Informativo

Publicado em   31/ago/2015
por  Caio Hostilio

Glalbert Cutrim solicita reforma de ginásio na cidade de Cantanhede

glalbertO deputado Glalbert Cutrim (PRB) solicitou ao Governo do Estado, através da Secretaria de Esporte e Lazer, a reforma do ginásio poliesportivo Roseana Sarney, localizado no município de Cantanhede.  Uma das mais antigas e tradicionais praças esportivas da cidade, o ginásio, devido a ação do tempo, encontra-se com sua estrutura física bastante deteriorada, o que prejudica a prática de qualquer modalidade esportiva, colocando em risco também a segurança dos usuários.  A reforma do ginásio foi uma reivindicação feita ao deputado pela classe política e moradores do município.  “Com a reforma, além da retomada das atividades esportivas, será possível promover novas competições, inclusive contando com o apoio do próprio governo estadual. Tenho certeza que o governador Flávio Dino e o secretário Márcio Jardim irão atender esse nosso pedido, que é uma reivindicação dos moradores de Cantanhede”, afirmou o parlamentar.

Conferência exibe avanços na saúde de Santa Inês

Conferência de Saúde1A XI Conferência Municipal de Saúde, realizada na última quinta-feira (27/08), pela Secretaria de Saúde da Prefeitura de Santa Inês, aconteceu como um marco na Administração Municipal. Nela, foram mostrados números que comprovam relevantes avanços no quadro da saúde a partir do ano de 2013. O evento faz parte das normas do Ministério da Saúde e além de palestras, debates e plenárias, serviu para eleição dos delegados que representarão o município na Conferência Estadual de Saúde, que acontece em outubro, em São Luís. A programação da conferência em Santa Inês iniciou com credenciamento dos participantes. Em seguida, foi formada a mesa, com a presença do coronel João Machado, comandante do 7º Batalhão de Polícia Militar; do médico cardiologista Thomaz Neto, diretor do Hospital Tomaz Martins; do coordenador do Fórum Popular em Defesa do SUS, Iraquitan Oliveira da Silva; do vereador Victor Thágore, representando os demais vereadores de Santa Inês. Compuseram ainda a mesa Franklin Seba, secretário de Articulação Política, representando o prefeito Ribamar Alves; Ana Josélia Gaioso, secretária municipal de Saúde; Francisco de Assis Pereira dos Santos, presidente do Conselho Municipal de Saúde de Santa Inês; e Marcos Luís de Sousa Correia, gestor regional de Saúde. POSITIVIDADE –  Na palestra “Saúde pública de qualidade para cuidar das pessoas. Direito do povo de Santa Inês”, proferida pela secretária municipal de Saúde, Ana Josélia Gaioso, dados importantes da saúde de Santa Inês foram apresentados. De acordo com a apresentação, o quadro de médicos foi ampliado de oito (em 2013) para 24 profissionais. Odontólogos eram seis (2013) e atualmente são 13. Foram implantados programas como o Saúde na Escola, que já atendeu a quase 20 mil estudantes; o Programa de Saúde Bucal, que foi reativado e hoje conta com 13 equipes no Município. As reformas, ampliações e construções de novos postos de saúde também tiveram avanços. Foram e estão sendo construídos novos postos na zona rural e na sede do município, com destaque as Unidades Básicas de Saúde do bairro São Benedito e povoado Poção da Juçara (já em funcionamento), Vila Conceição e Bairro Canaã (em fase de conclusão e aparelhamento). Entre as reformas, destaque para o Centro de Saúde Djalma Marques (totalmente remodelado e readequado para o atendimento); e Centro de Especialidades Odontológicas, que foi reformado, ampliado e aparelhado com novos equipamentos. Durante a palestra, a secretária enfatizou também o término das filas para marcação de consultas. “Uma das principais conquistas obtidas na atual gestão do município foi o fim das filas. Aquilo era um sofrimento muito grande para a população. Uma indústria de venda de senhas, onde as pessoas eram humilhadas e tinham que ficar a madrugada inteira tentando esperar para marcar uma consulta com um médico. Hoje em dia não existe mais isso. A população tem acesso livre à Central de Marcação e todos conseguem fazer seu agendamento”. Outra palestra do evento foi proferida pelo coordenador do Fórum Popular em Defesa do SUS, da Cidadania e do Controle Social do DF e Entorno. Iraquitan Oliveira da Silva, que falou sobre os eixos “Direito à saúde, garantia de acesso e atenção de qualidade e participação social” e “Gestão do SUS, modelo de atenção à saúde e reformas democráticas e populares do Estado”.

Hildo Rocha garante apoio às reivindicações dos Peritos Criminais Federais

DSCN9243BIntegrantes da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais se reuniram, neste fim de semana, com o deputado Hildo Rocha, para pedir o apoio do parlamentar no que se refere às reivindicações da categoria que tramitam na Câmara Federal. Participaram do encontro, Afonso Bonn, Gerson Vasconcelos Malagueta, José de Carvalho Azevedo Filho e Lucian Fidélis.  Existem três Propostas de Emendas Constitucionais que afetam diretamente a categoria, destacaram os peritos: PEC 64/201, que fixa parâmetros para a remuneração da Carreira de Perito Criminal Federal; PEC 117/2015, que propõe a transformação da perícia federal em órgão independente; e PEC 443/2015 que altera a lei da isonomia salarial entre peritos e delegados da polícia federal.  Hildo Rocha ressaltou que reconhece a importância do trabalho dos peritos criminais federais e se comprometeu a apoia-los. “É necessário que esses profissionais tenham boas condições de trabalho e salários compatíveis com a complexidade e as responsabilidades das tarefas que executam. Portanto, vou me empenhar para que as reivindicações da categoria sejam aprovadas na Câmara e, posteriormente, no Senado Federal”, afirmou o deputado.  Falando em nome da categoria, José de Carvalho Azevedo Filho explicou que o objetivo dos profissionais da perícia criminal federal é assegurar direitos e obter melhores condições de trabalho.  “Ficamos satisfeitos porque o deputado prontamente se comprometeu a defender as PECs de interesse dos peritos criminais federais”, destacou Azevedo Filho.

MPMA propõe ação de improbidade contra ex-secretário de Educação, Anselmo Raposo

Anselmo Raposo e seis assessores promoveram dispensa indevida de licitação em contrato de R$ 17 milhões. O ex-secretário de Educação do Maranhão, Anselmo Raposo, e outros seis assessores da secretaria à época de sua gestão, em 2010, estão sendo alvo de uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Maranhão, no dia 29 de julho. O motivo da ação foi a dispensa indevida de licitação para a contratação do Instituto Maranhense de Educação Continuada Assessoria e Planejamento (Imecap), no valor de R$ 17.658.132,95, com a finalidade de prestação de serviços voltados à execução do programa de modernização da gestão do sistema educacional público do Estado do Maranhão. O processo, que corre junto à 5ª Vara da Fazenda Pública da capital, encontra-se em fase de apresentação de defesa prévia pelos réus, que foram notificados em 17 de agosto e têm 15 dias para se manifestar. Chamou a atenção do promotor de justiça Lindonjonson Gonçalves de Sousa, que responde pela 28ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da Probidade Administrativa, o fato de que apenas uma semana após a assinatura do contrato, publicado no Diário Oficial de 30 de junho de 2010, a Seduc pagou ao Imecap uma fatura no valor de R$ 8.692.523, exatamente no dia 8 de julho do mesmo ano. Ou seja, o instituto recebeu 50% do valor do contrato por um serviço que não tinha sequer iniciado. Na época, após a repercussão negativa do caso, a própria Procuradoria Geral do Estado (PGE) emitiu parecer reconhecendo as ilegalidades cometidas pelos gestores da secretaria de Educação. Subscrito pelo procurador Ricardo Gama Pestana, o documento recomendou a imediata suspensão do contrato e a devolução do valor pago antecipadamente. DISPENSA INDEVIDA DE LICITAÇÃO – Para efetivarem a dispensa do processo licitatório, os gestores da Secretaria de Educação acionados justificaram que o Imecap seria instituição detentora de “inquestionável reputação ético-profissional e sem fins lucrativos”, conforme prevê a Lei de Licitações. Em seu artigo 24, o dispositivo legal aborda os casos em que a licitação é dispensável. Uma justificativa técnica, assinada pela superintendente de Informática, Glenda de Lourdes Ferreira dos Santos, pela superintendente de Gestão Educacional, Zélia Maria Mendonça Pereira, e pelo secretário–adjunto de Gestão Educacional, Luís Fernando Araújo da Silva, apontou, ainda, o preço apresentado pelo Imecap (abaixo dos propostos por outras instituições sondadas) e a “parceria histórica” entre as duas partes (Seduc e Imecap) como motivadores da dispensa de licitação. Para o Ministério Público, no entanto, a Seduc demonstrou de forma superficial a capacidade operacional do Imecap, pois “não apresentou comprovação de suas atividades na área, nem aptidão para a execução do objeto pretendido pelo contrato”. Além disso, na Ação Civil Pública, é observado que o pagamento antecipado de valores violou artigos da Lei nº 4.320 e do Decreto 3.964/69, que exigem a efetiva prestação de serviço ou entrega de material adquirido como condição indispensável para o dispêndio de recursos públicos. “É injustificável que um contrato dessa magnitude tenha sido direcionado para uma entidade, dada como sem fins lucrativos, sem reputação, sem objeto, sem atividade específica relacionado ao objeto, com pagamento antecipado de uma fatura tão alta”, comentou o promotor de justiça Lindonjonson Goçalves de Sousa. GESTORES ACIONADOS – Figuram como alvo da ação do Ministério Público, além do ex-secretário Anselmo Raposo, os seguintes gestores de sua equipe à época: Luis Fernando Araújo da Silva (secretário-adjunto de Gestão Educacional), Zélia Maria Moreira Mendonça Pereira (superintendente de Gestão Educacional), Glenda Lourdes Santos (superintendente de Informática), Ivson Brito Maniçoba (superintendente de Assuntos Jurídicos), Erick Janson Vieira Monteiro Marinho (supervisor de contratos de convênios) e Maria das Graças Magalhães Tajra (secretária-adjunta de Ensino). PENALIDADES – Como penalidades aos acionados, o Ministério Público requereu à Justiça que eles sejam obrigados a ressarcir o Estado do Maranhão no montante equivalente ao prejuízo efetivamente sofrido pelo erário, ou seja, R$ 17.365.045,09, que corresponde ao valor da contratação do Imecap. Também podem ser punidos com as penas previstas no artigo 12 da Lei n° 8.429/92 (a Lei de Improbidade administrativa), que são perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Resolução da ANP

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