Trazer o desenvolvimento nas mais diversas áreas de atual é uma das garantias do prefeito Gentil Neto para Caxias e sua gente.
As transformações publicas e privadas precisam está juntas e, assim, ver o crescimento econômico acontecer, vislumbrando empreendedorismo, atração de investimentos, geração de emprego e renda, além do desenvolvimento sustentável através da agronegócio e da pecuária.
Que venha mais eventos importantes para Caxias, uma vez que se tornou um polo de vários fomentos desenvolvimentista.
“Participei da abertura da Caxias AGROEXPO representando o governador @carlosbrandaoma, as deputadas @amandagentill e @deputadadaniella, e o ministro @andre_fufuca. Caxias está crescendo no agro, e é gratificante ver que, com o apoio da gestão @gentilneeto, grandes parcerias estão sendo firmadas para impulsionar ainda mais esse setor tão promissor.”, garantiu Fábio Gentil.
Estão querendo redefinir a etimologia da palavra “democracia”? Os guardiões da Constituição de 1988, que dizem primar pelos direitos democráticos, simplesmente suprime o direito de expressão… Não há democracia sem liberdade de expressão.
Esperava-se que o guardiões da Constituição e que primam pelos direitos constitucionais fossem por uma outra linha de pensamento, porém esqueceram que nas democracias liberais contemporâneas, não será tarefa fácil ver a defesa institucional da censura à liberdade de expressão.
A Constituição de 1988 (CF), por exemplo, que nasce da transição da ditadura militar para o regime democrático, expressa e reiteradamente baniu essa restrição ilegítima do ordenamento jurídico brasileiro. Embora não haja um órgão administrativo responsável por avaliar o conteúdo de obras literárias, músicas e espetáculos artísticos, a censura ganha, no cenário atual, novas formas, que não estão na Constituição de 1988.
É preciso aceitar democraticamente os questionamentos críticos, as manifestações contrárias, o direito de expressão no mais alto grau de solidez.
Atualmente, jornalistas são processados por injuria e difamação, isso por terem praticado o direito de expressão numa denuncia documentada. Aí vem mais censura!!! Ainda é comum ver decisões judiciais que determinam a retirada de livros das prateleiras das lojas; pedidos milionários de indenizações pleiteados por agentes públicos em virtude de críticas sofridas no debate público; a retirada de recursos de projetos culturais relacionados a uma determinada forma de ver o mundo; ameaças e mortes de jornalistas.
A democracia é inconciliável com a censura porque a censura obsta o regular funcionamento da democracia. É que uma das condições essenciais para o funcionamento da democracia é a livre expressão.
Vamos viver sob uma censura implacável das ditaduras!!!
Após sua pré-candidatura ao governo do Maranhão, em 2026, Orleans Brandão lidera a disputa em Caxias, com o total apoio do líder político Fábio Gentil, do prefeito Gentil Neto, da deputada federal Amanda Gentil, da deputada estadual Daniella, da maioria esmagadora dos vereadores, das lideranças e dos correligionários.
Os Gentils e seus aliados abraçaram a pré-candidatura de Orleans Brandão ao governo do estado, por ser o melhor nome para conduzir o Maranhão, por ser preparado para o cargo, ter capacidade política e de perspectivas de crescimento e desenvolvimento econômico e social.
De acordo com as tendências percentuais, Orleans Brandão tende obter um maior crescimento em Caxias.
De acordo com o Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop), o levantamento em Caxias ficou assim: Orleans Brandão (MDB) apontou 32,91%. Eduardo Braide (PSD) 24,05%; Felipe Camarão (PT) 21,52%; Lahesio Bonfim (Novo), com 8,86%, 5,06% disseram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 7,59% não souberam ou não opinaram.
Agora, é aguardar as próximas pesquisas e, assim, ver o avanço do pré-candidato Orleans Brandão em Caxias.
Primeiro colocado em pesquisa para governador do Estado no município de Caxias, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), tem a preferência do eleitorado na cidade, com 32,91%. O levantamento foi realizado pelo Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão).
Em cenário estimulado, o segundo colocado no levantamento é o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com 24,05%; seguido pelo vice-governador Felipe Camarão (PT), que tem 21,52%; e pelo ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 8,86%. De acordo com a pesquisa, 5,06% disseram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 7,59% não souberam ou não opinaram.
Para o Senado, em cenário estimulado, a pesquisa aponta o governador Carlos Brandão (PSB) em primeiro lugar, com 46,84%. O senador Weverton Rocha (PD) vem em segundo, com 24,05%.
Na sequência, vem a senadora Eliziane Gama (PSD), com 5,06%; e o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), também com 5,06%. O deputado federal Pedro Lucas (União) e o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) aparecem com o mesmo percentual, 1,27%. Os dados apontam, ainda, que 3,80% não votariam em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 12,66% não souberam ou não opinaram.
Iniciativa deve partir do ministro da Fazenda, Fernando Haddad; Supremo tem maioria pró-Planalto e eventual vitória do governo abrirá conflito com Legislativo
Em derrota histórica para o 3º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integrantes da base do governo avaliam uma judicialização da derrubada do IOF (Imposto sobre Operações de Crédito). Isso significa levar o tema ao STF (Supremo Tribunal Federal). A justificativa é de que não houve valor exorbitante no texto dos impostos propostos no decreto apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).
A proposta é defendida pela ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). Mais cedo, em publicação no X (ex-Twitter), declarou que não há qualquer base jurídica para o PDL (Projeto de Decreto Legislativo) que foi aprovado. “A arrecadação prevista para 2025, que era de R$ 20 bilhões no decreto anterior, caiu para R$ 12 bilhões com o novo decreto”, escreveu.
Gleisi e os governistas dizem que, com a derrubada do decreto e a rejeição da MP (Medida Provisória), uma das soluções é contingenciar as emendas dos congressistas, o que pode deteriorar a relação do Planalto com o Congresso.
No município de Bacabal, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), soma 48,15% da preferência do eleitorado, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão).
Na segunda colocação, em cenário estimulado, aparece o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 27,78%. Logo após, empatados com 7,41%, aparecem o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), e o vice-governador Felipe Camarão (PT). O percentual dos que não votariam em nenhum dos pré-candidatos apresentados soma 7,41%. Além disso, 1,85% sabe ou não quis opinar.
O levantamento para o Senado, em cenário estimulado, apontou que o governador Carlos Brandão (PSB) tem 51,85% das intenções de voto. Em seguida, vem o senador Weverton Rocha (PDT), com 11,11%; e o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), com 9,26%.
A senadora Eliziane Gama (PSD) e o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) aparecem empatados, com 7,41%; e o ex-prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, tem 1,85%. De acordo com os dados da pesquisa para senador, 7,41% afirmaram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 3,70% não responderam ou não quiseram opinar.
*Aprovação*
A pesquisa também fez uma avaliação da gestão do prefeito de Bacabal, Roberto Costa (MDB), com aprovação de 74,07%. Um total de 24,07% disse não aprovar e 1,85% não respondeu ou não opinou.
A gestão do governador Carlos Brandão também foi aprovada por 70,37%, em Bacabal, com 25,93% que desaprovam e 3,70% que não responderam ou não opinaram. O governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva recebeu aprovação de 68,52%, com 29,63% de desaprovação e 1,85% não respondendo ou não opinando.
A Polícia Civil de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, investiga a execução brutal da jovem Ana Luiza Lima Brito (foto em destaque), de 22 anos, como um ato de vingança motivado por guerra entre facções criminosas. O corpo da jovem foi encontrado na manhã dessa quarta-feira (25/6), esquartejado, às margens de uma estrada de terra no bairro Delta Park, nas imediações da BR-367.
Uma das mãos da vítima foi colocada dentro de uma bolsa, e um bilhete foi inserido em sua boca. O conteúdo do recado ainda não foi divulgado pela polícia.
Segundo as investigações, Ana Luiza foi assassinada por integrantes do Primeiro Comando de Eunápolis (PCE), facção aliada ao Comando Vermelho. A motivação seria a suspeita de que ela tivesse delatado o paradeiro de Matheus Rodrigues de Souza, de 24 anos, para rivais do Bonde do Maluco (BDM), grupo ao qual ela estaria migrando. Matheus foi morto a tiros na noite de segunda-feira (23), no bairro Gusmão.
Câmeras de segurança registraram o momento em que Matheus foi executado em um estabelecimento comercial. A polícia acredita que a jovem tenha facilitado o ataque.
Ana e Matheus não tinham um relacionamento estável. Segundo a polícia, estavam se envolvendo há cerca de uma semana, desde que ele deixou o sistema prisional.
O homem suspeito de matar Matheus já foi identificado pela polícia e é apontado como executor de desafetos do BDM em Eunápolis. O nome dele é mantido em sigilo para não comprometer as investigações. Já sobre o assassinato de Ana Luiza, a autoria ainda está sendo apurada.
Nas redes sociais, a mãe da jovem se pronunciou. Em uma publicação, disse que a morte da filha foi “fruto de rebeldia” e lamentou o caminho escolhido por ela. “O que aconteceu com minha filha é fruto de desobediência. Fruto da rebeldia, de achar que é dona do mundo.”
Imagens do assassinato de Ana circulam em redes sociais e mostram cenas de extrema violência, incluindo partes do esquartejamento. A polícia reforça que compartilhar esse tipo de conteúdo configura crime.
O prefeito de Caxias, Gentil Neto, vem promovendo a inovação na coisa público, pois introduz novidades, que requer uma mudança cultural que valorize a experimentação, a colaboração entre diferentes setores da sociedade e uma abordagem centrada no cidadão.
Ele sabe que é essencial criar um ambiente onde o erro seja visto como parte do processo de aprendizagem, incentivando assim a criatividade e a busca contínua por soluções inovadoras. Não é por acaso que uma das frases associadas à inovação é “Erre rápido, aprenda rápido, corrija rápido”.
Vale ressaltar que o conceito de inovação estava principalmente ligado às empresas privadas porque elas precisavam constantemente atualizar seus produtos e processos para evitar falências e manter-se competitivas no mercado. A busca por lucro incentivava essas empresas a adotar novidades que pudessem atrair mais clientes ou reduzir custos.
Por outro lado, o poder público ainda não se preocupava tanto com inovação, pois, como não visavam lucro, a pressão para mudar era menor.
Contudo, nos tempos recentes, a gestão pública, em Caxias, começou a valorizar a inovação devido à necessidade de melhorar a eficiência dos processos de trabalho, impulsionada principalmente pela automação e pelos avanços tecnológicos.
Inovação na gestão pública pode ser definida como a implementação de novas ideias, processos, serviços ou modelos de governança que resultam em melhorias significativas no desempenho do setor público, na eficiência dos serviços prestados aos cidadãos e na qualidade da governança.
Eis aí os porquês de Caxias ser uma gestão modelar!!!
Nos últimos dias, vereadores da Câmara de São Luís protocolaram diversos requerimentos e indicações voltados à melhoria das condições de segurança em diversos bairros da capital maranhense. Confira as solicitações:
Calhau, Maracanã e Turu
Entre os pedidos, está o Requerimento nº 0078/2025, de autoria do vereador Andrey Monteiro (PV), que solicita ao prefeito de São Luís, com cópia à Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh) e à Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (Semusc), o envio da Guarda Municipal para conduzir ações de segurança urbana e fiscalização de terrenos baldios no bairro Calhau.
Além disso, o vereador Andrey Monteiro também encaminhou a Indicação nº 0301/2025, pedindo policiamento no bairro Morada do Sol, em Maracanã, e a Indicação nº 0254/2025, que trata da ausência de policiamento na Avenida General Arthur Carvalho.
Cohab
Para a Cohab, a vereadora Professora Magnólia (União Brasil) também apresentou a Indicação nº 0323/2025, solicitando ao Governo do Estado e à Secretaria de Segurança Pública (SSP/MA) o reforço do policiamento ostensivo no bairro, visando atender às demandas da comunidade por mais segurança nas ruas.
Segurança nos terminais
Já o vereador Edson Gaguinho (PP) propôs a Indicação nº 0081/2025, que sugere a instalação de câmeras inteligentes com sistema de reconhecimento facial nos terminais de integração de ônibus, como forma de reforçar a vigilância e inibir práticas criminosas nesses locais de grande circulação.
O Congresso aprovou nesta noite de quarta-feira, 25, o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que susta os efeitos do novo decreto do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). No Senado, a votação foi simbólica. Antes, por 383 votos a 98, o Plenário da Câmara dos Deputados havia aprovado o PDL. O texto agora segue para promulgação.Por volta das 20h, os senadores aprovaram, de forma simbólica, um requerimento de urgência para tramitação do texto, e em seguida o relator Izalci Lucas (PL-DF) começou a ler seu parecer, favorável a derrubar o decreto do governo. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), citou “compromisso político e institucional”.
Na Câmara, o texto foi votado após líderes serem pegos de surpresa com a decisão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), de pautar o PDL em uma sessão semipresencial, em meio a uma semana esvaziada no Congresso com o rescaldo das festas de São João.
Motta rejeitou questões de ordem suscitadas pelo líder do PT na Casa, Lindbergh Farias (RJ), durante a votação. O presidente da Câmara sinalizou que as questões de ordem já estão respondidas no parecer do relator, Coronel Chrisóstomo (PL-RO). Lindbergh sinalizou que recorreria da decisão. Depois, a Casa discutiu um pedido do PT para adiar a votação por uma sessão, Foram 354 votos favoráveis à manutenção do item na pauta e 99 pelo adiamento.
Lindbergh ironizou a decisão de Motta de pautar o projeto.
“A gente fez campanha para o presidente Hugo Motta, sempre elogiamos a postura dele de não colocar nada no Plenário sem passar pelo colégio de líderes. Tomei um susto quando foi pautado o PDL. Não sei o que aconteceu ontem à noite”, disse, no Plenário, em meio à discussão sobre o mérito do PDL.
Lindbergh se disse “decepcionado” com o que acontece nesta quarta-feira na Câmara. Lembrou da reunião “histórica” entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e líderes da Câmara do Senado, sobre as medidas alternativas ao IOF e criticou Motta outra vez: “não entendi a mudança de posição no outro dia” — quando o presidente da Câmara disse que a Casa não tinha compromisso de aprovar as novas propostas do governo.
Segundo o líder, há “abutres de plantão” que querem “atrapalhar Lula” com a derrubada do IOF. Lindbergh repetiu que a derrubada do aumento do imposto significa um contingenciamento de R$ 12 bilhões, com cortes em programas sociais. “Não querem deixar as elites pagarem impostos”, afirmou. “Tem uns que acham que podem garrotear o presidente Lula. Estão tirando R$ 12 bilhões, mas vão quebrar a cara, porque isso demonstra o medo que eles tem de Lula”, disse.
Deputados de oposição comemoram o resultado da votação da Câmara que impôs derrota ao governo ao reprovar decreto de aumento do IOF Foto: Wilton Junior/Estadão
Lindbergh ainda afirmou que, “se tem uma coisa que é a maior fake news”, é dizer que Lula e Haddad aumentam impostos. “Lula vai ser o presidente que mais vai reduzir imposto no Brasil para o povo trabalhador”, afirmou o deputado, em meio ao discurso em que destacou a força de lobbies organizados e criticou grandes empresários que defendem ajustes fiscais e estruturais “do alto de duas fortunas”.O anúncio de que o PDL seria apreciado na Câmara foi feito por Motta no X no final da noite de terça, 24. O relator do projeto só foi designado nesta quarta: o escolhido foi visto por governistas como provocação.
Em seu parecer, o relator, Coronel Chrisóstomo, escreveu que “a cobrança de tributos pelo Estado, apesar de necessária à sua estruturação e prestação de serviços públicos dele demandados, representa uma forma de agressão ao patrimônio e à liberdade dos indivíduos”.
Motta pega governo de surpresa e coloca derrubada de IOF para votação; entenda o que aconteceu
Votação do IOF: Relator publica parecer a favor da derrubada do aumento do imposto
Derrubada de decreto do IOF vai exigir novos bloqueios e contingenciamentos, diz Gleisi
Na visão do parlamentar, os decretos do governo sobre o IOF buscaram “remediar os previsíveis reveses provenientes de um governo que evita a todo custo promover o ajuste fiscal por meio da contenção de gastos”.
Chrisóstomo afirmou ainda que o governo, apesar de classificar o aumento do IOF como medida “indispensável” para o alcance das metas orçamentárias, “se mostra pouco aguerrido ao combate aos obscuros benefícios fiscais e aos supersalários do funcionalismo”.