça desde 2009, no segundo mandato de Lula, e revelam a incapacidade das autoridades de combater o desmonte estatal
Desde que o petista assumiu o terceiro mandato, a estatal mergulhou numa crise interminável. No ato mais recente dessa novela, a gestão petista chocou o país ao revelar que a estatal precisa, para continuar respirando por aparelhos, de um empréstimo de 20 bilhões de reais.
O desmonte e o aparelhamento das estatais pela gestão petista já produziram cifras capazes de transformar o escândalo da roubalheira na Petrobras em algo menor, como mostrou VEJA recentemente. O déficit das estatais já bate nos 18,5 bilhões de reais, desde a chegada de Lula ao Planalto.
Gonçalves preside a Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor, que investiga o desmonte da estatal no atual governo petista.
São dezenas de procedimentos citados com “possíveis” conexões com fraudes nos Correios desde o segundo governo Lula, o que revela a incapacidade das autoridades de investigar e frear a dilapidação da estatal pelo petismo.
Quando se avança para corrupção em outras estatais e casos relacionados a corrupção nos Correios em governos petistas, os processos listados passam dos 50 procedimentos.
Apesar de todo esse trabalho e de tantos processos, os Correios continuam reféns do atraso — e os cofres da União irão novamente bancar esse atraso.
Declaração seguida de retratação está entre os assuntos mais comentados do ano envolvendo o petista, segundo estudo da Brandwatch
A declaração de Lula sobre “traficantes vítimas de usuários” rendeu o quarto maior volume em publicações e engajamentos nas redes sociais envolvendo o nome do chefe do chefe do Poder Executivo federal entre janeiro e 26 de outubro deste ano, segundo pesquisa da Brandwatch — e isso não foi nada bom para o presidente, que é candidato à reeleição em 2026.
De acordo com o estudo, foram 213 mil menções, com 529 milhões de alcance (pessoas que foram impactadas pelos posts), sendo que 87% das publicações foram negativas e apenas 13% positivas.
Na semana passada, na Indonésia, Lula afirmou que “os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também”. “Você tem uma troca de gente que vende porque tem gente que compra, de gente que compra porque tem gente que vende”, disse ao comentar a política do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de empreender uma guerra às drogas na América Latina.
A frase repercutiu mal, foi amplamente e imediatamente explorada pela oposição, o que obrigou o presidente a se explicar. No mesmo dia, o petista se retratou ao dizer que a frase foi “mal colocada” e que o seu governo combate o tráfico oriundo do crime organizado.
O relator da CPI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), disse que quer ouvir o depoimento do deputado Euclvdes Pettersen (PSD-MG) e do senador Weverton Rocha (PDT-MA). Gaspar disse esperar que os dois não sejam “blindados”.
“Espero que não haja nenhuma blindagem. Esses esclarecimentos são bons para o deputado e para o senador”, afirmou.
Procurado, o senador estranhou a citação ao seu nome. “Acho estranha essa menção do relator, já que não sou investigado, nem citado em nenhuma investigação. Na minha opinião, o relator deveria se concentrar em oferecer respostas concretas para combater fraudes no INSS”, disse.
“Não imputei ao Senador ou outro parlamentar conduta criminosa, mas precisamos esclarecer os fatos para afastar as dúvidas suscitadas ao longo de depoimentos”, respondeu Gaspar. “É fato, que existem alguns vínculos de figuras políticas com alguns investigados pela Polícia Federal e que precisam ser esclarecidos.”
O deputado Euclydes Pettersen disse que já tentou contato com o relator por “diversos meios” para prestar esclarecimentos e disse que a CPI “tem fim político”.
Alfredo Gaspar, da oposição, é relator da CPI do INSS.
Já Euclydes Pettersen vendeu um avião a uma ONG que serve como braço da Conafer, uma das entidades que procedeu descontos ilegais em aposentadorias e pensões. “Eu fiquei sem entender como essa aeronave foi negociada”, afirmou o relator.
À reportagem, o deputado disse que já procurou o relator para entregar o relatório de evolução de propriedade da aeronave, mas não teve retorno do relator que a CPI tem fins políticos. “O cunho da CPI não é resolutivo e sim político”, afirmou.
Até o momento foi protocolado apenas um requerimento de convocação contra Weverton Rocha. O documento, submetido pelo deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), menciona que Weverton já recebeu o Careca do INSS em seu gabinete.
Depoente diz que entrou no INSS por indicação de político, mas nega envolvimento
O nome de Pettersen foi mencionado pelo depoente da sessão da CPI desta segunda-feira, 27. O ex-diretor de governança do INSS Alexandre Guimarães afirmou que conseguiu entrar no INSS após apresentar currículos para Pettersen e para o ex-deputado André Moura – ambos à época no PSC. Guimarães negou que os conhecia previamente.
Ele disse que chegou ao INSS, em 2017, após “espalhar currículos”, mas sem ter ligação com políticos. Um desses currículos chegou a assessores de André Moura, que fizeram a indicação. Guimarães não soube nomear quem da equipe do ex-parlamentar foi responsável por isso.
“O que vai chover de currículo aqui para Brasília agora não está no gibi, não. Mas não vou desconhecer que isso seja verdade, não”, ironizou Gaspar.
No caso de Pettersen, ele disse que foi procurado pelo deputado para ocupar diretoria de governança. “Ele (Pettersen) falou: ‘O seu currículo chegou à minha mão e tem um cargo lá de Diretoria de Governança. Você está interessado em ocupá-lo? Você já foi lá de Gestão de Pessoas’”, afirmou Guimarães.
Operação Captura é reforçada após semana de ataques, assassinatos e avanço do crime organizado que levou ao fechamento de escolas e universidades na Região Metropolitana de São Luís
Em nota, a Polícia Civil informou que também intensificou as investigações, com apoio do Centro de Inteligência, para identificar integrantes de facções criminosas.
“Nos últimos dois meses, mais de dois mil criminosos foram retirados de circulação. Só nesta semana, mais de 40 foram presos”, afirmou o governador.
Em resposta, neste domingo (26), o governador Carlos Brandão reuniu sua equipe de governo para definir novas estratégias de segurança pública e anunciou que pretende ampliar o diálogo com o Ministério Público, o Judiciário e a Assembleia Legislativa.
Desde o início da semana passada, sete homens, entre 17 e 43 anos, foram mortos a tiros em diferentes bairros da Região Metropolitana. Os ataques, atribuídos a grupos criminosos rivais, deixaram ainda mais de dez feridos e provocaram tensão entre os moradores.
Na última semana, pelo menos 14 unidades estaduais e sete municipais suspenderam as aulas, assim como instituições de ensino superior, incluindo o IFMA (Instituto Federal do Maranhão) e a UFMA (Universidade Federal do Maranhão).
Em nota, a Seduc (Secretaria de Estado da Educação) afirmou que não houve registros de violência dentro ou nas proximidades das escolas, e que não há recomendação oficial para suspensão das atividades.