A professora Érica Cristina Bispo, 45, passou em primeiro lugar em um concurso para docente na USP (Universidade de São Paulo), mas teve a posse negada a pedido dos demais candidatos.
Érica e outras oito pessoas concorriam por uma vaga na área de literaturas africanas de língua portuguesa. Regido pelo edital FFLCH/FLC nº 024/2024, o processo seletivo foi realizado entre os dias 17 e 21 de junho de 2024, em duas fases, e previa a posse do aprovado para este ano.
Érica era a única candidata negra do concurso. Ao todo, 15 interessados se inscreveram, mas apenas nove compareceram. Entre os três inscritos que se declararam pretos, pardos ou indígenas, apenas ela realizou as provas.
A professora foi aprovada em primeiro lugar e até nomeada por meio de uma portaria do reitor Carlos Gilberto Carlotti Junior. Ela conta que poderia tomar posse depois de exames de saúde, que saíram no dia 31 de janeiro e a consideraram apta para o exercício do cargo.
Cinco meses após a aprovação, no entanto, a USP informou que um recurso estava sendo movido contra o concurso. “Eu soube por fofoca do meio acadêmico sobre essa contestação semanas depois, mas sem saber do que se tratava. Só fui notificada oficialmente desse recurso em novembro”.
Seis dos participantes alegaram que ela era “amiga íntima” de dois dos quatro avaliadores da banca —que eram de outras universidades do país. Insatisfeitos com o resultado, eles também questionavam a qualificação da vencedora e seu volume de produção científica. Pediram ainda que os critérios de definição das notas dadas em uma das etapas fossem esclarecidos.
“O resultado preliminar é um ato inválido. Há clara violação dos princípios da impessoalidade (relação de amizade entre a comissão avaliadora e a candidata), falta de parâmetros para atribuição das notas nas provas didática e de memoriais e alteração posterior de elementos do edital.”
Concorrentes teriam resgatado fotos em que Érica aparecia com duas professoras da banca. “Tenho uma grande amiga que é professora universitária e que é amiga dessas duas. Então, nesses congressos e eventos, nós nos encontramos. Ela é minha amiga. As outras, não. A gente se conhece, de fato, academicamente, no nível acadêmico, e só”, explica Érica.
Por Uol
Publicado em: Política


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