Os perseguidos pelo STF: veja a lista que Barroso afirma não existir

Publicado em   16/jul/2025
por  Caio Hostilio

Luís Roberto Barroso quer convencer Donald Trump de que tudo vai bem no Brasil. Na carta enviada pelo presidente do STF ao líder americano, o magistrado afirmou que as sanções comerciais contra o Brasil foram “fundadas em uma compreensão imprecisa dos fatos ocorridos no país nos últimos anos”. Barroso comparou as manifestações em frente aos quartéis em 2022 à Intentona Comunista de 1935, e classificou ambas como “ameaças institucionais”. Segundo ele, o STF atuou como “um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições democráticas”.

Barroso (autor da frase “nós derrotamos o bolsonarismo) ainda declarou que “no Brasil de hoje, não se persegue ninguém”, e que a justiça é feita “com base em provas e respeitado o contraditório”. Não é verdade. Para refrescar a memória do ministro, listamos os nomes de dez brasileiros perseguidos pelo STF. São exemplos de pessoas punidas por suas opiniões, sentenças desproporcionais e desrespeito ao devido processo legal.

1. Débora Rodrigues
Em 17 de março de 2023, a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos foi presa preventivamente por ordem do ministro Alexandre de Moraes, acusada de ter participado de uma tentativa de golpe de Estado. Débora havia pichado, com batom, a frase “Perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, em frente à sede do STF. A ação ocorreu durante os atos de 8 de janeiro de 2023. Apesar do gesto simbólico e sem violência, Débora foi enquadrada como participante de atos antidemocráticos.

Dois anos depois, em abril de 2025, a Primeira Turma do STF formou maioria para condenar Débora a 14 anos de prisão por cinco crimes, incluindo tentativa de golpe, associação criminosa armada e dano ao patrimônio tombado. Os votos favoráveis à condenação vieram dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cármen Lúcia, enquanto Luiz Fux votou por uma pena de um ano e seis meses, considerando apenas o ato de pichação com batom. A punição foi desproporcional e feriu os princípios da individualização da conduta e da proporcionalidade penal, especialmente por manter uma mãe presa por mais tempo que o previsto na legislação. O caso é frequentemente citado como exemplo de perseguição institucional e abuso de poder judicial por parte do STF.

2. Monark
Em 2023, o podcaster Bruno Monteiro Aiub, mais conhecido como Monark, foi incluído no inquérito das fake news do STF por declarações feitas em vídeos na internet. Monark questionava a transparência das eleições de 2022, criticava duramente o STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que levou o ministro Alexandre de Moraes a considerar as falas dele como ataques às instituições democráticas e disseminação de desinformação. Com base nisso, o STF entendeu que suas manifestações violavam decisões judiciais anteriores e determinou sanções mais severas.

Em junho de 2023, Moraes ordenou o bloqueio das contas de Monark nas principais plataformas digitais, incluindo X, Instagram, YouTube, Telegram, Spotify e Discord. A decisão foi motivada pelo suposto descumprimento de ordens judiciais que proibiam Monark de publicar conteúdos considerados ilícitos, como críticas ao sistema eleitoral ou aos tribunais superiores. Ao criar novos perfis para continuar postando, o STF entendeu que houve desobediência deliberada, o que levou ao bloqueio de suas contas bancárias e à aplicação de multa de R$ 300 mil. Além disso, Monark ficou proibido de criar novos perfis e divulgar conteúdos semelhantes, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Desde setembro de 2023, o apresentador de podcast reside nos Estados Unidos, onde permanece sob restrições judiciais impostas pelo STF.

3. Rodrigo Constantino
Colunista da Gazeta do Povo, Rodrigo Constantino é um dos comentaristas políticos que sofreu sanções do STF no âmbito do inquérito das fake news. Constantino, conhecido por suas críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal, ao governo Lula e à esquerda, teve suas contas em redes sociais suspensas, as contas bancárias bloqueadas e seu passaporte brasileiro cancelado por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

Desde 2015, Rodrigo Constantino mora nos Estados Unidos. Em 2024, ele conquistou a cidadania americana, uma forma encontrada para se proteger das restrições impostas pelo STF. Recentemente, Constantino foi diagnosticado com um câncer raro e agressivo no pescoço. Com as contas bloqueadas, ele precisou pedir autorização ao STF para usar recursos adquiridos no Brasil para custear seu tratamento, o que foi concedido. Ainda assim, o colunista continua denunciando a falta de acesso à íntegra do processo, que tramita sob sigilo. Mesmo debilitado após vencer a grave doença, Constantino continua um crítico das ações do STF, que, ao seu ver, têm o objetivo de silenciar vozes conservadoras.

4. Oswaldo Eustáquio
O jornalista Oswaldo Eustáquio, conhecido por seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, foi preso em junho de 2020 no âmbito do chamado inquérito dos atos antidemocráticos, conduzido por Alexandre de Moraes. Acusado de incitar protestos e disseminar desinformação, Eustáquio gravou vídeos com críticas ao Supremo, denúncias de supostas fraudes eleitorais e incentivo a manifestações de rua. Sua defesa sustenta que todas essas ações estão amparadas pela liberdade de expressão jornalística e que sua prisão representou um grave caso de perseguição política no Brasil, uma vez que não houve denúncia formal do Ministério Público. Durante o período em que esteve detido, Eustáquio relatou ter sido alvo de tortura e maus-tratos que o deixaram com sequelas físicas e temporariamente em cadeira de rodas.

Após novas ordens de prisão por suposta participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, Eustáquio deixou o país e, em 2023, solicitou asilo político na Espanha. Em abril de 2025, a Justiça espanhola negou o pedido de extradição feito pelo governo brasileiro, alegando “evidente motivação política” nas acusações contra o jornalista. A decisão se baseou no artigo 4º do tratado bilateral entre Brasil e Espanha, que proíbe extradição em casos de crimes políticos. O episódio foi interpretado como um reconhecimento internacional da perseguição política praticada pelo STF contra opositores do atual governo. Enquanto o Brasil anunciou que recorrerá da decisão, Oswaldo Eustáquio permanece em território espanhol e é tratado por seus apoiadores como um exilado político por exercer seu trabalho como jornalista independente.

5. Daniel Silveira
O então deputado federal Daniel Silveira publicou um vídeo em fevereiro de 2021 com duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). As afirmações eram direcionadas principalmente ao ministro Edson Fachin, que havia determinado a suspensão de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro durante a pandemia de covid-19. Em resposta ao vídeo, o STF, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, decretou sua prisão em flagrante, alegando que as falas configuravam crimes contra a segurança nacional, coação no curso do processo e ataques ao Estado Democrático de Direito. A defesa de Silveira lembrou que suas declarações estavam amparadas pela imunidade parlamentar, prevista no artigo 53 da Constituição, que garante inviolabilidade a deputados por suas palavras e opiniões. No entanto, a Corte entendeu que o conteúdo do vídeo ultrapassava os limites da imunidade, por não se vincular diretamente ao exercício do mandato e por representar uma ameaça concreta à democracia.

Atualmente, Daniel Silveira está preso em regime fechado na penitenciária Bangu 8, no Rio de Janeiro, após a revogação de seu livramento condicional em dezembro de 2024. Em abril de 2022, foi condenado a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o funcionamento do Judiciário e coação no curso do processo. Além disso, Silveira teve seus direitos políticos suspensos e o mandato parlamentar cassado. Em 2023, o STF anulou o indulto presidencial concedido por Jair Bolsonaro, e desde então, a Corte tem negado pedidos de progressão de regime, incluindo um habeas corpus rejeitado por unanimidade em abril de 2024. A defesa do ex-deputado alega que ele é um preso político e vítima de violações de garantias fundamentais, como o bloqueio de bens que impede o pagamento das multas impostas e a recusa da Justiça em reconhecer seu direito à progressão penal.

6. Allan dos Santos
O jornalista Allan dos Santos, fundador do Canal Terça Livre, é uma das principais figuras investigadas nos inquéritos das fake news e das milícias digitais conduzidos pelo STF. Acusado de disseminar desinformação, atacar instituições democráticas e integrar uma organização criminosa com o objetivo de desestabilizar o Estado de Direito, prisão preventiva decretada em outubro de 2021. Além disso, sofreu o bloqueio de contas bancárias e teve seus perfis nas principais redes sociais suspensos. Essas medidas culminaram no fechamento do Terça Livre, canal que chegou a ultrapassar 1,2 milhão de inscritos no YouTube e tinha 70 colaboradores diretos.

Desde julho de 2020, Allan dos Santos vive nos Estados Unidos. Considerado foragido pela Justiça brasileira, ele teve o pedido de extradição negado pelas autoridades americanas, que não reconheceram os crimes de opinião como justificativa para sua entrega. Apesar das sanções impostas pelo STF, Allan mantém sua atividade jornalística por meio da Revista Timeline, empresa que criou nos Estados Unidos em parceria com os jornalistas Max Cardoso e Luís Ernesto Lacombe. Ele continua a produzir conteúdo crítico ao sistema político brasileiro.

7. Luciano Hang
O empresário Luciano Hang, fundador da rede de lojas Havan, foi investigado pelo STF no inquérito das fake news por suposta disseminação de desinformação e ataques às instituições democráticas. Em 2020, suas contas em redes sociais como Twitter e Facebook foram suspensas devido a postagens que questionavam o sistema eleitoral, criticavam a ideologia de esquerda e atacavam ministros do Supremo Tribunal Federal. Em 2022, Hang foi alvo de uma operação da Polícia Federal por suposta participação em um grupo de WhatsApp que discutia a possibilidade de um golpe de Estado caso Lula vencesse as eleições, o que resultou em buscas e apreensões em sua residência e empresa, além do bloqueio de contas e bens.

Luciano Hang nega veementemente as acusações, e afirma que nunca falou em golpe ou atacou diretamente o STF. Hang não chegou a ser preso, mas afirma ter sofrido perseguição por suas posições políticas. Em setembro de 2024, o STF autorizou a reativação de suas contas nas redes sociais, com a condição de não publicar conteúdos ilícitos, sob risco de multa diária de R$ 20 mil. Atualmente, Hang possui mais de sete milhões de seguidores no Instagram e mantém forte presença no LinkedIn e YouTube, onde compartilha conteúdos relacionados a empreendedorismo e gestão. Embora tenha moderado seu discurso político após as investigações, ele continua sendo uma das figuras mais influentes no cenário empresarial.

8. Homero Marchese
O ex-deputado estadual Homero Marchese (NOVO-PR) teve suas redes sociais bloqueadas em 2022 pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes. A suspensão de suas contas ocorreu sem qualquer notificação formal, e Marchese só descobriu o motivo após entrar em contato diretamente com o gabinete. A alegação era de que o ex-parlamentar teria divulgado informações pessoais de ministros do STF, o que ele nega. As contas permaneceram suspensas por cerca de seis meses, sem decisão judicial clara ou fundamentação pública.

Investigações jornalísticas da Folha de S.Paulo revelaram trocas de mensagens entre servidores do STF e do TSE que expuseram irregularidades no processo, apontando para um caso de perseguição judicial. Marchese entrou com uma ação contra a União e obteve indenização de R$ 20 mil por danos morais, reconhecendo-se o erro da decisão. Atualmente, ele atua como comentarista político no programa Sem Rodeios, da Gazeta do Povo. Marchese continua a criticar o STF e, em especial, o ministro Alexandre de Moraes, a quem ironiza como o “homem do bode na sala” por criar crises institucionais que depois afirma combater.

9. Bismark Fugazza
O humorista Bismark Fugazza, conhecido por integrar o Canal Hipócritas, usava a sátira política como forma de crítica ao poder, com vídeos que misturavam humor e posicionamento conservador. O canal, que ultrapassava um milhão de inscritos no YouTube, tornou-se popular entre o público de direita por ironizar figuras públicas e instituições. Em 2022, o STF ordenou a prisão preventiva de Bismark no contexto do inquérito das fake news, bloqueou contas vinculadas ao canal e impôs restrições financeiras, levando o humorista a deixar o Brasil. Seu conteúdo passou a ser tratado como ameaça ao Estado Democrático de Direito.

Bismark foi preso em 17 de março de 2023 no Paraguai, acusado de incentivar atos antidemocráticos contra a posse de Lula em 2022 e de envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, apesar de estar fora do país na data da invasão aos prédios públicos. Ele foi extraditado para o Brasil e ficou detido por 91 dias no Complexo Médico Penal do Paraná. Em maio de 2023, após investigação, tanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto a Polícia Federal (PF) concluíram que não havia provas suficientes para mantê-lo preso. O ministro Alexandre de Moraes concedeu liberdade provisória a Bismark em 14 de junho de 2023 mas impôs medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de uso de redes sociais e a restrição de deslocamento fora de sua cidade.

10. Paulo Figueiredo Filho
O jornalista e comentarista político Paulo Figueiredo Filho, neto do ex-presidente João Figueiredo, também foi alvo de sanções no âmbito do inquérito das fake news conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. Em janeiro de 2023, ele teve suas contas bancárias bloqueadas e o passaporte cancelado, além de ver seus perfis nas redes sociais suspensos por ordem judicial. Segundo ele, as medidas foram impostas sem acesso aos autos, que corriam sob sigilo, impossibilitando o pleno exercício do direito de defesa.

Em março de 2025, a Procuradoria-Geral da República (PGR) incluiu Paulo Figueiredo entre os 34 denunciados por suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Ele aparece no chamado “núcleo 4” da denúncia, baseado em depoimentos de militares que o acusam de tentar influenciar oficiais contrários ao suposto golpe. Em junho de 2025, Figueiredo prestou depoimento à Comissão de Direitos Humanos do Congresso dos EUA e afirmou que o Brasil está promovendo medidas de repressão transnacional ao pressionar empresas de tecnologia americanas a colaborar com a censura extraterritorial. Morando nos Estados Unidos há mais de 10 anos, ele afirma que a sua inclusão em investigações sem notificação formal viola princípios básicos do Estado de Direito e da liberdade de expressão.

Por Gazeta do Povo

  Publicado em: Política

Todos sabem quem abocanhará!!! Secom Lança Edital de R$ 98 Milhões para Comunicação do Governo Lula

Publicado em   16/jul/2025
por  Caio Hostilio

Sidônio Palmeira e Lula

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) abriu uma nova licitação para contratar três agências de publicidade que serão responsáveis pela comunicação digital do governo federal. O novo edital prevê investimento de R$ 98,3 milhões em contratos com duração inicial de 12 meses, prorrogáveis, e substitui a licitação anterior, de R$ 197,7 milhões, que foi suspensa em junho de 2024 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) após suspeitas de fraude.

A iniciativa ocorre em meio à reformulação da estratégia de comunicação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca ampliar a divulgação de políticas públicas voltadas à população de baixa renda e reforçar a presença nas redes sociais. Segundo os documentos que orientam as empresas interessadas no edital, o objetivo é estabelecer uma comunicação contínua, acessível e envolvente, que apresente os benefícios concretos das ações do governo, indo além de campanhas pontuais ou de combate à desinformação.

“A agência selecionada deverá propor uma estratégia criativa e eficaz de comunicação que possibilite o engajamento orgânico e a ampliação do alcance das mensagens institucionais do governo, considerando as especificidades de linguagem, formato e comportamento dos usuários em cada uma das redes sociais”, diz trecho do edital.

O foco do trabalho será voltado para as plataformas digitais Pinterest, LinkedIn, YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai. A ideia é alcançar diferentes públicos e aumentar a efetividade da comunicação oficial do Planalto, especialmente diante da ascensão da extrema-direita nas redes, apontada pelo atual ministro da Secom, Sidônio Palmeira, como um dos fatores que impactam negativamente a imagem do governo.

Em abril, Sidônio destacou que a ausência de uma narrativa clara desde o início da atual gestão também contribuiu para o enfraquecimento da comunicação governamental. A nova licitação, portanto, busca reverter esse cenário por meio de uma abordagem mais estratégica e permanente.

O prazo para envio das propostas pelas agências interessadas já está aberto e vai até o dia 2 de setembro de 2025.

  Publicado em: Política

Atlas: avaliação negativa do governo Lula é de 49,4%; positiva vai a 43,4%

Publicado em   16/jul/2025
por  Caio Hostilio

Atlas: avaliação negativa do governo Lula é de 49,4%; positiva vai a 43,4%

Em comparação a junho, a avaliação negativa do governo Lula oscilou para baixo, dentro da margem de erro, e chegou a 49,4%, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (15). Já a avaliação positiva da administração federal variou para cima e está em 43,4%. Outros 7,2% consideram o governo regular.

A avaliação negativa representa a soma daqueles que consideram a gestão ruim ou péssima, enquanto a positiva compila os que avaliam como ótima ou boa. No levantamento anterior, a avaliação negativa do governo era de 51,2%, enquanto a positiva estava em 41,6%.

O instituto ouviu 2.841 pessoas, por meio de recrutamento digital aleatório, entre os dias 11 e 13 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança da 95%.

Veja os resultados Ruim/péssimo – 49,4% (51,2% em junho) Ótimo/bom – 43,4% (41,6% em junho) Regular – 7,2% (7,2%% em junho) Não sei – 0%.

  Publicado em: Política

Caxias: Gentil Neto prometeu e cumpre…

Publicado em   16/jul/2025
por  Caio Hostilio

Ai está os porquês de Gentil Neto ser diferenciado e, principalmente, gerir a coisa pública com inovações, cujos resultados estão sendo mostrados.

As inovações administrativas vem sendo executadas em todas as áreas de atuação, apontando, com isso, que as promessas de campanha de Gentil Neto vem sendo efetuadas dentro das perspectivas orçamentárias, que são bem elaboradas por sua equipe.

Garantir o bem-estar e as condições dignas de ir e vir é uma das missões do prefeito Gentil Neto, que ama sua cidade e sua gente.

“Mais um avanço chegando! Estamos trazendo o tão esperado calçamento para a Rua do Fio, no bairro Itapecuruzinho. É mais dignidade, mais qualidade de vida e mais compromisso com quem vive aqui. Seguimos firmes, trabalhando por uma cidade melhor para todos! , destacou Gentil Neto.

  Publicado em: Política

Iracema Vale reafirma compromisso com o fortalecimento dos pequenos negócios durante abertura do ‘Transformar Juntos’

Publicado em   16/jul/2025
por  Caio Hostilio

A iniciativa tem como foco o fortalecimento dos pequenos negócios e o desenvolvimento do ambiente empreendedor maranhense

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), participou, nesta terça-feira (8), da abertura do ‘Transformar Juntos’, evento promovido pelo Governo do Estado em parceria com o Sebrae, com foco no fortalecimento dos pequenos negócios e no desenvolvimento do ambiente empreendedor maranhense. O evento foi comandado pelo governador Carlos Brandão e contou também com a participação do presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae/MA, Celso Gonçalo, e do presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), Roberto Costa, entre outras autoridades.

Na ocasião, a chefe do Legislativo maranhense ressaltou que sua participação reforça o compromisso da Assembleia Legislativa com o desenvolvimento econômico do Maranhão, especialmente com iniciativas que valorizam o empreendedorismo nos municípios.

“Estou aqui hoje não apenas como presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, mas também como alguém que conhece, na pele, a realidade dos parlamentos municipais. Fui vereadora por dois mandatos e prefeita por mais dois, na cidade de Urbano Santos. Sei o quanto é desafiador e, ao mesmo tempo, transformador, fazer política pública a partir da ponta, do chão do município, onde a vida de fato acontece”, destacou Iracema Vale.

O encontro reuniu ainda gestores públicos e representantes de diversas instituições para debater políticas públicas e iniciativas que impulsionem a economia local e fomentem oportunidades para os pequenos empreendedores. O ato contou também com a participação da vice-prefeita de São Luís, Esmênia Miranda.

Governador Carlos Brandão, Iracema Vale e representantes de diversas instituições para debater políticas públicas que fomentem oportunidades para pequenos empreendedores.

Empreendedorismo

O ‘Transformar Juntos 2025’ tem como objetivo promover a transformação dos territórios maranhenses por meio da integração entre gestão pública, empreendedorismo e inovação, com foco no desenvolvimento sustentável, inclusivo e competitivo em todas as regiões do estado.

Durante o evento, o governador Carlos Brandão destacou a relevância das parcerias institucionais para garantir que as ações de desenvolvimento cheguem de forma mais ágil e eficiente aos municípios maranhenses. “Hoje, estamos vivendo um momento de modernização e o Maranhão não pode ficar para trás. Por isso, estamos firmando essa parceria com a Federação dos Municípios, com a Assembleia Legislativa e com o Sebrae, para que possamos chegar mais rápido e com mais eficiência na ponta”, frisou.

Iracema Vale disse que conhece, na pele, a realidade dos parlamentos municipais e o quão transformador é fazer política pública a partir da ponta

O presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae Maranhão, Celso Gonçalo, afirmou que o ‘Transformar Juntos’ marca o início de um novo ciclo para o empreendedorismo no estado, ao incentivar iniciativas que geram oportunidades, promovem a inovação e colocam os municípios como protagonistas do desenvolvimento.

Segundo ele, o evento reforça a importância da inovação, do empreendedorismo e do compromisso social como instrumentos para transformar realidades e melhorar a vida das pessoas.

  Publicado em: Política

Enquanto condena Bolsonaro, Toffoli anula atos da Lava Jato contra o doleiro Alberto Youssef… Que país é esse???

Publicado em   15/jul/2025
por  Caio Hostilio

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou nesta terça-feira, 15, todos os atos praticados da Operação Lava Jato contra o doleiro Alberto Youssef.

“Declaro a nulidade absoluta de todos os atos praticados em desfavor dele no âmbito dos procedimentos vinculados à Operação Lava Jato, pelos integrantes da referida operação e pelo ex-juiz Sergio Moro no desempenho de suas atividades perante o Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba,a ainda que na fase pré-processual”, diz trecho.

“Se revela incontestável o quadro de conluio processual entre acusação e magistrado em detrimento de direitos fundamentais do requerente, como, por exemplo, o due process of law, tudo a autorizar o deferimento da medida que ora se requer”, acrescenta.

Por o antagonista

  Publicado em: Política

Diferenciamento esdrúxulo!!! Como Gonet diferenciou questionamentos de Dino e Bolsonaro sobre urnas

Publicado em   15/jul/2025
por  Caio Hostilio

Em documento enviado ao STF, o PGR afirma que fala de Dino foi “pontual” e não se compara ao “ataque sistemático” de Bolsonaro

gonet-recebe-carta-de-aliado-de-trump

Nas alegações finais enviadas ao STF, o PGR, Paulo Gonet, rebateu as citações do ex-presidente Jair Bolsonaro a uma antiga fala do ministro do STF, Flávio Dino, com questionamentos acerca do processo eleitoral.

A resposta vem depois de Bolsonaro, durante as audiências de instrução do processo, argumentar que a desconfiança nas urnas -uma pauta abraçada pelo ex-presidente e seus aliados- era uma pauta antiga e não exclusiva dele. Para isso, citou exemplos de outras pessoas que também tinham questionamentos ao processo eleitoral.

Um dos episódios mencionados envolvia o ministro Flávio Dino, na época, ainda estava na carreira política e havia perdido uma eleição. Segundo Bolsonaro, ele apareceria em vídeo falando sobre o processo eleitoral que o levou a perder o pleito.

O caso serviria para argumentar que a desconfiança das urnas eletrônicas não é algo exclusivo de Bolsonaro, que ainda afirmou na oportunidade que defende o aprimoramento do processo eleitoral, mas nunca foi favorável a um golpe.

“A questão da desconfiança, suspeição ou crítica às urnas não é algo privativo meu. Eu poderia citar vários nomes. Vou citar alguns aqui”, afirmou.

“Flávio Dino, em 2012, ou 2010, quando perdeu a eleição no governo do Maranhão, disse: ‘Hoje, eu tive a oportunidade de ser vítima de um processo que precisa ser aprimorado, ser melhor auditado, que é o sistema das urnas eletrônicas’. E depois, [perguntaram:] ‘O senhor acredita que houve fraude?’ ‘Houve várias fraudes.’ Palavras do senhor Flávio Dino”, disse Bolsonaro em seu interrogatório, em 10 de junho.

Agora, a PGR afirma que há uma distinção entre a fala do agora ministro do STF e as manifestações reiteradas de Bolsonaro questionando as urnas eletrônicas, e afirmou que o ex-presidente chegou a fazer uso da máquina pública para disseminar dúvidas sobre o processo eleitoral.

“A distinção primordial reside na natureza e no escopo de ambas as ações. Enquanto uma é manifestação pontual, a outra é estratégica. Os ataques promovidos por Jair Bolsonaro não se restringiram à utilização isolada de canais pessoais. Ao revés, o réu fez uso da máquina pública e de recursos públicos, mobilizando agentes e estruturas do Estado para disseminar dúvidas e deslegitimar o sistema eleitoral”, escreveu Gonet.

O PGR falou, por fim, que “essa orquestração, com o peso e a autoridade da estrutura pública por trás dela, representa uma ameaça institucional, e não uma simples crítica”.

Segundo o órgão, os ataques de Bolsonaro às urnas não tinham como objetivo o aprimoramento do sistema eleitoral, mas apenas “incitar a militância do réu contra as instituições, fomentando um clima de desconfiança e animosidade”.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

PCdoB é desautorizado por Federação a atuar como amicus curiae em ação sobre vaga do TCE-MA

Publicado em   15/jul/2025
por  Caio Hostilio

O PCdoB foi desautorizado pela Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL), integrada pela legenda comunista, Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Verde (PV), a ingressar para atuar como amicus curiae na ADI n° 7780, que questiona procedimentos na indicação para vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MA). A informação consta de manifestação encaminhada nesta terça-feira (15) ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“A Federação constitui uma entidade única, com atuação parlamentar e processual unificada, nos termos da legislação vigente, o que torna ilegítima e inadmissível a atuação isolada do PCdoB”, justifica trecho do documento.

A Federação, ao solicitar que o Supremo desconsidere a manifestação protocolada pelo PCdoB, também ressalta que o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) encontra-se desfalcado desde fevereiro de 2024, contando atualmente com apenas 5 (cinco) dos 7 (sete) conselheiros. “Essa deficiência compromete o regular exercício do controle externo da Administração Pública, prejudicando a fiscalização contábil, financeira e orçamentária”, afirma.

O documento detalha, ainda, que a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, em suas manifestações dentro da ADI, demonstrou que o processo de indicação do novo Conselheiro está sendo conduzido com transparência e observância dos requisitos constitucionais e regimentais, conforme previsto no art. 264 do Regimento Interno da Casa, que garante publicidade à sabatina e sigilo apenas ao voto do parlamentar.

Por fim, a Federação reforça que o próprio autor da ação, o Partido Solidariedade, já se manifestou pela superação das inconstitucionalidades debatidas nas ADIs 7603 e 7605, requerendo a continuidade do processo de escolha e a nomeação do novo conselheiro.

Agora, é aguardar para ver se o imbróglio em torno da vaga do TCE-MA será resolvido de uma vez por todas.

  Publicado em: Política

Caxias e as garantias e o aparelhamento da Guarda Municipal

Publicado em   15/jul/2025
por  Caio Hostilio

Vislumbrando uma Guarda Municipal efetiva e comprometida com a coisa pública,  o prefeito Gentil Neto vem garantindo condições dignas de trabalho e operações, visando, com isso, que a atuação da Guarda Municipal de Caxias proteja de fato o patrimônio público e a sua proximidade com a comunidade.

Vale ressaltar que a Guarda Municipal tem como uma de suas competências a proteção de bens, serviços logradouros e instalações públicas. Sendo assim, sua atuação é extremamente importante para a proteção de escolas, praças, hospitais e prédios públicos. Com seu patrulhamento preventivo, previne furtos, vandalismos e depredações, bem como também inibe iminentes situações de conflitos.

É importante destacar que é importante a proximidade da Guarda Municipal direta com a população, pois assim  consegue entender os problemas enfrentados pelos cidadãos e, com isso, tendo um papel intermediário, levando tais problemas às autoridades competentes. Dessa forma, a população se sentirá mais segura e isso, consequentemente, surtirá em um grande avanço na segurança pública de Caxias. .

Diante dos fatos. devemos levar em consideração tais aspectos e poder afirmar que é coerente que a Guarda Municipal tem grande importância no município e para a segurança pública. Por isso, é imprescindível a valorização desses agentes e investimento em treinamentos e capacitação. Essas destinações administrativas estão todas sendo dirimidas pelo Prefeito Gentil Neto, que a cada dia garante o videomonitoramento, treinamento, condições dignas de trabalho e o aparelhamento de Guarda de Caxias.

“Estamos cada vez mais perto do armamento se tornar uma realidade para a Guarda Municipal e ampliamos o sistema de videomonitoramento da cidade. Tudo isso é investimento em proteção, prevenção e cuidado com a nossa gente. Segurança é prioridade e estamos fazendo a nossa parte.”, garantiu Gentil Neto

  Publicado em: Política

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg: Brasileiros Veem Participação no BRICS Como Principal Motivação para Tarifas de Trump

Publicado em   15/jul/2025
por  Caio Hostilio

Brics

Uma parcela significativa dos brasileiros acredita que a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos nacionais pelos Estados Unidos está diretamente relacionada à posição do Brasil no cenário geopolítico internacional — especialmente no grupo Brics. Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (15) pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, 40,9% dos entrevistados consideram que a medida adotada pelo presidente norte-americano Donald Trump é uma retaliação à participação do Brasil no bloco econômico composto por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e novos países membros.

O levantamento, realizado entre os dias 11 e 13 de julho, ouviu 2.841 pessoas em todos os 26 Estados e no Distrito Federal, com margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança.

Além da relação com o Brics, 36,9% dos entrevistados atribuem a decisão de Trump à influência da família Bolsonaro nas relações com os Estados Unidos, enquanto outros 16,8% enxergam o tarifaço como uma resposta às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre plataformas de redes sociais norte-americanas. Apenas 3,5% consideram que houve um desejo genuíno de reequilibrar o comércio bilateral a favor dos EUA. Outros 1,9% não souberam opinar.

A decisão de Trump, anunciada na semana passada, prevê a aplicação de uma taxa de 50% sobre produtos brasileiros como aço, ferro, petróleo bruto e café não torrado — itens que lideram as exportações do Brasil aos EUA. A medida entrará em vigor a partir de 1º de agosto e é considerada a maior tarifa já imposta pelos Estados Unidos a um parceiro comercial relevante.

A pesquisa também revelou que a maioria da população brasileira discorda da nova política tarifária americana: 62,2% classificaram a medida como “injustificada”, enquanto 36,8% disseram considerá-la “justificada”. Apenas 1% afirmou não saber responder.

  Publicado em: Política

Contatos

hostiliocaio@hotmail.com

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Busca no Blog

Arquivos

Arquivos

Arquivos