Vou republicar um artigo que fiz em 2013 e que é bem contemporâneo:
Por que patrulham tanto o questionamento crítico?
Uma democracia só se consolidará quando o questionamento crítico e, principalmente, o direito de expressão forem respeitados, caso contrario viveremos numa democracia disfarçada e recheada de hipocrisia. Isso é uma ditadura compulsiva.
A classe dominante não aceita ser perturbada pelos questionamentos críticos, com isso procurar impor uma censura ao direito de expressão.
É preciso que aprendam a absorver os questionamentos críticos e saibam dar as respostas dentro dos princípios democráticos, ou seja, sem ataques histéricos ou tentar macular a imagem da mídia e daqueles que fazem oposição aos seus pensamentos.
Foi nesse sentido que escrevi no dia 30 de julho de 2011 “Afinal, a liberdade de expressão piorou ou melhorou depois da ditadura?”, cujo objetivo foi tecer uma crítica sobre esse assunto:
Em minha opinião, piorou e muito. Isso a partir da descoberta que a mídia tomou para si a responsabilidade de denunciar e formar opinião.
Numa democracia consolidada, a mídia tem um papel fundamental para o desenvolvimento intelectual e educacional da coletividade. Isso mexe com os dissabores dos atingidos por notícias e matérias denunciantes, que se amparam num judiciário lento e de entendimento ainda da ditadura, cerceia o direito de expressão.
Eu sou uma vítima dessa prática, pois sou processado por diversos casos banais, tive um blog excluído por determinação da justiça, além de ser condenado civil e criminal, cujo resultado é uma dívida de R 100 mil e prisão por um ano e quatro meses por ser “nocivo a sociedade”. Convenhamos que estejamos vivendo um momento bem mais autoritário que o tempo da ditadura militar.
Seria providencial que a mídia passasse apenas a divulgar receita de bolos, tortas e outras guloseimas… Roubo de galinha, horóscopo e muita coluna social…
O certo é que o Brasil vive uma censura disfarçada, isso depois que a Associação Nacional de Jornais (ANJ), da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), ter verificado a quantidade de processos existentes contra a mídia. Em sua maioria, a censura atinge jornais ou blogs.
Publicado em: Política


Enquanto os bocudos que falam sem olhar para o próprio rabo, cujo trabalho desfeito em São Luís é evidente, principalmente com um transporte público mequetrefe e falido, de drenagens que se destroem, de obrinhas paliativas, do Mercado Central em ruínas, o governador Carlos Brandão mostra, aos bocudos, como se deve trabalhar e gerir a coisa pública com responsabilidade e compromisso com os recursos.
Olha aí bocudos:
O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), concedeu entrevista ao programa Ordem do Dia, da Rádio Educadora FM, na noite desta segunda-feira (27), quando apresentou os principais compromissos de sua candidatura e comentou temas centrais da disputa eleitoral. Durante cerca de uma hora de conversa, defendeu uma campanha baseada em propostas, falou sobre a parceria entre os governos estadual e federal e afirmou que pretende conduzir uma gestão voltada à geração de oportunidades para os maranhenses.
Questionado sobre o perfil que pretende adotar durante a campanha eleitoral, Orleans afirmou que pretende conduzir o debate com foco em soluções para os desafios do Maranhão. Segundo ele, a população espera conhecer projetos capazes de melhorar a qualidade de vida, ampliar oportunidades e impulsionar o desenvolvimento do estado.
Em vez de participar da posse da presidente Keiko Fujimori, de direita, o presidente preferiu visitar um hospital no Rio de Janeiro
É preciso questionar:
É preciso que o deputado federal Duarte Júnior venha a público e diga quem de fato são esses políticos “sem-vergonha” e “vagabundos” que lhe tiraram a sua pré-candidatura ao Senado.
Eleitorado se divide sobre quem tem razão na crise, enquanto maioria vê motivação política nas sanções americanas.

