O banco Master e suas ligações com poderosos de Brasília…

Publicado em   25/nov/2025
por  Caio Hostilio

Os banqueiros Daniel Vorcaro e Augusto Lima, do Master,, tinham relações nos Três Poderes e trânsito entre políticos.

Vorcaro contratou o escritório de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes. Dois filhos do ministro atuam no escritório. Procurado, o escritório não comentou o assunto.

O ex-presidente Michel Temer, que indicou Moraes para a vaga no STF, também trabalha como consultor para o banqueiro.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, é outro que já esteve na folha de pagamento de Vorcaro. Ele foi contratado para o comitê consultivo estratégico quando deixou o Supremo.

No meio político, do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), ao líder do PP, Ciro Nogueira (PI), o banqueiro tinha acesso à alta cúpula do poder.

Foi na Bahia — estado que representa o coração do petismo no Nordeste — que nasceu o Credcesta, um cartão de crédito consignado com benefícios para servidores públicos e outros convênios, a galinha dos ovos de ouro do Master.

Apesar dos contatos influentes, a operação deflagrada hoje não surpreendeu ninguém em Brasília. Há tempos se apostava que a PF bateria na porta de Vorcaro. Agora é colocar em curso a operação “salve-se quem puder”.

Informações do Metrópoles

  Publicado em: Política

Malafaia diz que Moraes prendeu Bolsonaro para abafar caso Banco Master

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

Pastor classificou a decisão como “covardia” e afirmou que a mulher e os filhos do ministro do STF são advogados de “gente grande em Brasília envolvida” na fraude

O pastor Silas Malafaia afirmou no sábado (22.nov.2025) que a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seria uma estratégia do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para desviar a atenção do caso envolvendo o Banco Master. A manifestação foi feita em uma publicação no X (ex-twitter), depois de Bolsonaro ser detido por tentar violar a tornozeleira eletrônica que usava durante cumprimento de prisão domiciliar.

“Ele [Moraes] está desviando o foco da roubalheira do Banco Master, do corrupto, que roubou mais de R$ 12 bilhões, cuja mulher de Alexandre Moraes e os filhos são advogados e um monte de gente grande em Brasília envolvida”, afirmou.

O caso do Banco Master, mencionado por Malafaia, envolve uma suspeita de fraude estimada em aproximadamente R$ 12 bilhões. A situação resultou na prisão de Daniel Vorcaro, presidente da instituição, no início desta semana. Conforme investigações da PF (Polícia Federal), o banco teria vendido carteiras de crédito falsas ao BRB (Banco de Brasília), que pagou por créditos sem perspectiva de retorno.

Para Malafaia, Moraes se baseou inicialmente na vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e não na violação da tornozeleira. “Quer dizer que o Flávio convoca uma vigília de oração e Bolsonaro é preso. Quer dizer que convocar manifestação pacífica é motivo de prender o outro, que não tem nada com isso?”, questionou.

O pastor criticou a ação que resultou na condenação do ex-presidente a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe. Ele classificou a decisão como “covardia”.

“Essa farsa desse inquérito, desse processo que o Fux bem denunciou. Vou lembrar vocês, só pra vocês saberem, a maldade, a covardia e a injustiça. Alexandre Moraes deu uma entrevista para ‘O Globo’ dizendo que era vítima de um complô para assassiná-lo. Ué, se ele é vítima, jamais poderia presidir um inquérito. É nulo o Código de Processo Penal, artigo 254”, afirmou Malafaia, que mantém contato com os filhos do ex-presidente.

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  Publicado em: Política

Atos cinematográficos para esconder a realidade!!! PF reforça defesa aérea no DF com arma anti-drone após prender Bolsonaro

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

O uso da tecnologia não é novo. O mesmo tipo de armamento foi acionado pela corporação durante a posse de Lula e na COP 30

A presença de uma arma anti-drone na área externa da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, chamou atenção no sábado (22/11), poucas horas após o ex-presidente Jair Bolsonaro ser preso preventivamente.

O equipamento foi registrado pelo fotojornalista Breno Esaki, do Metrópoles, no momento em que um agente retirava a arma de dentro de uma viatura oficial.

A PF mantém, na superintendência, protocolos de defesa aérea semelhantes aos empregados em grandes eventos e em operações de alto risco.

DroneGun Tactical

O uso da tecnologia não é novo. O mesmo tipo de armamento, conhecido como DroneGun Tactical, foi acionado pela corporação durante a posse do presidente Lula, em janeiro de 2023, quando um drone que sobrevoava uma área proibida foi neutralizado.

A arma voltou a ser utilizada com intensidade neste ano, durante a COP30, em Belém. A conferência internacional exigiu a montagem de um sistema robusto de defesa aérea, coordenado pela PF no Centro Integrado de Controle de Aeronaves Remotamente Pilotadas e Contramedidas (CIC-ARP/CM), com participação do Exército, Marinha, Força Aérea e forças de segurança estaduais.

No evento, a corporação adotou tecnologia capaz de detectar drones a até 10 km de distância e neutralizá-los quando se aproximam a cerca de 2 km de áreas sensíveis.

A barreira eletrônica foi instalada no Aeroporto Internacional de Belém, no Parque da Cidade, no Porto Miramar, no Porto de Outeiro e também acompanhou os deslocamentos da comitiva presidencial, formando uma espécie de “bolha móvel” de proteção.

Vigilância

A arma flagrada em Brasília funciona da mesma forma. O equipamento rastreia drones por frequência e ondas de rádio, intercepta o sinal de comando e assume o controle do aparelho.

Dependendo do caso, o operador pode forçar o pouso imediato ou obrigar o drone a retornar ao ponto de partida, o que permite localizar e identificar quem está pilotando.

O dispositivo pesa cerca de 7 kg, possui antenas direcionais e um painel de controle visual e sonoro para guiagem de precisão. Além dos rifles anti-drone, a PF também emprega jammers, aparelhos menores que bloqueiam sinais remotos e GPS.

Embora tenham alcance mais curto, são úteis para impedir sobrevoos em áreas restritas e reduzir o risco de entrada de equipamentos não tripulados, tecnologia já usada em presídios paulistas para impedir que facções lancem celulares e drogas dentro de unidades prisionais.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Bolsonaro recusa alimentação da PF enquanto aguarda decisão judicial

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

  Publicado em: Política

Para revolta de Moraes e os lulistas!!! Quaest: nas redes sociais, maioria dos posts foi contra a prisão de Bolsonaro

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

Levantamento indica que detenção do ex-presidente teve maior repercussão online do que o julgamento do STF no qual foi condenado

A maioria dos brasileiros que se manifestaram nas redes sociais são contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo monitoramento da Quaest divulgado neste domingo (23).

O levantamento mostra que 42% pensam desta forma, contrária. Já 35% são a favor da prisão preventiva expedida no último sábado (22) por violação da tornozeleira eletrônica. Outros 23% se mostram neutros sobre a questão.

Perfis de esquerda elogiaram a atuação das instituições. Já os de direita denunciaram uma perseguição política.

As menções atingiram o pico entre 9h e 11h de ontem. A medição aconteceu até 14h. A prisão começou a ser noticiada por volta das 7h.

Foram coletadas 447 mil postagens, de mais de 128 mil autores, que alcançaram um público estimado de 116 milhões de contas.

Parlamentares

Entre os congressistas, a maior parte das postagens é de governistas.

No período analisado, foram 73 perfis pró-governo, 12 de centro e 50 de oposição.

 

  Publicado em: Política

O quê vale é a narrativa da vingança!!! Desmontando a decretação da prisão preventiva de Jair Bolsonaro

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

A prisão de Bolsonaro não ocorreu por causa da tornozeleira, mas pelo planejamento que nunca houve de um crime que não foi cometido

O enredo todo é estranho, e a prisão não foi decretada por causa da tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, mas pelo planejamento que nunca houve de um crime que não foi cometido.

Na sua ordem de prisão, Alexandre de Moraes alega que a vigília de orações em prol de Bolsonaro, convocada pelo filho Flávio, visava a repetir o modus operandi dos acampamentos golpistas de janeiro de 2023. Na adivinhação do ministro, seria para causar tumulto e facilitar a fuga do ex-presidente da prisão domiciliar.

Para compor a sua peça, Alexandre de Moraes recorre aos casos dos fugitivos Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem e também à história de que Jair Bolsonaro cogitou pedir asilo à Argentina.

O ministro também afirma, na justificativa da prisão preventiva de Jair Bolsonaro, que a embaixada dos Estados Unidos é próxima da casa do ex-presidente (13 quilômetros de distância) e que poderia ser alcançada em 15 minutos.

No frenesi de sábado, a imprensa tentou transformar a tentativa de violação da tornozeleira em principal motivo para a decretação da prisão preventiva, mas, ao que tudo indica, ela foi enfiada às pressas no despacho de Alexandre de Moraes, depois que o texto da ordem de prisão já estava pronto. A tentativa só veio a calhar para maquiar a aparência da arbitrariedade, desde que não se entrasse em pormenores, que nada têm de menores.

É curioso, para não dizer assombroso, que ela apareça lateralmente, quase como nota de rodapé, porque a tentativa de violação da tornozeleira, e a imprensa notou isso logo, embora não tenha dado o braço a torcer, seria o único motivo razoável para que a prisão preventiva pudesse ser decretada, uma vez que constitui falta grave.

Solitária como a estrela do Botafogo, a razão possivelmente concreta para a ordem drástica de Alexandre de Moraes é também o fato que desmonta de vez a tese de que a vigília de orações foi convocada para facilitar a fuga do ex-presidente da prisão domiciliar.

Isso, claro, se houvesse alguém na imprensa disposto hoje a desmontar qualquer decisão do Supremo quanto a Jair Bolsonaro, a maior causa dos males nacionais, de acordo com todos os democratas brasileiros. Tudo bem, vou para o abate na área dos comentários sempre elegantes que acompanham esta coluna.

Atente-se à cronologia dos fatos. O alerta de que havia algo de errado na tornozeleira foi aceso passados oito minutos da meia-noite do sábado. Constatou-se que Jair Bolsonaro havia queimado a caixa do equipamento, não a tira que o mantém preso à sua perna, e a tornozeleira foi trocada logo em seguida.

Tentativa de violação por volta da meia-noite, muito bem. A vigília de orações, por sua vez, foi convocada por Flávio Bolsonaro para começar depois das 19h do sábado. Está lá, naquele vídeo com a fala do senador que emana eflúvios do Antigo Testamento.

Se você ainda não se perguntou, eu me pergunto: que plano estrambótico era esse, segundo o qual Jair Bolsonaro se livraria da tornozeleira quase vinte horas antes de começar uma movimentação popular supostamente feita sob medida para criar uma confusão que propiciasse a fuga dele?

Aliás, a cronologia não sustenta a ordem de prisão, nem tampouco a distância que separa o local marcado para a vigília de orações da entrada do condomínio onde fica a casa de Jair Bolsonaro: bem mais de meio quilômetro de distância.

É isto, senhoras e senhores: a PF, a PGR e o ministro Alexandre de Moraes convenceram a torcida já convencida de antemão de que Jair Bolsonaro fugiria depois de quase vinte horas da violação da tornozeleira, esperando que ela não fosse notada e aproveitando-se de um tumulto causado pelo que seria uma falsa vigília de orações a ser feita a mais de cinco campos de futebol do condomínio onde o ex-presidente mora.

Imagino que, na suposição extravagante dos envolvidos na decretação da ordem de prisão, a fuga de Jair Bolsonaro seria à la O.J Simpson: o ex-presidente fugindo a alta velocidade em direção à embaixada americana, com a PF no seu encalço tarde demais para evitar que ele entrasse em território diplomático inviolável, a cena toda filmada de helicóptero.

Talvez, na imaginação ainda mais afoita de alguns dos nossos defensores da lei e da ordem, pudesse até ocorrer troca de tiros entre agentes federais e os marines que fazem a segurança da embaixada, enquanto o carro do ex-presidente atravessava o portão do prédio aberto às pressas. Mission accomplished, Mr. President.

A defesa de Jair Bolsonaro disse que o ex-presidente estava em surto quando tentou abrir a tornozeleira, efeito colateral dos remédios que lhe foram prescritos,. Achava que havia uma escuta dentro do equipamento e que jamais cogitou fugir. Como ele não tentou arrancá-la da sua perna e dada a personalidade naturalmente paranóica de Jair Bolsonaro, a explicação faz sentido.

Já o único sentido da ordem de prisão preventiva, na minha cada vez mais modesta e temerária opinião, foi minorar o sentimento de impotência de quem deixou Alexandre Ramagem fugir para os Estados Unidos (Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro entrara para dourar a pílula). Era preciso mostrar que não se brinca com os homens, não.

Nem que para isso fosse preciso criminalizar a liberdade garantida pela Constituição de cidadãos espernearem contra decisões da Justiça, inclusive cidadãos bolsonaristas. E a vigília foi, assim, adivinhada como ato criminoso, ilícito, atentatório ao Poder Judiciário, que não parece estar mais nem abaixo do Poder Divino, a julgar pelo tom e pelos adjetivos usados pelo ministro. Aliás, diga-se nem tanto de passagem, o senador Flávio Bolsonaro também virou cabra marcado, visto que teria convocado ato criminoso. A Constituição, ora a Constituição, desde 2019 ela só vale para quem merece.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Caxias: Gentil Neto é um prefeito diferenciado….

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

Gentil Neto veio para mostrar como um prefeito diferenciado age com ações em prol de sua cidade e de sua gente.

Tem o estilo de mãos na massa e viver a felicidade em conjunto com povo. Numa descontração contagiante.

Com a mão na massa, gosta de está nos canteiros de obras e até pegar no maquinário para fazer o trabalho do operador.

Gentil Neto não força a barra ou age com demagogia. Ele age por sua simpatia, humildade, simplicidade e por sua jovialidade contagiante.

Com toda essas suas características, vem cumprimento com suas promessas e até estendendo com mais obras e ações em prol dos avanços que Caxias e os caxienses merecem…

  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo!!! Deputado Neto Evangelista e a luta contra a violência contra a mulher…

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

Primeiramente, quem assiste esse vídeo abaixo, não tem como se revoltar com a covardia desse monstro contra a sua própria mulher.

É algo repugnante, asqueroso e, muito revoltante, principalmente por se sentir impotente diante de uma covardia de um monstro que borra todo diante de homem.

A luta do deputado Neto Evangelista contra a violência às mulheres é grandiosa e salutar, cujos resultados são satisfatórios conforme seu pronunciamento no vídeo, mas é como ele alerta: É preciso denunciar e, assim, levar esses covardes para cadeia.

Que esse vídeo abaixo estimule as mulheres que sofrem violência denunciem e ajudem a colocar esses valentões de araque na cadeia.

É repugnante!!!

Essa luta é todos…

  Publicado em: Política

Dois pesos e duas medidas!!! Fernando Collor de Mello não foi punido por Alexandre de Moraes após desligar tornozeleira

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

O tratamento de Moraes ao Bolsonaro é regido pela vingança, ódio, rancor e o desejo de destruí-lo…

Fernando Collor de Mello – Foto: Senado Federal

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, antecipou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após ele tentar violar a tornozeleira eletrônica na madrugada de sábado, 22 de novembro. No entanto, o mesmo ministro do STF esqueceu que o ex-presidente Fernando Collor de Mello desligou a própria tornozeleira e não foi punido!

De acordo com apurações do jornal ‘Metrópoles’, o ex-presidente Fernando Collor de Mello ficou 36 horas desconectado da tornozeleira há seis meses, e Alexandre de Moraes, que também é o relator do processo, não tomou a mesma decisão que tomou contra Jair Bolsonaro.

A defesa de Fernando Collor disse, há época, que o desligamento da tornozeleira não foi intencional, e aconteceu no período em que o ex-presidente ainda estava se adaptando ao equipamento. Vale lembrar que o ex-presidente foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

Desde maio, Collor está em prisão domiciliar desde. Fernando foi enviado para casa, com uso de tornozeleira eletrônica, após ser detido em Maceió.

Jair Bolsonaro

A defesa de Jair Bolsonaro, no entanto, chegou a usar o caso Collor no pedido de prisão domiciliar protocolado na sexta-feira (21). O advogado de Jair, Paulo Cunha Bueno, argumentou que os casos dos dois ex-presidentes são semelhantes.

+No pedido, ele mencionou o ‘delicado estado de saúde’ de Bolsonaro, agravado pelas sequelas do atentado à faca de 2018, e a falta de condições seguras para permanência em um presídio, buscando o mesmo benefício concedido a Collor, a ‘prisão domiciliar humanitária’.

  Publicado em: Política

Família Bolsonaro sai de cena e o jogo muda?

Publicado em   24/nov/2025
por  Caio Hostilio

Questão da tornozeleira eletrônica revela a incapacidade que o ex-presidente tem de perceber a realidade e construir estratégias

Neste final de semana, uma pergunta desafiou analistas. Afinal, a prisão de Jair Bolsonaro terminou ou começou um processo político?

Por todos os ângulos que se olhe, a questão da tornozeleira eletrônica revela a incapacidade que o ex-presidente tem de perceber a realidade, fixar objetivos e construir estratégias. Estando em surto ou não ao tentar romper a tornozeleira, Bolsonaro tem suas faculdades colocadas em dúvida.

Isso não muda o fato de que tudo o que o ex-presidente Jair Bolsonaro faz tem repercussão e influência sobre 2026. Mas serve para moderar as expectativas a respeito do protagonismo que ele pode ter no futuro imediato.

Hoje, a aparição e Bolsonaro tem influência positiva para Lula no cenário de reeleição.

Foi só crescer a sombra do bolsonarismo que o jogo inverteu o sinal: anistia, tarifaço dos EUA e PEC da blindagem trouxeram Lula de volta para o patamar competitivo, embora no seu limite mínimo (31%).

Entretanto, a influência de Bolsonaro no processo político se tornará cada vez mais incidental e indireta, ou seja, ele vai se tornar mais um contexto, uma agenda de políticas públicas, do que um ator.

Por o antagonista

  Publicado em: Política

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