Venha aproveitar os encantos do Natal Iluminado de Caxias!!! A magia vai tomar conta de todos, seja idoso, jovem, adolescente e criança, com certeza vislumbrarão com as atrações.
Venha participar… Começa hoje (26)!!!
“O nosso Natal Iluminado começa e você não pode ficar de fora!
Uma cidade mágica está sendo preparada com todo carinho pra você e sua família entrarem no clima mais especial do ano.
E o melhor… além das apresentações culturais, o parque de diversões vai estar liberado pra garotada aproveitar a noite inteira!
Então não marca perde tempo, te espero amanhã, às 18h30, pra gente abrir juntos a época mais esperada e encantadora do ano: o Natal!”, destacou Gentil Neto.
O benefício tem respaldo legal nos termos de uma lei de 1986 e de um decreto de 2008. Os ex-chefes do Executivo federal têm direito a até oito pessoas em sua equipe pessoal, sendo quatro para atividades de segurança e apoio pessoal, dois de assessoramento e dois motoristas. Eles podem usufruir também de dois veículos oficiais.
Como mostrou a coluna, desde 2023, quando se tornou oficialmente ex-presidente da República, Bolsonaro já custou R$ 4,71 milhões aos cofres da União, segundo levantamento realizado em base de dados disponibilizada pela Casa Civil, com despesas relativas às medidas de segurança dele.
Atualmente, informou a Casa Civil à coluna, Jair Bolsonaro utiliza oito assessores mais dois veículos oficiais. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que atualmente está em seu terceiro mandato, também continuou usufruindo deste direito, mesmo quando esteve preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
O benefício é vitalício, mas a equipe não. Na prática, os auxiliares permanecem nomeados enquanto perdurar o interesse dos ex-presidentes. Ou seja, são cargos comissionados de livre nomeação e exoneração, independentemente da atividade a ser exercida.
De janeiro a novembro de 2025, essas despesas relacionadas a Jair Bolsonaro já custaram R$ 994,5 mil aos cofres da União. O valor representa o menor gasto comparado aos anos anteriores. Em 2024, foram R$ 1,79 milhão; já em 2023, primeiro ano do ex-capitão da reserva após deixar o cargo de presidente da República, as despesas totalizaram R$ 1,95 milhão.
Essa redução registrada ao longo deste ano pode ser explicada em razão do agravamento da situação de Bolsonaro no decurso do julgamento da trama golpista. Neste período, o ex-presidente passou a cumprir medidas restritivas, como impedimento de deixar o país. Além disso, mais recentemente, passou a cumprir prisão domiciliar.
De forma geral, as despesas para manter o aparato da equipe pessoal, além de salários e gratificações, envolvem: diárias fora e dentro do país; passagens aéreas; locação de meio transporte; telefonia.
A manutenção do veículo oficial e gasto com combustível e lubrificantes também são bancados pelos cofres públicos.
Os ex-titulares do Palácio do Planalto, a exemplo de Bolsonaro, têm uma série de despesas custeadas com dinheiro público. Elas estão classificadas em um grande guarda-chuva, cujo centro de custo recebe o nome técnico de “medidas de segurança”.
São elas: manutenção e conservação do veículo; combustíveis e lubrificantes; passagens para dentro e fora do Brasil; diárias nacionais e internacionais; serviços telefônicos. Em relação aos assistentes, eles recebem gratificação por ocupar o cargo em comissão e recebem diárias “em missão” dentro e fora do Brasil.
Quando precisam deixar o país para acompanhar o ex-presidente em alguma viagem internacional, os assessores, assistentes e seguranças precisam comunicar a Secretaria de Administração da Secretaria-Executiva da Casa Civil da Presidência da República. As designação e despachos são publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
Caxias é um município diferenciado no Maranhão por vários aspectos que a transformam, tais como: na educação, na saúde, na infraestrutura, na segurança pública, no monitoramento, na iluminação em led, em praças bem cuidadas, em ruas e avenidas sempre revitalizadas, no primeiro emprego, no fomento a cultura e ao turismo, na atração de investimentos, na geração de emprego e renda e na valorização do empreendedorismo.
Por outro lado, valoriza as parcerias, que garantem mais bem-estar social e econômico, como acontece com as deputadas Amanda Gentil e Daniella, além da grande parceria com o governo Carlos Brandão e com o ministro dos esportes André Fufuca.
Agora, as ruas de Caxias ganharão novo asfaltamento, deixando de lado, com isso, as obras paliativas, como as de tapa buraco.
“Aqui na Rua Menino de Deus a entrega é de asfalto novinho. E se a sua rua tá precisando de melhorias, Jajá a gente chega por aí! “, divulgou Gentil Neto.
Em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão desta terça-feira (25), a presidente da Casa, deputada Iracema Vale (PSB), destacou a sanção, pelo governador Carlos Brandão, da lei de autoria do Poder Executivo, que beneficia crianças e adolescentes órfãos de feminicídio no Estado do Maranhão.
A lei sancionada é decorrente do Projeto de Lei (PL) 499/2025, de iniciativa do Poder Executivo Estadual, que alterou a Lei 11.723, de 17 de maio de 2022, e foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares. A matéria determina, entre outros benefícios, o pagamento mensal de meio salário mínimo para cada filho de mulher vítima de feminicídio, até o número de três por família, até que completem 18 anos de idade.
Virada de chave
Iracema Vale afirmou que a lei em benefício de crianças e adolescentes órfãos de feminicídio é, talvez, a mais importante já assinada pelo governador durante seu mandato porque ela “vira a chave” de toda vez que se fala em feminicídio.
“Até então, quando se falava em feminicídio, só se pensava em punir os agressores com rigor e adoção de medidas protetivas. Mas, desta vez, o governador Carlos Brandão, com a indicação da deputada Daniella (PSB) e por um projeto de lei n⁰ 99/2025, aprovado por unanimidade por esta Casa, apoiado pela Bancada Feminina, vira a chave, definitivamente, para o proteger e cuidar daqueles que mais sofrem com o feminicídio, que são os órfãos”, afirmou.
Novo olhar do Estado
A presidente Iracema Vale ressaltou que quando se fala em feminicídio deve-se levar em conta que, com o crime e a morte de uma mulher, é uma família que fica destruída e uma comunidade que fica abalada.
“São, também, crianças e adolescentes que perdem todo o sentido de segurança que elas conheciam, que é a segurança do colo da mãe e a referência de mãe que elas tinham. Com a sanção dessa lei pelo governador Carlos Brandão, ele muda o olhar do Estado para essas crianças, dizendo que elas não estão sozinhas e que o Estado vai lhes garantir, suprir, minimamente, sua alimentação”, assinalou.
Iracema Vale finalizou afirmando que como mãe, mulher, avó e a primeira presidente mulher da Assembleia em 200 anos, ficou muito emocionada com a sanção da lei.
“É um marco, é um feito histórico que nos orgulha muito. Essa pauta é muito importante para o Estado do Maranhão, para a pauta feminina e a vida de nossas crianças”, concluiu.
Nos últimos meses, São João Batista (MA) acompanhou de perto uma das mais comentadas ações eleitorais da região. A oposição tentou, mais uma vez, criar um ambiente de instabilidade ao mover uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o prefeito Emerson Lívio Soares Pinto, o Mecinho, e o vice William Penha Barros.
O objetivo político era evidente: tentar derrubar uma gestão bem avaliada pela população, usando acusações que, ao final, não resistiram ao rigor da Justiça Eleitoral.
No entanto, o desfecho mostrou o que boa parte da cidade já sabia: as acusações não tinham provas suficientes. A sentença publicada no dia 23 de novembro de 2025 foi clara: improcedência total da ação.
A AIJE nº 0600647-26.2024.6.10.0063, movida pela coligação adversária, alegava abuso de poder econômico, político, compra de votos e uso indevido de máquinas públicas.
Durante meses, a Justiça analisou documentos, ouviu testemunhas e solicitou informações detalhadas à Prefeitura. Nada, absolutamente nada, que comprovasse finalidade eleitoral nos atos apontados.
A juíza Luísa Carício da Fonseca foi categórica ao afirmar que não havia “prova suficiente — com firme liame” ligando qualquer ação da Prefeitura à campanha eleitoral da chapa.
Esse ponto foi determinante: em processos que podem levar à cassação, a Justiça exige clareza, consistência e robustez das provas. E isso simplesmente não existiu.
Entre os pontos avaliados:
• Distribuição de camisetas: não havia relação direta com compra de votos, segundo depoimentos.
• Contratações temporárias: ocorreram por necessidade administrativa — inclusive por ordem judicial anterior — e não configuraram vantagem eleitoral.
• Uso de máquinas e veículos: a própria promotoria eleitoral arquivou essa parte por falta de indícios de finalidade política.
• Participação do vice: não houve nenhuma prova de envolvimento em qualquer irregularidade.
A narrativa da oposição acabou ruindo diante da realidade dos autos.
Com a improcedência da ação, Mecinho e William Penha seguem no comando do município, algo que a grande maioria da população já esperava. A decisão traz de volta a segurança institucional que São João Batista precisa para continuar crescendo. Mais do que isso: reforça que a vontade popular e o trabalho realizado não devem ser interrompidos por denúncias frágeis ou tentativas de desgaste político.
Enquanto a oposição tenta transformar conjecturas em “escândalos”, o prefeito segue entregando obras, organizando a administração e conduzindo São João Batista com responsabilidade.
As melhorias recentes em infraestrutura, serviços públicos e organização interna da Prefeitura mostram que o foco da gestão é trabalhar, e não fazer guerra política.
A decisão judicial apenas confirma o que o povo vê no dia a dia: a cidade avançou, e tentar barrar esse avanço por meio de acusações sem provas não convence mais ninguém.
Ministro do Supremo Tribunal Federal determinou o trânsito em julgado da chamada ação penal do golpe nesta terça-feira
Após a certificação do trânsito em julgado, o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que o início da sentença de 27 anos e 3 meses imposta a Jair Bolsonaro seja cumprida na sede da Polícia Federal (PF) em Brasília.
O ex-presidente foi condenado a cumprir pena por supostamente comandar um golpe de Estado no final de 2022 e início de 2023 em regime fechado. No entanto, havia dúvida se Bolsonaro seria recolhido na penitenciária da Papuda, em uma cela na Polícia Federal ou mesmo em um quartel militar.
Como o ex-presidente foi preso preventivamente no sábado, após tentar abrir a sua tornozeleira eletrônica e suspeito de ser beneficiado com um suposto plano de fuga orquestrado pelo seu filho senador, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Moraes entendeu que o melhor lugar para o início cumprimento de sentença era justamente a cela destinada a ele na Polícia Federal.
Em entrevista a vários jornalistas, hoje (25), no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão, após a sessão, a presidente Iracema Vale respondeu com muita paciência e determinação ao questionamento feito pelo titular desse: ” A senhora foi vencedora agora de um assunto interna corporis da Assembleia Legislativa. Pelo ao menos o STF agiu coerentemente. Como a senhora ver a intervenção judicialização nas ações interna corporis da Casa?”
Iracema Vale: “Na verdade, eu acredito que os problemas políticos devem ser resolvidos na política. Os problemas jurídicos na Justiça. Esse era um assunto interno da Casa e cabia única e exclusivamente à Casa a decisão, foi isso que o Supremo disse. Que o problema é interna corporis. Deixou claro que o critério de desempate é uma decisão da Assembleia Legislativa. Não é a Iracema que sai vitoriosa, mas sim o Regimento e as normas da Casa, é a Assembleia Legislativa do Maranhão, é a sua estabilidade. Eu vou fazer um pronunciamento. Vou dar entrevista para vocês. Sei que todos querem perguntar. Mas será a partir de amanhã (26). Vou esperar sair a publicação da decisão”.
A presidente Iracema Vale mostrou equilíbrio e capacidade em dirimir o assunto.
Agora, é aguardar o seu pronunciamento e as entrevistas, a partir de amanhã.
O deputado Neto Evangelista expôs, hoje (25), da tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, sua indignação com a soltura do agressor de sua esposa, que fora filmado pelo próprio filho, no dia seguinte.
A agressão chocou a todos, haja vista que o agressor ficou encima de sua esposa a socando, enfiando a mão na boca e atentando contra sua integridade física.
O fator que deixou a todos indignados foi a sua soltura um dia após seu crime de feminicidio contra sua esposa. “E revoltante”, conforme disse o deputado Neto Evangelista.
É preciso que o Ministério Público e o Judiciário revejam as decisões que levaram a soltura do praticante dessa covardia.
Que esse caso não se torne mais um a favor do agressor!!!
Hugo Motta rompe com líder do PT após atritos sobre PL Antifacção
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmou ao Metrópoles nesta segunda-feira (24/11) que rompeu relações com o líder do PT na Casa, Lindbergh Farias (PT-RJ). A ruptura ocorreu após críticas públicas feitas por Farias, especialmente durante a tramitação do Projeto de Lei Antifacção, o que intensificou o clima de tensão entre os dois parlamentares.
A relação entre a Câmara e o Palácio do Planalto também tem enfrentado desgaste nos últimos meses. Um dos pontos de atrito foi a escolha de Guilherme Derrite (PL-SP) como relator do PL Antifacção, decisão tomada por Motta que desagradou ao governo Lula. Farias criticou duramente a escolha, alegando que o relator deveria ser alguém imparcial e mais alinhado ao diálogo.
Antes disso, o próprio presidente Lula já havia causado desconforto ao criticar o Congresso durante um evento em que Motta estava presente. Na ocasião, Lula afirmou que o Parlamento nunca teve um nível tão baixo, o que, segundo aliados, foi mal recebido pelo presidente da Câmara.
De acordo com pessoas próximas a Motta, não há mais espaço para negociações com Lindbergh Farias. Um interlocutor afirmou que propostas vindas do petista não são mais consideradas: “O presidente não acolhe”, disse.
No Senado, o ambiente também é de tensão. Após Lula indicar Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, contrariando o desejo do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), o senador cortou contato com integrantes do governo.
Alcolumbre defendia a nomeação de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), seu aliado político, para a vaga no STF. A decisão de Lula foi vista como uma afronta direta à liderança do senador.
Em resposta, Alcolumbre anunciou que colocaria em pauta um projeto que contraria interesses do governo federal, tratando da regulamentação da aposentadoria especial de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias.
O jornal americano New York Times publicou nesta segunda-feira (24/11) um artigo de opinião afirmando que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofreu uma “derrota” em sua tentativa de influenciar no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por golpe de Estado no Brasil.
Segundo a análise, assinada pelo ex-correspondente do jornal no Brasil, Jack Nicas, e intitulada “Brasil desafiou Trump e venceu”, os esforços de Trump para manter Bolsonaro fora da prisão foram “inúteis” e fizeram com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saísse “politicamente mais forte” do confronto contra os EUA.
O pedido foi feito pela Polícia Federal depois do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma “vigília” em apoio ao pai nas proximidades da residência do ex-presidente, e ser detectada uma tentativa de violação da tornozeleira que ele usava.
Segundo o texto publicado no Times, a manifestação de Trump praticamente admite sua derrota no caso, mas também mostra uma mudança de postura em relação ao seu ex-aliado.
Em julho, Trump enviou uma carta “furiosa” a Lula impondo tarifas ao Brasil e sanções ao ministros do Supremo Tribunal Federal para tentar influenciar no julgamento de Bolsonaro.
Contudo, essas medidas foram “ignoradas pelas autoridades brasileiras”, e o que se viu ao longo dos últimos cinco meses foram elogios a Lula e diálogos abertos com o Brasil.
“Após a condenação de Bolsonaro, autoridades dos EUA prometeram retaliação. Mas ela nunca veio. Em vez disso, Trump começou uma relação com o adversário de Bolsonaro, Lula”, destaca um dos trechos da análise, citando o encontro dos dois presidentes na Assembleia Geral da ONU, quando Trump disse que ele e o brasileiro tiveram uma “grande química”.
Um mês depois, Trump e Lula se reuniram para conversas.
“A aparente capitulação de Trump mostra que seus esforços foram essencialmente inúteis. Na verdade, pode-se argumentar que eles saíram pela culatra. As tarifas brasileiras aumentaram os preços nos Estados Unidos para carne, café e outros produtos, justamente quando a Casa Branca enfrenta pressão crescente para aliviar os custos para os americanos”, afirma Jack Nicas.
“Lula, um líder da esquerda latino-americana, saiu do confronto com Washington ainda mais forte politicamente do que entrou.”
Segundo Nicas, o desfecho “é um exemplo claro dos limites da capacidade de Trump de dobrar governos estrangeiros à sua vontade — e de sua disposição para abandonar aliados e se alinhar a um rival quando isso serve a seus interesses”.
“Trump praticamente admitiu a derrota. Bolsonaro está em uma cela, iniciando uma pena de 27 anos. E Trump — depois de uma reunião amistosa com Lula — acaba de remover as tarifas mais significativas contra o Brasil”, destaca.