Medida afeta exportações de Roraima, que faz fronteira com o território venezuelano, e ignora regras do Mercosul
Cerimônia de chegada do Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, por ocasião de sua visita oficial ao Brasil. Palácio do Planalto – Brasília – DF. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O regime venezuelano de Nicolás Maduro, aliado do governo Lula, passou a impor tarifas que variam de 15% a 77% sobre produtos brasileiros, segundo o Poder 360.
A medida, adotada pela Venezuela sem aviso prévio ao Brasil, valerá até mesmo nos casos em que, pelas regras do Mercosul, deveria haver isenção mediante certificado de origem.
A política pode gerar impactos negativos para a economia de Roraima, que faz fronteira com a Venezuela e depende das exportações para o país vizinho.
Roraima
O governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), manifestou preocupação com os efeitos do ‘tarifaço’ de Maduro.
Em nota divulgada nesta sexta, 25, ele afirmou ter entrado em contato com o Ministério das Relações Exteriores para buscar uma solução.
“A Venezuela é atualmente o principal parceiro comercial de exportações do nosso Estado, sendo responsável por mais de 70% da movimentação externa registrada nos últimos anos”, diz trecho da nota.
“Qualquer medida que encareça os produtos brasileiros no mercado venezuelano afeta significativa a competitividade das nossas mercadorias, com impacto direto sobre os empresários”, acrescenta o governo de Roraima.
Governo Lula
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), chefiado por Geraldo Alckmin, afirmou, em nota, ter entrado em contato com a Embaixada brasileira em Caracas, na Venezuela, para ter mais esclarecimentos sobre a situação.
“O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) recebeu relato sobre dificuldades enfrentadas por exportadores brasileiros na Venezuela. O tema está sendo acompanhado em coordenação com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que acionou a Embaixada do Brasil em Caracas. A Embaixada, por sua vez, já está em contato com autoridades venezuelanas para esclarecer a situação, ao tempo em que o MDIC está em diálogo com representantes do setor produtivo para reunir informações mais detalhadas sobre os casos reportados.”
Em 2024, o Brasil exportou US$ 1,19 bilhão para Venezuela, o equivalente a 0,4% do total das exportações brasileiras no ano.
A maior parte desse valor foi composta por produtos alimentícios e animais vivos, seguida por óleos de origem animal e vegetal.
O comissário da Organização dos Estados Americanos (OEA) para o Monitoramento e Combate ao Antissemitismo, Fernando Lottenberg, classificou como “equívoco” a decisão do governo brasileiro de se retirar da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA). Em declaração feita nesta sexta-feira (25), Lottenberg afirmou que a saída ocorre em um momento delicado de tensão diplomática entre Brasil e Israel e compromete o combate global ao antissemitismo.
“A definição de antissemitismo da IHRA representa um importante instrumento que, apesar de não ter valor jurídico vinculante, é adotado por mais de 45 países e 2.000 instituições em todo o mundo para informar, identificar e combater o antissemitismo”, disse o comissário.
Criada em 1998, a IHRA é uma organização intergovernamental voltada à promoção da memória do Holocausto e ao enfrentamento do antissemitismo. O Brasil participava como membro observador desde 2021. A retirada foi formalizada pelo governo Lula sob o argumento de que a adesão feita durante a gestão de Jair Bolsonaro ocorreu de maneira inadequada.
A decisão ocorre em meio a um agravamento das relações diplomáticas com Israel, impulsionado por posicionamentos do governo brasileiro em relação à guerra na Faixa de Gaza. Na quarta-feira (23), o Brasil passou a integrar formalmente o processo movido pela África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça, acusando o país de genocídio.
Para Lottenberg, embora o Brasil tenha o direito de criticar ações do governo israelense e manter desacordos diplomáticos, isso não deve ser confundido com o papel da IHRA. “Esses fatos nada têm a ver com o trabalho de extrema relevância da IHRA”, afirmou. Ele também destacou que o Brasil possui a segunda maior comunidade judaica da América Latina e que integrar a aliança representa um “comprometimento com a cultura de paz e com a promoção da educação”.
Em nota publicada nas redes sociais na quinta-feira (24), o Ministério das Relações Exteriores de Israel criticou duramente as recentes decisões do governo Lula, classificando-as como uma “profunda falha moral”.
A gestão Gentil Neto, em Caxias, busca capacitar as mulheres, através de cursos profissionalizantes, como o objetivo de elas poderem empreenderem, com isso garantir os seus sustento.
A Prefeitura de Caxias, com sua gestão inovadora, vem buscando conciliar aos caxienses o bem-estar social, oferendo infraestrutura que garantam o direito de ir e vir digno com a garantia os seus sustento.
O combate à extrema pobreza no Maranhão é uma das prioridades do Governo do Estado, que está interiorizando o programa Maranhão Livre da Fome. Nesta quarta-feira (23), o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, foi a quatro municípios fazer a entrega dos cartões que garantirão transferência de renda, capacitação e assistência à saúde a 3.367 famílias beneficiadas em Mata Roma, Anapurus, São Benedito do Rio Preto e Belágua.
“Além de grandes investimentos que o governo Carlos Brandão tem feito em todos os 217 municípios, era preciso resgatar cerca de 500 mil pessoas que ainda estão na extrema pobreza e acabar com a fome no Maranhão. E é isso que estamos fazendo com o Maranhão Livre da Fome, esse programa que além de transferir renda, ainda vai dar assistência à saúde e capacitar as pessoas para que elas tenham oportunidade no mercado de trabalho”, destacou Orleans Brandão.
Em Mata Roma, ao lado do prefeito Besaliel Freitas Albuquerque e da primeira-dama e secretária de Assistência Social Nicinha Lessa, Orleans coordenou a entrega de cartões do Maranhão Livre da Fome, onde 950 pessoas e suas famílias foram beneficiadas. “Terão a garantia de R$200,00 por mês e mais R$ 50,00 por filho menor de seis anos, para comprar alimentos e incrementar a economia do município em R$ 230 mil por mês. Além disso, terão atendimento odontológico e oftalmológico, e capacitação para que possam ter acesso ao emprego”, declarou o secretário de Assuntos Municipalistas.
O programa também chegou a Anapurus, onde foram entregues os cartões a 878 beneficiários, que ao usarem o crédito mensal na compra de alimentos vão injetar cerca de R$ 200 mil por mês na economia do município, gerando emprego e renda. “Em Colinas, depois de entregar obras de infraestrutura, abastecimento d’água e educação, o governador ouviu de uma senhora que, embora ele estivesse trabalhando muito pelo Maranhão, ainda faltava comida na mesa dela, e oportunidade de trabalho. E foi pensando em pessoas como ela que idealizamos o programa Maranhão Livre da Fome, para resgatar da pobreza extrema quem ainda precisa do apoio do Estado”, contou Orleans Brandão, ao lado do prefeito Tânios Lima.
Em São Benedito do Rio Preto, mais 1.063 famílias beneficiadas pelo Maranhão Livre da Fome. “Agradecemos o apoio do prefeito Wallas Rocha e de toda a sua equipe, pois sem a parceria dos municípios não conseguiríamos tirar esse programa do papel e chegar às pessoas que ainda passam fome em nosso estado”, destacou Orleans Brandão.
“Orleans é um grande secretário que a cada dia nos surpreende, mostrando sua força, competência e jeito de atender, com olhar especial para os menos favorecidos. Com gratidão reafirmo nossa parceria para que os investimentos estaduais continuem chegando para desenvolver São Benedito”, declarou Wallas Rocha.
Orleans encerrou a primeira agenda de entrega dos cartões do Maranhão Livre da Fome no interior em Belágua, atendendo 475 famílias. O prefeito Neném Pontes destacou a importância do programa:
“Pavimentação asfáltica, reforma de escolas, construção de hospitais, praças e abastecimento de água. Todas as obras que temos recebido do Governo do Estado são importantes, mas combater a fome é o maior investimento, e é isso que a nossa parceria está fazendo. Por isso, agradecemos em nome de todas essas famílias”.
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello fez duras críticas ao atual momento vivido pela Corte, em entrevista publicada na terça-feira (22) pelo jornal O Estado de S. Paulo. Para ele, o Supremo atravessa uma fase de “extravagância” institucional, com decisões que, segundo suas palavras, causam um “enorme” desgaste à imagem do Judiciário e contrariam princípios do estado democrático de direito.
Boa parte das críticas foi direcionada ao ministro Alexandre de Moraes, relator de investigações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eu teria que colocá-lo em um divã e fazer uma análise talvez mediante um ato maior, e uma análise do que ele pensa, o que está por trás de tudo isso”, afirmou Marco Aurélio.
O ex-presidente do STF criticou especialmente medidas recentes determinadas por Moraes, como a imposição de tornozeleira eletrônica e restrições à comunicação de Bolsonaro, classificando-as como “mordaça” e “censura prévia”. “Ele (Moraes) proibiu, por exemplo, diálogos. Mordaça, censura prévia, em pleno século que estamos vivendo. É incompreensível”, disse.
Marco Aurélio também questionou a competência do STF para julgar Bolsonaro, argumentando que os processos deveriam tramitar na primeira instância, assim como ocorreu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em investigações anteriores. “O que começa errado não pode acabar bem. […] Por que o ex-presidente Bolsonaro está a responder no Supremo? Isso é inexplicável, e a história em si é impiedosa, vai cobrar essa postura do Supremo”, declarou.
O ex-ministro demonstrou apoio ao voto divergente do ministro Luiz Fux, que se posicionou contra o uso de tornozeleira eletrônica, e criticou o que chamou de “espírito de corpo” entre os ministros da Corte. “Não há campo para solidariedade no órgão julgador. Cada integrante deve atuar com absoluta independência”, afirmou.
Ao final da entrevista, Marco Aurélio fez um apelo por mudanças na dinâmica de funcionamento do STF, defendendo o retorno do colegiado como instância decisória principal. “Que haja uma evolução, e que o Supremo atue, não como órgão individual como vem atuando na voz do ministro Alexandre de Moraes, mas como órgão coletivo, e percebendo a repercussão dos atos que pratica. Aí nós avançaremos culturalmente”, concluiu.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi até a sede do Partido Liberal, em Brasília, nesta quarta-feira (23), em meio à expectativa por uma nova decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que pode até incluir a decretação de sua prisão preventiva. Ele deixou sua residência no Jardim Botânico acompanhado do filho mais novo, o vereador Jair Renan (PL-SC).
Ao chegar à sede do partido, Bolsonaro foi abordado por jornalistas, mas evitou falar com a imprensa. “Vocês sabem que eu não posso falar”, limitou-se a dizer. A declaração reforça a posição adotada por sua defesa na véspera, quando informou ao STF que o ex-presidente permanecerá em silêncio até que a Corte esclareça os limites da proibição que pesa contra ele. “De toda forma, em sinal de respeito absoluto à decisão da Suprema Corte, o embargante [Bolsonaro] não fará qualquer manifestação até que haja o esclarecimento apontado nos presentes embargos”, afirmou a petição enviada ao Supremo.
Na segunda-feira (21), Moraes deu 24 horas para que a defesa explicasse a publicação de vídeos e fotos nas redes sociais com Bolsonaro exibindo a tornozeleira eletrônica e dando declarações, pouco depois de participar de uma reunião convocada pelo PL na Câmara dos Deputados. O ministro questionou se o ex-presidente teria violado a medida cautelar que o impede de usar redes sociais, direta ou indiretamente.
Em resposta, os advogados alegaram que “o embargante [Jair Bolsonaro] não postou, não acessou suas redes sociais e nem pediu para que terceiros o fizessem por si”. Eles também argumentaram que a decisão de Moraes não deixou claro se a proibição abrange entrevistas concedidas à imprensa, cujo conteúdo pode ser replicado em plataformas digitais por terceiros. “A fim de que não haja qualquer equívoco na compreensão da extensão pretendida pela medida cautelar imposta […] requer que a decisão seja esclarecida, a fim de precisar os exatos termos da proibição”, diz o documento.
Aliados do ex-presidente também estiveram na sede do PL nesta quarta, como o senador Magno Malta (PL-ES) e o líder da legenda na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Ao ser questionado sobre a articulação de parlamentares bolsonaristas para pressionar os Estados Unidos a revogar o visto do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), como ocorreu com ministros do STF, Magno Malta respondeu: “Eu acho que todo mundo que está violando a liberdade — que é um direito garantido pela Primeira Emenda nos Estados Unidos — ou tem cooperado com isso ou tem feito parte desse consórcio, juntamente com o Alexandre de Moraes, o Barroso, que vêm violando sistematicamente, vai junto”.
A decisão de Moraes sobre o futuro de Bolsonaro é aguardada ainda para esta quarta-feira.
Aeronaves transportam autoridades e órgãos para transplante. Em nota, FAB culpa contingenciamento
As aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), utilizadas no transporte de autoridades, só têm querosene de aviação garantido para decolar até o dia 3 de agosto. Depois dessa data, os voos poderão parar.
Procurada, a FAB informou que as atividades da força foram impactadas pelo contingenciamento de cerca de R$ 812,2 milhões sofrido pelo Comando da Aeronáutica (Comaer) em maio deste ano.
“Houve impactos severos em praticamente todas as atividades, desde as operacionais até as logísticas e administrativas”, afirmou o Comando (leia mais abaixo).
Segundo apurou a coluna, além do querosene de aviação, há dificuldades na manutenção das aeronaves, devido aos cortes orçamentários deste ano.
Em meio aos problemas financeiros, o governo determinou a instalação de duas “salas VIP” da FAB na COP 30, evento que será realizado em Belém (PA), em novembro.
O orçamento disponível para o Comando da Aeronáutica em 2025 é de R$ 29,4 bilhões, dos quais R$ 13,2 bilhões já foram utilizados até o momento. A maior parte do valor (R$ 23,7 bilhões) é destinada ao pagamento de despesas com pessoal, como soldos de militares e pensões.
Apenas R$ 2,2 bilhões estão reservados para materiais de consumo, como o combustível das aeronaves. E um total de R$ 1,6 bilhão será destinado a investimentos.
Os voos da FAB não servem apenas para o transporte de autoridades, como ministros de Estado e chefes dos poderes. Também são usados em missões essenciais, como o transporte de órgãos humanos para transplantes.
Leia abaixo a íntegra da nota da FAB
“A Força Aérea Brasileira (FAB) informa que o Decreto n° 12.447, de 30 de maio de 2025, determinou a contenção de cerca de R$ 2,6 bilhões ao atual orçamento do Ministério da Defesa.
Desse total, coube ao Comando da Aeronáutica (COMAER) a contenção de R$ 812,2 milhões, dos quais R$ 483,4 milhões em despesas discricionárias e R$ 328,8 milhões em projetos estratégicos.
No tocante às despesas discricionárias, foram estabelecidos critérios, métodos e premissas para a definição das ações orçamentárias cujas atividades e projetos seriam afetados.
Dentro das possibilidades de absorção dos valores conforme a classificação orçamentária, foram priorizadas despesas discricionárias que dão suporte orçamentário para a execução de determinadas atividades, e também para compromissos já assumidos, em detrimento de outras áreas.
Contudo, considerando o alto valor dos bloqueios e dos contingenciamentos estabelecidos, e o fato de essas contenções terem sido estabelecidas restando sete meses do atual exercício, houve impactos severos em praticamente todas as atividades, desde as operacionais, até as logísticas e administrativas.
No que diz respeito aos projetos estratégicos, a redução de 17% do valor da LOA irá requerer ajustes contratuais, a fim de mitigar impactos nos cronogramas de entregas das aeronaves.”
O blog não precisa falar nada, apenas vejam ao vídeo abaixo e, assim, observem o quanto Gentil Neto é querido pelos caxienses!!!
“A equipe de assessoria do GN assumiu este perfil rapidinho só pra deixar registrado o quanto ele é admirado e querido. Confira este vídeo que preparamos, só com depoimentos de quem torce e se inspira nele todos os dias!”
Presidente brasileiro disse que eleição a cada 4 ou 5 anos não basta e assume atitude populista, usando a linguagem da democracia para desmontá-la por dentro
No dia 21 de julho de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu em um palanque durante um encontro de países latino-americanos comandados pela esquerda. A reunião foi em Santiago, com os presidentes do Chile (Gabriel Boric), da Colômbia (Gustavo Petro) e do Uruguai (Yamandú Orsí), além do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez. Na reunião, o presidente brasileiro disse: “Cumprir o ritual eleitoral a cada 4 ou 5 anos já não é mais suficiente”.
Essa declaração com alto grau de ambiguidade foi do próprio chefe do Executivo do Brasil, que colocou em dúvida o valor das eleições, como se o voto popular já não bastasse para legitimar o poder. Vale a pena assistir ao que disse o presidente, em vídeo (1min10s):
Essa fala não é um deslize retórico. É parte de um projeto de poder –e precisa ser denunciada com todas as letras.
O que Lula está dizendo –com palavras bonitas, cercado de líderes da esquerda– é que o povo vota, mas eles decidem.
Eles decidem quem pode falar. Eles decidem quem pode discordar. Eles decidem quem pode concorrer. E eles decidem quem deve ser silenciado. Reparem no que está se passando no Brasil hoje:
o Judiciário legisla por conta própria, tomando decisões que deveriam ser debatidas e votadas pelo Congresso;
“ministério da verdade” da AGU (Advocacia Geral da União), em consórcio com o Supremo Tribunal Federal, já está em funcionamento –promovendo censura aberta, sem disfarces;
redes sociais, jornalistas, influenciadores, congressistas, padres e médicos estão sendo ameaçados ou investigados por “desinformação” –um rótulo vago, utilizado para perseguir quem pensa diferente.
E o pior, que já é uma realidade: prisões preventivas, medidas cautelares, censura prévia –tudo contra um único lado.
A direita está sendo calada, perseguida e desmoralizada –não por cometer crimes, mas por ousar fazer oposição.
Isso não é democracia.
Isso é a preparação para a hegemonia. É o caminho para o domínio de um pensamento único.
Estão tentando convencer a população de que a liberdade de expressão é um risco. Que o Estado deve proteger as pessoas de si mesmas. Que vivemos num país com 213 milhões de tiranos.
Mas nós sabemos muito bem o que isso significa: é o começo do fim da liberdade.
Quando o presidente diz que eleições não bastam, ele está dizendo que o voto só tem valor quando favorece o grupo dele.
Quando ele fala em regular plataformas e combater a “desinformação”, o verdadeiro objetivo é silenciar as críticas e eliminar o contraditório.
Nós, que fomos eleitos, não estamos aqui para assistir calados ao desmonte da democracia.
Não aceitamos que um único grupo –com o apoio de ministros da Suprema Corte e de parte da imprensa– se coloque acima da lei, acima das instituições e acima da vontade popular.
Defender a democracia é garantir:
o voto livre; a alternância de poder;
o direito de discordar;
a liberdade de expressão;
a separação dos Poderes.
Quando ouço o presidente Lula falar que “cumprir o ritual eleitoral a cada 4 ou 5 anos já não é mais suficiente”, entendo que o Brasil está sendo governado por quem já não acredita mais nessas regras e normas da democracia representativa.
Se a população não abrir os olhos agora, em pouco tempo não teremos mais eleições livres. Não teremos imprensa livre. Não teremos mais oposição.
Vamos deixar uma coisa bem clara: quando Lula ataca a democracia liberal, ele ataca o regime que garante as nossas liberdades individuais, os nossos direitos fundamentais, e o poder da população de escolher quem governa –e de tirá-los do poder pelo voto.
É essa democracia que Lula afirma “não funcionar”, mas que surgiu para proteger o cidadão contra o autoritarismo estatal.
Mas o que Lula defende, então?
Defende o modelo chavista. Como próprio Lula opinou em 2023, ao falar que “o conceito de democracia é relativo”, citando o regime em vigor na Venezuela, de Nicolás Maduro. É também o modelo de Daniel Ortega, na Nicarágua, e de Miguel Díaz-Canel, em Cuba. Todos são países nos quais há eleições de fachada, imprensa amordaçada, Justiça aparelhada e população amedrontada.
Lula não esconde mais: é um aspirante a ditador.
Um populista que usa a linguagem da democracia para desmontá-la por dentro –como já fizeram outros antes dele.
Por isso, faço aqui um chamado à sociedade brasileira. Não se deixe enganar por discursos bonitos. Não aceite o pretexto de “defesa da democracia” como desculpa postiça para exatamente o oposto: destruir a democracia.
Democracia não é governo de um só partido.
Democracia não é censura estatal disfarçada de regulação.
Democracia não é tribunal decidindo quem pode ser candidato.
Democracia não é o poder com medo do povo.
O que está em curso é um plano de poder autoritário. E nós temos o dever de impedir que ele se instale.
Para que não aja mais dúvida e, com isso, trazer o desespero e a tristeza a oposição destrambelhada, que vive de fatóides e odeia ver o desenvolvimento de Caxias, o TRE/MA publicou a sentença que confirma a vitória jurídica, por unanimidade, do prefeito Gentil Neto e do ex-prefeito Fábio Gentil.
Por unanimidade, a ação partiu para o arquivo morto!!!
Fica claro na decisão que não houve abuso de poder político e sequer econômico, haja vista que as provas na ação do Podemos não tinham fundamentação que pudessem justificar uma denúncia.
Ora, ora, ora… Que a oposição destrambelhada aceitem que não conseguem vencer no voto e sequer judicialmente, pois no voto mostram que são fracos e apenas tentam subestimar a inteligência do caxienses com baboseiras, mesmo tenho como principal aliado um réu por corrupção no STF. Na justiça, buscam tentar ganhar com argumentações pífias e sem fundamento.
Sem conseguir convencer o eleitor, a oposição insiste em tentar vencer no grito o que perdeu nas urnas. Usam a judicialização como arma política, apostando em ataques e narrativas frágeis para tentar deslegitimar um governo que tem apoio popular e trabalha com responsabilidade.
Agora, para que não aja mais dúvidas e sequer as reclamações esdrúxulas da oposição destrambelhada, segue abaixo a decisão do TRE/MA:
Diante dos mais variados factóides criados por àqueles que esperneiam diante das derrotas, o prefeito Gentil Neto mostra sua disposição e capacidade em gerir a coisa pública.
Gentil Neto traz o desenvolvimento esperado pelos caixenses, que sabem dos avanços que Caxias vem recebendo nas mais variadas áreas tendo a gestão de Gentil Neto à frente.
O diferencial pode ser visto na educação, na saúde, na infraestrutura, na limpeza urbana, no social, no fomento cultural e turístico, na geração de emprego e renda, no apoio ao empreendedorismo e na atração de investimento, além do fomento à Segurança pública.
Esses que esperneiam e criam factóides, estão vendo tudo isso, pois pode ser visto por todos. Eles não suportam ver o asfaltamento e calçamento das avenidas e ruas… Como ficam perturbados!!!
Ficam perturbados, ainda, com construção de escolas, creches, unidades de saúde e obras que trazem o bem-estar social.
Imagina como perturba esses que esperneiam e criam factóides, com a grande reforma da Escola Joaquim Francisco!!! Vão ficar loucos!!!
“A educação avança com obras que fazem a diferença! A reforma da Escola Joaquim Francisco já está em andamento e evoluindo a cada dia. Nosso compromisso é com o presente e o futuro dos nossos estudantes. É trabalho firme, com foco na qualidade e no cuidado com a nossa gente!”, enfatizou Gentil Neto.