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Paulo Marinho Júnior sofre bloqueio em contas bancárias após inadimplência com a Justiça Eleitoral

Publicado em   04/mar/2026
por  Caio Hostilio

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A situação judicial do deputado Paulo Marinho Jr. segue se agravando. Após uma decisão proferida ontem, uma nova determinação foi publicada hoje, reforçando o cenário de bloqueios e cobranças judiciais que vêm se acumulando nos últimos meses.

As decisões tratam do cumprimento de sentença referente a multas eleitorais não quitadas dentro do prazo legal. Com o trânsito em julgado e a ausência de pagamento voluntário, a Justiça determinou medidas mais rígidas, incluindo possibilidade de bloqueio de ativos financeiros por meio do sistema SISBAJUD, além de incidência de multa adicional e honorários advocatícios.

*Bloqueios e execução judicial*

No caso mais recente, o valor atualizado da multa ultrapassa os R$ 58 mil. Diante da inadimplência, o Judiciário autorizou medidas como:

– Inclusão do nome em cadastro de inadimplentes;
– Protesto da decisão;
– Bloqueio de ativos financeiros;
– Possível penhora de bens, caso não haja quitação.

A sequência de decisões mostra que o processo saiu da fase de discussão para a fase de execução, quando o foco passa a ser a efetiva cobrança do débito.

*Processos trabalhistas e pedido de bloqueio de salário*

Além das multas eleitorais, Paulo Marinho Jr. também responde a diversos processos trabalhistas. Em pelo menos um dos casos, houve pedido de bloqueio de parte do salário de deputado para garantir o pagamento de débitos reconhecidos judicialmente.

Os processos envolvem cobranças de verbas trabalhistas e outras obrigações decorrentes de relações profissionais anteriores, ampliando o volume de pendências financeiras enfrentadas pelo parlamentar.

*Advogados cobram honorários da campanha de 2022*

Outro ponto que chama atenção são as ações movidas por advogados que atuaram na campanha eleitoral de 2022. Segundo as ações judiciais, profissionais que prestaram serviços jurídicos durante o período eleitoral afirmam não ter recebido integralmente pelos trabalhos realizados.

Esses profissionais agora recorrem à Justiça para assegurar o pagamento dos honorários que consideram devidos, alegando que os serviços foram efetivamente prestados e que há comprovação documental da atuação.

*Acúmulo de pendências*

A sucessão de decisões judiciais, uma ontem e outra hoje, mostra que a situação financeira e jurídica de Paulo Marinho Jr. segue sob forte pressão. Entre multas eleitorais, execuções judiciais, processos trabalhistas e cobranças de honorários, o parlamentar enfrenta um cenário de bloqueios contínuos e crescente desgaste público.

  Publicado em: Política

Um PGR amigo dos amigos Vorcaro!!! A bronca de André Mendonça à PGR, que não concordou com a operação que resultou na prisão da “turma” de Vorcaro

Publicado em   04/mar/2026
por  Caio Hostilio

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André Mendonça e PGR

O ministro do STF, André Mendonça, fez duras críticas à atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao autorizar a prisão preventiva do empresário Daniel Vorcaro e de outros três investigados. Segundo o magistrado, o órgão ignorou a gravidade e a urgência dos fatos apontados pela Polícia Federal (PF) ao pedir a ampliação do prazo para se manifestar.

A prisão foi solicitada pela PF após a identificação de indícios de tentativa de obstrução das investigações, com a suposta formação de um grupo voltado à obtenção de informações sigilosas e à intimidação de jornalistas e adversários. Mendonça havia concedido 72 horas para parecer da PGR, ressaltando o caráter urgente do caso. O órgão, porém, alegou que o prazo era “impossível de ser atendido” e afirmou não vislumbrar “perigo iminente, imediato”.

Na decisão, o ministro rebateu a avaliação e afirmou que o processo reúne “sérias evidências da continuada prática de crimes de gravíssima repercussão”. Ele destacou que a urgência decorre do “perigo iminente a bens jurídicos da mais elevada relevância” e lamentou que a PGR não tenha reconhecido risco imediato.

“Lamenta-se (i) porque, as evidências dos ilícitos e a urgência para adoção das medidas requeridas estão fartamente reveladas na representação da Polícia Federal e no curso desta decisão; conforme documentado nos autos, também (ii) porque se está diante da concreta possibilidade de se prevenir possíveis condutas ilícitas contra a integridade física e moral de cidadãos comuns, de jornalista e até mesmo de autoridades públicas; (iii) porque há indicativos de ter havido acesso indevido dos sistemas sigilosos da Polícia Federal, do próprio Ministério Público Federal e até mesmo de organismos internacionais como a Interpol. Portanto, se as medidas requeridas pela Polícia Federal não forem acolhidas, em caráter de urgência, pode-se colocar em risco a segurança e a própria vida de pessoas que se tornaram vítimas dos ilícitos apontados nestes autos, bem como dificultar, sobremaneira, a recuperação de ativos bilionários que foram desviados dos cofres públicos e de particulares atingidos pelos variados crimes contra o sistema financeiro nacional apurados nestes autos”, afirma o trecho da decisão.

De acordo com a investigação, Vorcaro teria pago R$ 1 milhão mensal a Phillipi Mourão, apelidado de “Sicário”, para acessar dados em sistemas restritos de órgãos públicos, incluindo informações sensíveis de autoridades e jornalistas. A PF aponta ainda a existência de uma “estrutura de vigilância e coerção privada” para monitorar alvos e neutralizar situações consideradas prejudiciais ao grupo.

Mensagens interceptadas indicam que o empresário teria ordenado agressões contra o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, sugerindo que ele fosse atacado em um assalto forjado após a publicação de reportagens contrárias a seus interesses.

Para Mendonça, a demora na adoção das medidas poderia colocar em risco a integridade física e moral de cidadãos, jornalistas e autoridades públicas, além de dificultar a recuperação de ativos bilionários desviados em crimes contra o sistema financeiro nacional.

Ao concluir o despacho, o ministro reforçou o caráter urgente da decisão com a expressão em latim “tempus fugit” — o tempo foge — e afirmou que, no caso, a demora se mostra “extremamente perigosa para a sociedade”.

  Publicado em: Política

Querem abafar INSS e Master??? Dino decidiu em 25 horas pedido para proteger lobista amiga de Lulinha

Publicado em   04/mar/2026
por  Caio Hostilio

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Ministro Flávio Dino (STF) atendeu a pedido da defesa da lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, apresentado na manhã do dia anterior… Também anulou a quebra de siligo de Lulinha na CMPI do INSS

O ministro Flávio Dino foi especialmente rápido ao analisar o pedido da lobista Roberta Luchsinger para evitar ter seus sigilos bancário e fiscal quebrados na CPMI do INSS. O pedido da lobista e herdeira foi decidido por Dino em pouco mais de 24 horas.

O sistema de peticionamento eletrônico do Supremo Tribunal Federal mostra que a petição inicial da defesa de Roberta Luchsinger foi apresentada às 9h19 desta terça-feira (3/3). Já os metadados do PDF da decisão de Flávio Dino indicam que o arquivo foi criado às 10h31min48s desta quarta-feira (4), no horário de Brasília (UTC-3). Entre os dois momentos se passaram 25 horas e 12 minutos.

Como mostrou a coluna, Roberta Luchsinger é amiga próxima da mulher de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). As duas fizeram uma tatuagem de “melhores amigas”. E, quando vem a Brasília, Lulinha costuma se hospedar em uma casa alugada por Roberta.

A lobista trabalhou com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, fazendo lobby no Ministério da Saúde.

Como mostrou o Metrópoles na coluna de Igor Gadelha, a defesa de Lulinha considera que a decisão de Dino a favor de Roberta Luchsinger abre um precedente para reverter a quebra dos sigilos bancário e fiscal dele também.

Na decisão, Flávio Dino argumenta que a CPMI do INSS não analisou de forma fundamentada a necessidade da quebra de sigilo de Roberta Luchsinger.

Para Dino, a votação em bloco — ou seja, de todos os requerimentos de uma vez — usada na CPMI se aplica apenas a projetos de lei, não a requerimentos de investigação em CPIs.

“Tenho ciência de que o art. 300 do Regimento Interno do Senado contém a previsão de deliberação ‘em globo’ quanto à votação dos projetos de lei. Contudo, tal dispositivo não guarda pertinência com a votação de requerimentos de natureza investigativa sobre quebra de garantias constitucionais”, escreveu ele.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Desdenhou!!! Avanço de Flávio nas pesquisas tira Lula da sombra, que corre para formar palanques no país

Publicado em   04/mar/2026
por  Caio Hostilio

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O Petista tenta articular aliados nos estados para conter impopularidade do governo e frear a escalada de Flávio Bolsonaro nas intenções de votos

O presidente Lula começou o ano confortavelmente instalado na posição de imbatível nas pesquisas sobre a corrida ao Palácio do Planalto. Os números davam ao petista a vitória contra qualquer oponente listado pelos institutos.

Tudo começou a mudar a partir do samba atravessado na Sapucaí e a consolidação de velhos problemas brasileiros.

Sem obras vistosas a apresentar, Lula se ampara no discurso de pai dos pobres, evocando todos os gastos com programas sociais no atual mandato. A estratégia, no entanto, já não encanta o eleitorado — e é aí que mora o problema.

Leia a matéria completa aqui

  Publicado em: Política

Estratégia covarde!!! Lulinha vai acusar amiga lobista de usar seu nome em Farra do INSS

Publicado em   04/mar/2026
por  Caio Hostilio

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Estratégia será sustentar que Roberta Luchsinger utilizava o nome de Lulinha. Lobista tem tatuagem de amor com mulher do filho do presidente

A estratégia para defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, será sustentar que a lobista Roberta Luchsinger utilizava o nome do filho mais velho do presidente sem autorização para fechar negócios com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Além de se distanciar de Luchsinger, a defesa também pretende atribuir responsabilidades ao sócio de Lulinha, Kalil Bittar, e à publicitária Danielle Miranda Fonteles para reforçar que seu nome foi usado para abrir portas sem seu consentimento.

Em nota à coluna, o criminalista Guilherme Suguimori Santos disse que ninguém está autorizado a falar pelo seu cliente, que a reportagem “contém conjecturas sem suporte na realidade” e que “esclarecimentos sobre os fatos serão prestados ao Supremo Tribunal Federal” e não à imprensa.
Defensores de Lulinha também já negaram outras reportagens da coluna mencionando o filho do presidente:

“Lulinha não é investigado. Isso é um absurdo. Fake News”
(André Mendonça, relator do caso no Supremo, determinou a quebra sigilo de Lulinha)

“Não tem delação. Ele nem é investigado. Isso é um absurdo. Fake News. A PF vai divulgar uma nota para desmentir vocês!!”
(A PF não divulgou nota)

“Lulinha estar no mesmo voo do Careca não significa que viajaram juntos. Que absurdo! Fake News. Então as 300 pessoas que estavam no mesmo voo viajaram com o Fábio?”

(Documentos comprovaram que Lulinha viajou com despesas pagas por Careca do INSS, o que não ocorreu com os demais passageiros)

“Lulinha nem conhece o Careca. Nunca viu. Que absurdo. Fake. Vai processar os jornalistas”
(Lulinha admite que viajou com despesas pagas por Careca do INSS)

Como revelou a coluna, dois ex-integrantes do alto escalão do INSS firmaram acordo de delação premiada e relataram o suposto envolvimento de Lulinha no esquema. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do empresário.

A coluna mostrou ainda que Lulinha viajou com o Careca do INSS em deslocamento custeado pelo operador, que arcou com as passagens e demais despesas. À época, a defesa alegou que o fato de ambos estarem no mesmo voo não significava que tivessem viajado juntos — versão contrariada por documentos que registram a emissão dos bilhetes.
A viagem ocorreu em novembro do ano passado. Relatórios da Polícia Federal detalham inclusive as poltronas ocupadas: o Careca do INSS estava no assento 3A; Lulinha, no 6J. Ambos na primeira classe e em lugares de janela. Diante dos documentos e do avanço das investigações, a nova versão é que eles viajaram, mas não fecharam nenhum negócio.

Quem é a lobista que Lulinha acusa de ser elo com Careca do INSS

Roberta Luchsinger foi alvo de mandado de busca e apreensão em 18 de dezembro por seu envolvimento com o Careca do INSS.

Como mostrou a coluna, a proximidade dela com a família do filho do presidente é tanta que Luchsinger tem uma tatuagem de “melhores amigas” com Renata Abreu Moreira, esposa de Fábio Luís Lula da Silva.

A lobista também divide uma mansão no Lago Sul, área nobre de Brasília, com Lulinha. Após a saída dele do Brasil para Madri, é Roberta quem passou a morar na casa antes frequentada pelo filho do presidente nas suas viiagens para capital. Na mansão, Lulinha teve reuniões com Careca do INSS e costumava fazer festinhas regadas a bebidas, segundo apurou a coluna.

“Minha bff e eu eternizadas na pele e no coração! Love u”, escreveu Luchsinger em publicação no Instagram, em 30 de março de 2024 na qual mostrou. A sigla “bff” significa “best friends forever” (“melhores amigas para sempre”).

Principal doadora da campanha de Lula

Neta de um ex-acionista do banco Credit Suisse, a lobista foi uma das principais doadoras da campanha presidencial de 2022. Segundo colaborador da Polícia Federal, ela teria intermediado a aproximação entre o filho do presidente e o Careca do INSS na prospecção de negócio envolvendo a venda de canabidiol ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Para a PF, Luchsinger é “integrante vinculada ao núcleo político da organização criminosa liderada por Antônio Carlos Camilo Antunes”. A corporação solicitou o monitoramento dela por tornozeleira eletrônica, mas o pedido foi negado por Mendonça. Em contrapartida, o ministro determinou a entrega do passaporte e proibiu sua saída do país.

“Sua atuação se revela essencial para a ocultação de patrimônio, movimentação de valores e gestão de contas bancárias e estruturas empresariais utilizadas como instrumentos de lavagem de capitais”, registra trecho da decisão.

No despacho, Mendonça reproduziu áudio de WhatsApp enviado por Luchsinger ao Careca do INSS, no qual há menção direta a Lulinha: “Na época do Fábio falaram de Friboi, de um monte de coisa o (sic) maior… igual agora com você”, diz a mensagem de 5 de maio de 2025.

A referência remete a boato que circulou nas redes sociais em 2015, atribuindo falsamente a Lulinha a propriedade da marca de carnes Friboi. A empresa pertence, na realidade, ao frigorífico JBS, dos irmãos Wesley e Joesley Batista.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Caxias: PROUNI Municipal uma oportunidade ímpar para quem busca o ensino superior…

Publicado em   04/mar/2026
por  Caio Hostilio

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Qualificar os jovens caxienses com o ensino superior se tornou uma oportunidade ímpar para os que buscam o profissionalismo em um curso superior.

É de grande vantagem aos que buscam o PROUNI Municipal, haja vista que terá conquistado uma bolsa de 100% e, assim, poder concluir os seus cursos com tranquilidade.

Sabe-se que a maioria precisam desse incentivo, pois assim poderão ingressar no mercado de trabalho qualificados com seus cursos superiores.

“Hoje eu quero mostrar histórias que enchem a gente de orgulho! Alunos do PROUNI Municipal que conquistaram bolsa 100% garantida pelo município e estão realizando o sonho de estudar no ensino superior. Muitos vieram da escola pública e sabem o valor dessa oportunidade. Investir na educação é transformar vidas e a gente vai continuar fazendo isso.”, enfatizou o prefeito Gentil Neto.

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  Publicado em: Política

Nova pesquisa mostra desgaste de Lula no maior reduto eleitoral do PT (Nordeste)

Publicado em   04/mar/2026
por  Caio Hostilio

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Diretor do instituto Real Time Big Data aponta eleição novamente polarizada como fator para empate técnico no segundo turno

No Ponto de Vista, a jornalista Marcela Rahal ouviu Lucas Thut Sahd, diretor executivo do Real Time Big Data, que detalhou os fatores por trás do novo cenário.

Segundo ele, dois movimentos ajudam a explicar a aproximação: maior conhecimento do eleitor sobre a candidatura de Flávio e deterioração da aprovação de Lula.

Por que Flávio cresceu?
De acordo com Lucas Thut Sahd, o eleitor passou a enxergar Flávio como adversário real no segundo turno. Esse maior nível de conhecimento fortalece o senador.

Ao mesmo tempo, Lula atravessa o que o pesquisador chamou de “vale da aprovação”, com indicadores de popularidade em queda. O resultado é um segundo turno novamente acirrado, nos moldes da eleição anterior.

Lula está perdendo força no Nordeste?
Sim, ainda que continue liderando na região.

O levantamento aponta perda de intenção de voto no Nordeste, reduto histórico do petista. No primeiro turno, quando nomes como Ratinho Jr entram no cenário, parte do eleitorado de menor renda migra.

Segundo o diretor do instituto, Ratinho cruza votos principalmente na base lulista, especialmente entre eleitores mais pobres.

A eleição virou disputa de rejeições?
Para Sahd, o segundo turno está fortemente ancorado na rejeição.

“O Brasil está dividido”, afirmou. Eleitores votam menos por propostas e mais para impedir a vitória do adversário.

Lula carrega o peso de escândalos do passado. Flávio, por sua vez, herda parte da rejeição associada ao sobrenome Bolsonaro e às controvérsias envolvendo a família.

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  Publicado em: Política

A maioria!!! Diretórios do MDB são contra aliança com Lula e pedem neutralidade

Publicado em   03/mar/2026
por  Caio Hostilio

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Representantes de 16 diretórios assinam manifesto direcionado ao deputado e presidente do partido, Baleia Rossi

Ao menos 16 diretórios estaduais do MDB entregarão na noite desta 3ª feira (3.mar.2026) ao presidente nacional da sigla, deputado Baleia Rossi (SP), um manifesto em que solicitam a “independência” do partido na eleição presidencial. O ato que simboliza a entrega do documento será na sala da sigla na Câmara.

A movimentação se antecipa a uma possibilidade de o partido ocupar a vice numa chapa encabeçada por Lula (PT) na disputa eleitoral em 2026. Leia a íntegra (PDF – 143 kB) do documento ao qual o Poder360 teve acesso.

“Defendemos a independência dos diretórios e do partido de modo geral na eleição presidencial, focando nossas ações prioritariamente nos processos eleitorais regionais e nas composições para as Casas Legislativas”, declaram em um trecho do manifesto.

Os signatários não citam a questão envolvendo o PT, mas declaram que assistem “ao aumento de especulações quanto ao posicionamento do MDB frente à disputa pela Presidência da República”.

Dizem ainda estar seguros de que representam a “ampla maioria do partido, entre diretórios e lideranças”. Eis quem assina o documento:

  • Vilmar Zanchin – deputado estadual e presidente do MDB no Rio Grande do Sul;
  • Carlos Chiodini – deputado federal e presidente do MDB em Santa Catarina;
  • Sérgio Souza – deputado federal e presidente do MDB no Paraná;
  • Rodrigo Arenas – presidente do MDB em São Paulo;
  • Washington Reis – presidente do MDB no Rio de Janeiro;
  • Ricado Ferraço – vice-governador e presidente do MDB no Espírito Santo;
  • Waldemir Moka – presidente do MDB em Mato Grosso do Sul;
  • Janaína Riva – deputada estadual e presidente do MDB em Mato Grosso;
  • Daniel Vilela – vice-governador e presidente do MDB em Goiás;
  • Romero Jucá – presidente do MDB em Roraima;
  • Vagner Sales – presidente do MDB no Acre;
  • Alessandro Vieira – senador e presidente do MDB em Sergipe;
  • Alexandre Guimarães – deputado federal e presidente do MDB no Tocantins;
  • Newton Cardoso Júnior – deputado federal e presidente do MDB em Minas Gerais;
  • Acácio Favacho – deputado federal e presidente do MDB no Amapá;
  • Wellington Luiz – deputado distrital e presidente do MDB no Distrito Federal;
  • Ivete da Silveira – senadora do MDB por Santa Catarina;
  • Gabriel Souza – vice-governador do Rio Grande do Sul;
  • Ricardo Nunes – prefeito de São Paulo;
  • José Fogaça – ex-presidente nacional do MDB;
  • Alceu Moreira – deputado federal e presidente da FUG (Fundação Ulysses Guimarães);
  • Kátia Lôbo – presidente do MDB Mulher;
  • Sebastião Melo – prefeito de Porto Alegre.

“Prezado Senhor Presidente Baleia Rossi,

“Desde 1966, o DNA do MDB é o firme compromisso com a democracia, tanto interna quanto externamente. Esse compromisso implica o respeito à pluralidade de opiniões de nossos diretórios regionais, de nossas lideranças e, primordialmente, de nosso eleitor em cada rincão do País.

“A trajetória do MDB é marcada pela construção de consensos por meio do amplo diálogo, com o objetivo de ser sempre o ponto de equilíbrio nas discussões e projetos de interesse do povo brasileiro. Nos últimos anos, observamos que o debate político tem sido dificultado por polarizações ideológicas e extremismos, atitudes que sempre rechaçamos.

“Nossa história demonstra que os êxitos obtidos pelo partido se deram pela moderação, pelo bom senso e pelo respeito às diferenças.

“No atual momento, com a proximidade do processo eleitoral, assistimos ao aumento de especulações quanto ao posicionamento do MDB frente à disputa pela Presidência da República. Como partido de maior inserção nacional, o MDB representa a diversidade de um Brasil continental e federativo, onde cada estado possui sua própria realidade social e política.

“Dentro dessas premissas, e em respeito ao espírito democrático alicerçado na vontade de nossas bases, defendemos a independência dos diretórios e do partido de modo geral na eleição presidencial, focando nossas ações prioritariamente nos processos eleitorais regionais e nas composições para as Casas Legislativas.

“Nós, signatários deste documento, temos a segurança de afirmar que representamos a ampla maioria do Partido, entre diretórios e lideranças. Confiantes em sua condução sempre serena e democrática do MDB, defendemos que nosso posicionamento seja tornado público pelos canais oficiais da sigla.”

Por Poder 360

  Publicado em: Política

Ficou encurralado!!! Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha

Publicado em   03/mar/2026
por  Caio Hostilio

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Base governista dizia que havia ocorrido fraude na votação e pedia a anulação dela por Alcolumbre, mas presidente disse que não houve problema

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), rejeitou nesta terça-feira, 3, pedido da base governista e manteve o resultado da votação em que foi aprovada a quebra de sigilos bancário e fiscal do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha – filho do presidente Lula (PT).

A base governista havia pedido a Alcolumbre a impugnação da votação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, argumentando que o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), fraudou o resultado, pois 14 parlamentares teriam se manifestado contra os requerimentos e apenas sete teriam sido favoráveis, ou seja, era para a quebra de sigilos ter sido rejeitada.

Em sua decisão, tomada com base em estudo feito pela Advocacia do Senado com o apoio da Secretaria-Geral da Mesa, da Consultoria do Senado e do Núcleo de Assessoramento da Mesa do Congresso, Alcolumbre considerou que não houve qualquer erro na condução da votação por parte de Viana.

“Numa votação simbólica, a apuração dos votos resulta de uma apreciação do presidente a respeito do posicionamento do plenário em face do quórum de presença computado no painel. O presidente observa o comportamento do plenário e proclama o resultado, independentemente de contagem nominal dos votos”, disse o senador.
“É evidente que, nos casos em que seja observada a flagrante maioria contrária, o presidente deve ter o cuidado de observar se ela não constitui mais da metade dos presentes no painel, a fim de proclamar com responsabilidade o resultado correto da votação. Esse sempre foi o procedimento adotado neste Parlamento”.
O presidente do Senado ressaltou que mesmo que 14 parlamentares tivessem se manifestado contra a quebra dos sigilos de Lulinha, como disse a base governista, esse número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria.

“Isso porque o quórum de presença no momento, registrado pela Advocacia e pela Secretaria-Geral da Mesa, mostrado no painel e verificado na votação anterior, era de 31 parlamentares. A maioria, com esse quórum, portanto, equivale a 16 parlamentares“.

Dessa forma, pontuou Alcolumbre, mesmo que se considere que o presidente da CPMI se equivocou na contagem daqueles que se levantaram contra os requerimentos, o número de votantes contrários, demonstrado pelos autores, não seria suficiente para ganhar a deliberação.

“Diante desse quadro, e considerando o parecer da Advocacia do Senado, cujos argumentos se alinham à presente decisão, esta presidência concluiu que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI do INSS não se mostra evidente e inequívoca, razão pela qual, em respeito aos precedentes todos da Casa, não se faz necessário no presente momento uma intervenção da presidência da Mesa do Congresso no procedimento adotado na reunião de 26 de fevereiro de 2026”, concluiu Alcolumbre.

A oposição celebrou a decisão do presidente do Senado. A CPMI do INSS investiga o esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões.

Por o antagonista

  Publicado em: Política

Iracema Vale participa da aula  inaugural do Projeto Fundação Digital

Publicado em   03/mar/2026
por  Caio Hostilio

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A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (MDB), participou, nesta terça-feira (03), da aula inaugural do Projeto Fundação Digital, que marcou o início das atividades da primeira turma do curso de Fundamentos de Análise de Dados. Ao todo, 60 estudantes foram selecionados para esta etapa inicial da formação.

Durante o evento, a presidente ressaltou a relevância da iniciativa para ampliar as oportunidades da juventude maranhense.

“É um curso muito importante porque a análise de dados está entre as áreas mais requisitadas pelo mercado de trabalho. Além da qualificação, os alunos contam com uma bolsa que garante suporte durante o período do curso. O governador Carlos Brandão é um governador de parceria, e a Fundação da Memória Republicana está de parabéns por essa ação, viabilizada por meio de emenda da deputada federal Roseana Sarney”, destacou Iracema Vale.

O projeto tem como objetivo preparar jovens maranhenses para atuar no setor de tecnologia, segmento em constante expansão e com alta demanda por profissionais qualificados. A formação é gratuita, inclui o desenvolvimento de competências técnicas e habilidades socioemocionais, além de oferecer bolsa-auxílio no valor de R$ 768,00, assegurando melhores condições de permanência aos participantes.

Empregabilidade

O presidente da FMRB, Kécio Rabelo, ressaltou que o curso tem foco na empregabilidade. “A análise de dados é uma grande demanda do mercado e, também, da gestão pública. É uma mão de obra que o Brasil e o Maranhão precisam, e estamos oferecendo essa formação gratuitamente”, destacou.

Ao final do curso, os estudantes também receberão apoio voltado à empregabilidade, fortalecendo as chances de inserção no mercado de trabalho. O Projeto Fundação Digital integra as ações do Governo do Estado, por meio da Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB), direcionadas à ampliação de oportunidades para a juventude e ao incentivo à inclusão produtiva na economia digital.

  Publicado em: Política

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