Diante das perguntas de um relator corrupto, que quer porque quer que o depoente responda dentro do que ele espera, o diretor da Pfizer terminou se contradizendo e revela que não havia como entregar vacinas ao Brasil em 2020: “A vacina não era aprovada ainda pela FDA, não tinha como mandar”… Assim segue uma CPI comandada por corruptos e visam as eleições de 2022.
O diretor da farmacêutica Pfizer, Carlos Murillo, entrou em contradição mas suas declarações e revelou que não havia como entregar doses em 2020, como apontado pela esquerda como forma de crítica ao presidente Jair Bolsonaro.
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