Sanções a Moraes: Trump prevê reação do STF e mira esposas com escritórios de advocacia

Publicado em   22/maio/2025
por  Caio Hostilio

Governo de Donald Trump mapeou escritórios de advocacia de mulheres de ministros do STF e estuda estender sanções a cônjuges de magistrados

Governo Trump prevê reação do STF e mira esposas de ministros da Corte
O governo Donald Trump prevê uma reação de ministros do STF assim que sanções contra Alexandre de Moraes forem aplicadas. E, por conta disso, analisa um próximo passo que pode atingir outros integrantes da Corte e seus respectivos cônjuges. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos mapeou magistrados do Supremo brasileiro casados com mulheres que possuem escritórios de advocacia.

Atualmente, possuem escritório de advocacia as respectivas esposas dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Pelas sanções em análise, empresas que tenham negócios nos Estados Unidos e cidadãos norte-americanos ficariam impedidos de contratar os serviços desses escritórios. A medida não afetaria filhos de magistrados, uma vez que os bens não se comunicam.

No Supremo Tribunal Federal, a ala majoritária da Corte tem dito que não mudará sua forma de atuar por conta das sanções em análise pelo governo de Donald Trump.

Nesta quarta-feira (21/5), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, confirmou haver “grande possibilidade” de o governo Trump punir Alexandre de Moraes com a severa Lei Magnitsky. A informação foi revelada pela coluna em fevereiro deste ano e era tratada sob sigilo pela Casa Branca por questões de política interna.
Inicialmente, Alexandre de Moraes entrou no foco do governo de Donald Trump devido a decisões envolvendo a suspensão de redes sociais e a derrubada de perfis em plataformas. Os Estados Unidos chegaram a emitir uma nota oficial afirmando haver “censura” no Brasil.
Agora, a Casa Branca passou a analisar, na justificativa para sancionar Moraes, a acusação de “perseguição política” a opositores. Ao questionar Marco Rubio no Congresso dos Estados Unidos, o deputado Cory Mills, do partido Republicano, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro seria alvo de “iminente prisão politicamente motivada”.

Antes disso, o Congresso dos Estados Unidos já havia avançado em um projeto de lei para sancionar Alexandre de Moraes com a perda do visto.

Governo Trump faz levantamento sobre STF

Quatro ministros do STF têm cônjuges ligados a escritórios de advocacia. Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre, comanda o escritório Barci de Moraes, no qual trabalham os dois filhos do casal.

Guiomar Feitosa Mendes, esposa do ministro Gilmar Mendes, tornou-se sócia do escritório Sérgio Bermudes Advogados em 2010. Antes, Guiomar atuou como secretária-geral da Presidência do STF e integrou equipes de assessoria no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Ministério da Justiça.

Roberta Maria Rangel, esposa do ministro Dias Toffoli, é sócia-fundadora da Rangel Advocacia. Segundo o site do escritório, a banca “se consolidou como referência no cenário jurídico brasiliense e nacional, com atuação especial perante os Tribunais Superiores”.

Além de ministros do STF e cônjuges, o governo Trump também avalia sancionar mais autoridades brasileiras. Entre elas, juízes auxiliares do Supremo, integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e delegados da Polícia Federal.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Falta tudo!!! Sarney diz que ‘faltam muitas’ lideranças políticas no Brasil e critica reeleição

Publicado em   22/maio/2025
por  Caio Hostilio

Ex-presidente participou de evento ’40 anos de Democracia no Brasil’, na Faculdade de Direito da USP, nesta quarta-feira

O ex-presidente José Sarney (MDB) criticou, nesta quarta-feira (21), o que classificou como uma “falta de lideranças” na política brasileira, se opôs ao mecanismo da reeleição presidencial e classificou como “inadmissível” o uso de emendas parlamentares para a “promoção pessoal” de lideranças. As críticas foram feitas no evento “40 anos de Democracia no Brasil”, realizado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

Sarney, que assumiu a presidência em 1985 após 21 anos de ditadura militar no Brasil, afirmou que a Constituição impede retrocessos políticos no país apesar da “lamentável” polarização política vivida nos últimos anos.

— Não subsiste de maneira nenhuma que o país possa aceitar uma casa dividida. A população não aceita. Nós queremos união e, ao mesmo tempo, a solução dos nossos problemas de uma maneira consensual, não através do ódio — disse em coletiva de imprensa.

Com respostas curtas, o ex-presidente falou por pouco mais de uma hora no evento. Questionado se o país tem uma falta de lideranças políticas, se limitou a dizer:

— Não falta uma, faltam muitas.

Ele também criticou o mecanismo da reeleição, que tem sido debatido no Congresso Nacional. Hoje, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a reeleição para os cargos de presidente, governador e prefeito. Na avaliação de Sarney, os políticos em primeiro mandato concentram esforços demais em se manterem no poder.

— No segundo mandato, sem objetivo nenhum, ele faz um mandato pior do que o primeiro — disse.

O texto aprovado hoje na CCJ, relatado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), prevê um mandato único de cinco anos para todos os cargos eletivos, incluindo deputado e senador. Foi aprovado na comissão de forma simbólica, sem a contagem dos votos.

O ex-presidente também criticou o enfraquecimento dos partidos brasileiros, que têm recorrido a federações de fusões  para manter a viabilidade eleitoral. Uma maneira de fortalecer as siglas, ponderou, seria o fim sistema proporcional com lista aberta, no qual o eleitor vota em uma pessoa e não diretamente no partido, e a adoção de um sistema distrital misto.

— Esse voto é responsável por todas essas distorções que nós vemos. A impossibilidade das formações de partido, o enfraquecimento do Congresso. A alternativa é o voto distrital misto — afirmou — Temos que criar partidos fortes. Eles são a sustentação da operação eleitoral.

No sistema distrital misto, o número de vagas de cada estado é dividido ao meio, e o eleitor tem dois votos. Um para escolher diretamente um candidato do seu distrito e outro para um partido político, que compõe uma lista preordenada de candidatos.

Se um estado tem dez cadeiras de deputado federal, por exemplo, cinco serão escolhidas na modalidade do voto distrital e cinco no voto proporcional. Os distritos seriam demarcados pela Justiça Eleitoral de acordo com o número de habitantes.

No final, o ex-presidente se esquivou de responder se falta coragem dos partidos de direita de se opor ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e tentar cacifar um nome fara no núcleo criado pelo ex-deputado.

 

  Publicado em: Política

Deputado Segundo rebate Othelino e cobra emendas para a Baixada da senadora Ana Paula

Publicado em   22/maio/2025
por  Caio Hostilio

O deputado João Batista Segundo (PL) rebateu o deputado Othelino Neto (SD) ao falar das dificuldades que existem há anos na Baixada Maranhense. Segundo também cobrou, na sessão desta quarta-feira (21), promessas de emendas feitas pela esposa do parlamentar do Solidariedade, a senadora Ana Paula, que é de Pinheiro.

“Hoje, nós temos uma senadora da nossa cidade de Pinheiro. Me admiro muito, quando o governador levou mais de dez quilômetros (de asfalto) para nossa cidade de Pinheiro, ela foi falar até que, de cada dez que ele desse, ela ia dar trinta. E eu faço uma pergunta: quantos quilômetros se ele botar de estrada, ela pode ajudar e conseguir?”, assinalou.

João Batista Segundo, que é da região, reafirmou que os problemas na Baixada são antigos. “As dificuldades da Baixada sempre existiram”, disse.

O parlamentar também disse que está junto da população, escutando suas demandas, e que visitou o Centro Cultural José Sarney, onde o Governo do Estado já está fazendo obra de reforma.

“A gente sabe da dificuldade, mas todos juntos podemos, sim, resolver e fazer o Maranhão melhor”, finalizou.

  Publicado em: Política

Inovação!!! Gentil Neto instala a ouvidoria da prefeitura de Caxias…

Publicado em   22/maio/2025
por  Caio Hostilio

Trazendo uma inteiração da gestão com os caxienses, o prefeito Gentil Neto instala a Ouvidoria da Prefeitura de Caxias. Será um canal de comunicação valioso e essencial para que os caxienses possam se expressar, sendo uma ponte que conecta as pessoas aos seus direitos e promove a transparência e a accountability.

Imagine um lugar onde suas vozes são ouvidas, suas questões são tratadas com respeito e suas sugestões são consideradas para melhorar os serviços oferecidos pelo poder público.

Neste espaço, os cidadãos podem expressar suas opiniões, relatar problemas, fazer reclamações e elogios, sabendo que serão recebidos com atenção e imparcialidade. A Ouvidoria é um instrumento poderoso de cidadania, capaz de promover a justiça, a equidade e a qualidade nos serviços públicos. “Sua voz importa, e a gente quer ouvir você! Estamos lançando um novo canal de atendimento para atender você. Ouvidoria: (99) 99107 5046. Queremos saber o que está funcionando bem, o que precisa de atenção e, principalmente, ouvir quem faz parte do dia a dia da nossa comunidade “você”, destacou Gentil Neto.

“Prefeito aqui no bairro Salobro na rua nova e rua São Francisco estão todas escuras por favor ajuda nós aqui depois que mudaram os portões não temos mais luzes neles meu muito obrigado se vc responder”, com certeza será respondido!!!

  Publicado em: Política

Neto Evangelista aponta impactos positivos na vida das famílias beneficiárias do programa Maranhão Livre da Fome

Publicado em   22/maio/2025
por  Caio Hostilio

Durante a sessão plenária desta quarta-feira (21), o deputado estadual Neto Evangelista (União) destacou os avanços do programa ‘Maranhão Livre da Fome’, iniciativa do Governo do Estado voltada à erradicação da extrema pobreza e à promoção da inclusão socioprodutiva no Maranhão. Em seu pronunciamento, o parlamentar ressaltou os resultados já obtidos na Grande Ilha de São Luís e anunciou a próxima etapa da ação, que será levada para a Baixada Maranhense.

O deputado enfatizou ainda que os benefícios da iniciativa já impactam positivamente a vida de diversas famílias que antes viviam em situação de extrema pobreza.

“Na Grande Ilha de São Luís, o programa já está atendendo 60% das famílias, que já estão utilizando o cartão do Programa Maranhão Livre da Fome. Nós temos, hoje, famílias que já podem dizer que não fazem mais parte desse índice, que outrora eram classificadas como famílias em situação de extrema pobreza, pois, com o recurso que estão recebendo, entraram em outro patamar no que diz respeito à sua classificação socioeconômica”, disse Evangelista.

Segundo o deputado, além da transferência de renda, a preocupação do Governo do Estado é também com a inclusão produtiva das famílias beneficiadas, por meio de ações de capacitação e encaminhamento ao mercado de trabalho. Ele reforçou que o foco principal do programa é oferecer condições para que as famílias possam alcançar autonomia financeira por meio do trabalho.

“O atendimento que está sendo feito no Ginásio Castelinho, recebendo as famílias cadastradas no programa, já está traçando o perfil profissional do chefe de cada família. E o governo foi além, chamou redes de supermercados do estado, que podem ofertar muito emprego; chamou o Sindicato das Indústrias da Construção Civil, o Sinduscon, que também gera muito emprego, e esses parceiros já disponibilizaram 300 vagas na rede de supermercados e mil vagas de emprego capitaneadas pelo Sinduscon. Ou seja, são 1.300 vagas de empregos na Grande Ilha de São Luís, destinadas para estas famílias que antes estavam relacionadas como em situação de extrema pobreza”, disse.

Transferência de Renda

O deputado enfatizou que programa inicia com a transferência de renda para tirar, de imediato, essas famílias da situação de extrema pobreza, mas que não deixa de cumprir o seu principal papel, que é inseri-las no mercado de trabalho para que possam garantir o sustento da sua casa, colocar comida na mesa para seus filhos.

O parlamentar também celebrou a expansão do programa para outras regiões do estado, como a Baixada Maranhense.

“O Programa Maranhão Livre da Fome precisou iniciar com um projeto-piloto aqui na Grande Ilha e, agora, vai começar a expandir para o interior do estado. A próxima região que vai receber o Programa é a Baixada Maranhense, que, proporcionalmente, é a região com o maior percentual de pessoas em condição de extrema pobreza”, informou Evangelista.

O deputado ressaltou ainda a relevância dessa política pública para o desenvolvimento social do estado: “E eu precisava destacar isso aqui, nessa tribuna, porque agora a gente começa a colocar o Maranhão, de fato, em outro patamar, em um nível em que nós poderemos dizer que nosso Estado erradicou a extrema pobreza sob a administração do governador Carlos Brandão”, concluiu.

  Publicado em: Política

Faz sentido!!! CCJ do Senado aprova fim da reeleição para prefeito, governador e presidente

Publicado em   21/maio/2025
por  Caio Hostilio

A proposta ainda unifica as eleições municipais e gerais e reduz o mandato de senador para 5 anos; o texto segue para o plenário

CCJ do Senado aprova fim da reeleição para prefeito, governador e presidente

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, 21, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos. O texto foi aprovado em votação simbólica e na forma como sugeriu o relator, senador Marcelo Castro (MDB-PI). A proposta agora segue para o plenário da Casa. A CCJ aprovou ainda um requerimento, apresentado por Eduardo Girão (Novo-CE), de calendário especial para ela, para que seja votada mais rapidamente no plenário.

Além de trazer o fim da reeleição, a PEC incluiu o aumento de mandatos, de quatro para cinco anos, para prefeitos, governadores, presidente da República, vereadores e deputados estaduais, distritais e federais.

Em relação aos senadores, Marcelo Castro sugeria que o mandato fosse ampliado de oito para dez anos. Porém, os líderes do PL, Carlos Portinho (RJ), e do Novo, Eduardo Girão, defenderam que, em vez disso, ela reduzisse o mandato dos congressistas da Casa Alta para cinco anos. Eles chegaram a um acordo com o relator, e a redução passou a ser prevista no texto.

“Eu estou vendo que a comissão aqui, majoritariamente, se inclina para os cinco anos. Então acho, como um bom político, prudente a gente fazer esse acordo aqui, falou Castro.

“Eu preciso ser contra [a ampliação para dez anos], porque não tem país no mundo com a democracia como a nossa, voto, que tem esse poder tão longo. Segundo, que seria mais uma jabuticaba brasileira. E terceiro, que tira do eleitor a possibilidade do escrutínio. Não podemos ter um poder tão longo, e como as eleições continuarão dois senadores e um senador, ou seja, o senadores permanecerão no poder por dois mandatos presidenciais”, havia afirmado Jorge Seif (PL-SC) antes.

Regras de transição

De acordo com a PEC, o fim da reeleição para os prefeitos, governadores e presidente não vale a partir da eleição de 2026. Ou seja, o presidente Lula (PT) poderá tentar a reeleição mesmo se as novas regras entrarem em vigor.

No caso de governadores e presidente, o fim da reeleição ocorre a partir dos eleitos em 2030 e, como regra de transição, o mandato será de quatro anos, com o objetivo de unificar os pleitos em 2034. Para os eleitos em 2034, o mandato passa a ser de cinco anos, e as eleições serão unificadas. Com as novas regras, a eleição seguinte para presidente e governador seria em 2039 e assim por diante, de cinco em cinco anos.

As regras de transição para senadores ainda serão melhor especificadas por Castro na PEC.

Por o antagonista

  Publicado em: Política

Marcha dos Prefeitos: Orleans reforça compromisso com os municípios durante evento em Brasília

Publicado em   21/maio/2025
por  Caio Hostilio

O secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, está participando ativamente da XXVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que acontece desde a segunda-feira (19) e se estende até amanhã (22) no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. O evento é considerado o maior encontro municipalista da América Latina e reúne mais de 12 mil gestores públicos de todo o país.

Representando o Governo do Maranhão, Orleans tem fortalecido o diálogo com os prefeitos maranhenses presentes no evento, reafirmando o compromisso da gestão estadual com a pauta municipalista e com o desenvolvimento das cidades maranhenses.

“O Maranhão participou em peso. Eu estou me sentindo em casa, conversando com os amigos prefeitos do nosso estado. Aqui encontramos gestores que estão em busca de melhores investimentos e capacitação. Com o municipalismo forte o Brasil também seguirá forte”, destacou o secretário.

A Marcha a Brasília tem como objetivo central promover o debate sobre o fortalecimento dos municípios, buscando soluções concretas para questões como o pacto federativo, financiamento da saúde, educação, infraestrutura, reforma tributária, entre outras pautas prioritárias para os gestores locais.

Além da participação nos painéis e encontros com os gestores municipais, o secretário também esteve na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (20), ao lado de parlamentares maranhenses, da FAMEM e senadores, em uma reunião de articulação política. No encontro, foram discutidas ações parlamentares estratégicas, como a extensão automática da reforma da previdência aos municípios, o aprimoramento das regras de pagamento de precatórios e a substituição do indexador da dívida previdenciária municipal.

Na ocasião, Orleans reforçou a importância da união entre Estado, municípios e bancada federal para garantir avanços concretos em benefício da população. “Estamos aqui para somar forças. O Governo do Maranhão se coloca à disposição para trabalhar lado a lado com os deputados, senadores e prefeitos. Nosso compromisso é com quem mais precisa”, afirmou.

  Publicado em: Política

Tem lado político!!! Oposição cobra que diretor da PF seja investigado por blindar irmão de Lula

Publicado em   21/maio/2025
por  Caio Hostilio

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição na Casa, disse ter protocolado na última segunda-feira (19) uma representação na Comissão de Ética Pública da Presidência pedindo que uma investigação seja aberta contra o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.
O objetivo seria averiguar se Rodrigues violou o Código de Conduta da Alta Administração Federal ao supostamente divulgar informações privilegiadas e “minimizar o envolvimento” de José Ferreira da Silva, o Frei Chico, vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) e irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na Operação Sem Desconto.
A operação foi responsável por desmembrar o escândalo de fraude bilionária no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Marinho cita que um dos indícios “criminosos” do Sindinapi era o fato de que a entidade teve seu acordo de cooperação técnica (ACT) suspenso. Contudo, o INSS suspendeu todos os ACTs em vigor em abril deste ano, após o escândalo de fraude vir à tona.
“Agindo assim, o Diretor-Geral ou tem informações privilegiadas das investigações conduzidas em sigilo sobre o Sindinapi e o irmão do presidente da República, Frei Chico, ou se manifestou de forma antiética e irresponsável, pois contradisse informações e dados constantes de relatórios da Polícia Federal e corroborados por decisão judicial que suspendeu, por indício de crime, o ACT do Sindinapi”, continuou o senador.
Em relação às informações privilegiadas, o líder da oposição menciona uma entrevista concedida por Rodrigues ao canal ICL Notícias. “Na data de 25/04/2025, concedeu entrevista ao ICL Notícias, em que proferiu uma série de afirmações atinentes a uma investigação ainda em curso, com desdobramentos ainda sigilosos, respondendo perguntas que podem colocar em risco a investigação e em dúvida a isenção da atuação da Polícia Federal. A jornalista Heloísa Vilela fez a seguinte pergunta: ‘O Sindnapi, do qual ele [Frei Chico] faz parte da diretoria, é alvo dessa investigação?’ tendo o diretor dito que não”, escreveu Marinho.
Na época, Rodrigues respondeu que “várias entidades e associações foram objeto de buscas e apreensão e me medidas também contra os seus dirigentes”, mas o que o Sindinapi não havia sido uma delas, tampouco seus gestores. “E respondendo muito objetivamente, o irmão do presidente Lula não é alvo da operação, não é investigado na operação”, disse o diretor-geral. “O que houve em relação a esse sindicato é, como houve em dezenas de outros, o bloqueio dos descontos indevidos ou aparentemente indevidos por determinação judicial a partir de pedido da Polícia Federal.”
Como a CNN mostrou no início deste mês, a Advocacia-Geral da União (AGU) deixou o Sindinapi de fora os pedidos de bloqueio de recursos feitos pelo órgão para ressarcir aposentados que foram vítimas das fraudes no INSS. A arrecadação da entidade somou R$ 90 milhões em 2023. À CNN, a AGU informou que o recorte das 12 entidades objeto da ação cautelar de urgência ajuizada teve como base apuração administrativa instaurada no último dia 5 de maio pelo INSS. E que, em momento oportuno, ingressará com novas medidas judiciais cabíveis para a reparação de todo o dano sofrido pelos beneficiários da previdência social. A CNN entrou em contato com a Polícia Federal e aguarda retorno.

  Publicado em: Política

Bolsonaro e Michelle venceriam Lula, diz pesquisa

Publicado em   21/maio/2025
por  Caio Hostilio

Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro

Levantamento da Paraná Pesquisas mostra que o petista empataria, dentro da margem de erro, com o governador de SP Tarcísio de Freitas; a margem de erro da pesquisa é 2,5 p.p

Um levantamento feito pela Paraná Pesquisas no Mato Grosso do Sul mostra que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lideram as intenções de voto na disputa pelo Planalto em 2026 contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O ex-presidente aparece com 48,4%, enquanto Lula somou 24,8% junto ao eleitorado. Na disputa contra Michelle Bolsonaro, caso ela fosse a escolha para substituir o marido, que está inelegível, o atual presidente soma 24,9% das intenções de voto ante 36,9% da ex-primeira-dama.

Em confronto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista empataria dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais:, o governador registra 27,7%, enquanto o presidente aparece com 25,4%.

Em todos os cenários estimulados foram também incluídos Ciro Gomes (PDT), Ronaldo Caiado (União Brasil), Eduardo Leite (PSDB), Helder Barbalho (MDB) e Ratinho Junior (PSD).

Eis o cenário com Jair Bolsonaro:

  • Jair Bolsonaro (PL) ­­– 48,4%;
  • Lula (PT) – 24,8%;
  • Ciro Gomes (PDT) – 7,7%;
  • Ratinho Junior (PSD) ­– 6,3%;
  • Ronaldo Caiado (União Brasil) – 2,6%;
  • não sabem/não opinaram – 3,8%;
  • nenhum/brancos/nulos – 6,4%.

Eis o cenário com Michelle Bolsonaro:

  • Michelle Bolsonaro ­– 36,9%;
  • Lula (PT) – 24,9%;
  • Ratinho Junior (PSD) – 10,3%;
  • Ciro Gomes (PDT) – 9,5%;
  • Ronaldo Caiado (União Brasil) – 6,0%;
  • não sabem/não opinaram – 4,5%;
  • nenhum/branco/nulo – 7,8%.

Eis o cenário com Tarcísio de Freitas:

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 27,7%;
  • Lula (PT) – 25,4%;
  • Ratinho Junior (PSD) – 12,6%;
  • Ciro Gomes (PDT) – 10,9%;
  • Ronaldo Caiado (União Brasil) – 4,7%;
  • não sabem/não opinaram – 6,1%;
  • nenhum/branco/nulo – 12,5%.

A Paraná Pesquisas entrevistou presencialmente 1.540 eleitores de 44 municípios do Mato Grosso do Sul de 13 a 16 de maio. A margem de erro é de aproximadamente 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e grau de confiança de 95%.

Por Poder 360

  Publicado em: Política

Verdades vindo à tona!!! Bolsonaro fez o correto, disse a Cid general que rejeitou decreto de golpe

Publicado em   21/maio/2025
por  Caio Hostilio

Em 30 de dezembro de 2022, o general Marco Antônio Freire Gomes enviou a Mauro Cid uma mensagem dizendo que, apesar de estar com o “coração triste”, sua consciência dizia que “o PR fez o correto”, referindo-se a Jair Bolsonaro.

Cid respondeu que o presidente havia tido um “assessoramento justo, leal e fiel” do general.

A mensagem foi enviada no último dia de Freire Gomes como comandante do Exército Brasileiro.

Tempos depois, o general ficaria conhecido por ter rejeitado discutir com Bolsonaro um decreto de estado de defesa, que tinha a intenção de impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

A rejeição de Freire Gomes, em uma reunião em 14 de dezembro, foi considerada por partidários do ex-presidente como fundamental para que a medida não tivesse prosperado.

Em um dos diálogos de dezembro de 2022 captados pela Polícia Federal, por exemplo, o general Walter Braga Netto, então ministro da Casa Civil, afirmou que a “culpa pelo que está acontecendo e acontecerá é do general Freire Gomes”.

“Omissão e indecisão não cabem a um combatente”, disse ele.

Mensagens em grupos de apoiadores do presidente também circulavam na época criticando o general. Em seu depoimento à PF, o general afirmou que sofreu pressão de militares para aderir à ruptura institucional.

Por UOL

  Publicado em: Política

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