Arquivo de outubro de 2026

Flávio reage e vai a 52% contra 48% de Lula, diz PoderData/Aya

Postado por Caio Hostilio em 19/out/2026 - Sem Comentários

A 6 dias do 2º turno, candidato do PL abre 4 pontos de vantagem sobre o petista nos votos válidos e decisão segue com placar apertado

Pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta 2ª feira (19.out.2026), mostra que as intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) avançaram em 3 dias. Agora, o candidato da direita tem 52% dos votos válidos ante 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de esquerda.

A pesquisa foi realizada de 16 a 18 de outubro, com 3.000 entrevistas e margem de erro de 1,8 ponto percentual. A diferença entre Flávio e Lula, portanto, está além da margem de erro do levantamento. Parte do levantamento já captou o impacto da entrevista dada por Roberta Luchsinger à CNN na noite de sábado (17.out.2026) criticando Lula.

O estudo mostra uma mudança no cenário. Depois do 1º turno de 4 de outubro, Flávio saiu à frente com 6 pontos percentuais de vantagem na primeira pesquisa PoderData/Aya para esta fase da campanha. Na sequência, Lula avançou e a distância entre eles caiu e eles ficaram empatados com 50% cada um. Agora, Flávio retoma a dianteira da disputa pelo Palácio do Planalto. A distância entre os 2 está em 4 pontos percentuais, com vantagem para o candidato do PL

Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 695 municípios das 27 unidades da Federação de 16 a 18 de outubro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-02586/2026.

Leia a materia completa aqui

Lobista chama Lula de “mau caráter” e diz que quer fazer delação: “Não vou poupar ninguém”

Postado por Caio Hostilio em 19/out/2026 - Sem Comentários

A empresária e lobista Roberta Luchsinger afirmou, em entrevista à CNN na noite deste sábado (17), que gostaria de firmar um acordo de delação premiada no âmbito dos inquéritos em que é investigada pela Polícia Federal (PF).

Caso a colaboração avance, ela diz que não pretende poupar ninguém, inclusive o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com quem mantém relação de amizade e sociedade. Roberta também afirmou que pode fornecer informações que, segundo ela, não estão nos aparelhos e documentos apreendidos durante as investigações.

A possibilidade de uma delação ocorre em meio ao agravamento do conflito público entre a lobista e o presidente. Roberta acusa Lula de mentir sobre a relação entre os dois e de usar sua posição para atribuir a ela responsabilidades que, segundo afirma, não seriam suas.

Em duas entrevistas, o presidente a chamou de “pilantra” e disse não conhecê-la. A empresária reagiu afirmando que, se Lula não se lembra dela, pode estar “esclerosado”. Ela também o classificou como “mau caráter”, em uma série de declarações nas quais nega ter cometido irregularidades e sustenta que vem sendo ameaçada desde que seu nome passou a aparecer nas investigações.

Roberta tem 41 anos, é empresária e lobista e se aproximou do PT a partir de 2017, quando Lula enfrentava processos relacionados à Operação Lava Jato. Em 2018, concorreu a deputada estadual por São Paulo pelo partido, mas não foi eleita. Sua proximidade com Lulinha, filho mais velho do presidente, é um dos pontos centrais dos inquéritos que apuram suspeitas de tráfico de influência e tentativas de intermediar negócios com órgãos públicos federais.

Após a entrevista, em nota da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República à CNN Brasil, o presidente Lula disse desconhecer os fatos relatados por Roberta. “Como já esclareceu em outras ocasiões, [Lula] jamais manteve interlocução com ela, nunca recebeu suas demandas e tampouco tem conhecimento de supostas tratativas como as mencionadas. Importante ressaltar que não existe nenhum contrato do governo federal com a Roberta”, diz a nota.

“Causa estranheza que essas declarações sejam lançadas justamente às vésperas do segundo turno da eleição. O Brasil já assistiu, em outros processos eleitorais, a divulgação de denúncias sem comprovação, usadas como instrumento de manipulação da opinião pública. A repetição desse expediente representa uma tentativa irresponsável de tumultuar o processo democrático e interferir na livre escolha dos eleitores”, segue a Secom.

A defesa de Lulinha afirmou que ele não cometeu irregularidades, que disponibilizou seus dados bancários, fiscais e telemáticos à Justiça e que pretende comprovar sua inocência. O advogado do filho do presidente disse ainda que as relações de Lulinha com políticos são pessoais e não envolvem trocas ilegais.

“As recentes insinuações públicas de Roberta Luchsinger são incompatíveis com seu depoimento às autoridades. Isso retrata, mais do que qualquer coisa, sua contrariedade tanto em relação às declarações do Presidente da República sobre seu caráter quanto, de forma compreensível, em relação ao incessante ataque resultante de vazamentos criminosos que têm o evidente objetivo de controlar a pauta da imprensa em período eleitoral”, diz a nota assinada pelo advogado Guilherme Suguimore Santos (veja a íntegra ao final desta matéria).

Reuniões a portas fechadas e contrato de R$ 2 bi

Roberta Luchsinger disse ainda que Lulinha mantinha encontros frequentes com o presidente de uma empreiteira portuguesa no Brasil. Segundo ela, os dois eram vizinhos quando Lulinha morava no país e se reuniam para tratar de negócios, inclusive em sua casa, “a portas fechadas”. Roberta insinuou que os encontros poderiam estar relacionados ao contrato de R$ 2 bilhões da empresa para construir o túnel Santos–Guarujá, em São Paulo.

A obra integra o Novo PAC e tem investimento total estimado em R$ 6,8 bilhões, no modelo de parceria público-privada. A União aportou R$ 2,6 bilhões, enquanto o governo paulista contribuiu com outros R$ 2,7 bilhões.

Roberta insinuou que os encontros poderiam estar relacionados ao contrato de R$ 2 bilhões da empresa para construir o túnel Santos–Guarujá, em São Paulo. A lobista não deu mais detalhes sobre o suposto contrato nem apresentou provas sobre a relação de Lulinha com o representante da empreiteira.

Todo encrencado!!! Em áudio do caso Master-BRB, advogado diz que Vorcaro tinha ‘apoio do presidente’ e ‘do PT’

Postado por Caio Hostilio em 19/out/2026 - 1 Comentário

Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro mostram que o advogado Walfrido Warde alertou o dono do Banco Master, em março de 2025, para uma jogada “da Globo” contra obanqueiro.

Warde mandou um áudio a Vorcaro no dia 30 de março daquele ano. Dois dias antes, o BRB havia anunciado a compra de 58% do capital total do Banco Master. A operação, tanto Warde quanto Vorcaro sabiam, só pararia de pé com a anuência do Banco Central de Gabriel Galípolo, alguém que Vorcaro esperava controlar a partir da influência de Lula no governo.

“A Globo tá querendo, basicamente, quebrar o teu apoio interno dentro do PT. Entendeu? É isso que eles querem. Eles querem tirar o apoio do presidente. Já entenderam que o teu apoio vem do presidente. Então eles querem tirar o teu apoio”, disse Warde, que foi o responsável por aproximar o banqueiro de Lula no famoso encontro fora da agenda no Planalto, meses antes no fim de 2024.

A ação do advogado, vale a ressalva, não tem nada de ilegal. Ele faz a serviço do cliente uma análise sobre o contexto político que pode influenciar nos negócios do Master.

Lula é citado 20 vezes em mensagens encontradas no celular de Vorcaro

Entre abril de 2023 e julho de 2025, o advogado Walfrido Warde encaminhou a Daniel Vorcaro pelo menos 20 mensagens citando o presidente da República. Os diálogos foram encontrados no celular do  banqueiro e mostram que, por mais de um ano, houve uma intensa negociação com o apoio do Palácio do Planalto para salvar o Master da bancarrota.

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Até Vera Magalhães ver Flavio melhor!!! Quem ganhou o debate da Band, Flávio Bolsonaro ou Lula? Colunistas do GLOBO dão notas e avaliam

Postado por Caio Hostilio em 19/out/2026 - Sem Comentários

O senador recebeu uma nota média 2,3, numa escala que vai de 1 a 5. Já o desempenho do atual mandatário foi classificado com uma nota média 2,2. Quanto maior o número atribuído pelo jornalista, melhor a atuação do candidato. A nota final é calculada a partir de uma média das pontuações atribuídas por cada colunista ao entrevistado.

Leia as avaliações dos colunistas

  • Bela Megale

Lula (Nota 2): Lula demonstrou certo nervosismo, mas tentou caminhar pelas regras do debate, propondo perguntas e respondendo a Flávio, na maioria das vezes. Se atrapalhou no fim e perdeu oportunidades.

Flávio Bolsonaro (Nota 2): Flávio demonstrou mais desenvoltura, mas optou por não responder a praticamente nenhuma pergunta de Lula e retrucava com acusações sem nexo com os temas tratados.

  • Bernardo Mello Franco

Lula (Nota 2): Lula se atrapalhou desde o início do debate, quando se esqueceu de dar boa noite aos apresentadores e ao público. Caiu nas provocações de Flávio e passou imagem de impaciência e nervosismo. Nas considerações finais, estourou o tempo e não concluiu a fala nem pediu voto ao eleitor.

Flávio Bolsonaro (Nota 2): Flávio foi treinado para não responder absolutamente nada. Ignorou perguntas sobre dinheiro de Vorcaro, mansão em Brasília, vaivém sobre escala 6×1, defesa de PM que matou criança, cartilha Milei e outros temas. Ao gesticular e fazer caretas atrás de Lula, passou imagem de arrogância e desrespeito.

  • Fabio Graner

Lula (Nota 2): Lula começou nervoso o debate, depois equilibrou o jogo com Flávio, mostrou ter mais clareza do que é governar e teve umas boas tiradas, como dizer que Jair Bolsonaro votaria nele e na provocação sobre abertura de contas e sigilos. O presidente se atrapalhou com o tempo em alguns momentos, entre eles nas considerações finais.

Flávio Bolsonaro (Nota 2): Flávio iniciou controlando o jogo, mas se perdeu no personagem provocador em vários momentos e abusou da fuga dos temas e questionamentos, seja no tópico corrupção seja em temas técnicos, como saúde e o fim da jornada 6×1. Surfou bem em temas como segurança e ao explorar a sensação de sufoco de parte da população.

  • Lauro Jardim

Lula (Nota 2): Demorou a sair das cordas no primeiro bloco e pareceu não ter uma resposta treinada para a óbvia citação por Flávio Bolsonaro das acusações feitas no sábado por Roberta Luchsinger. Perdeu diversas oportunidades de acuar o adversário, que fugia das perguntas. No segundo bloco, mostrou-se exaltado, irritadiço, o que não ajuda em nada na tentativa de convencer o eleitorado indeciso. E, nas considerações finais, perdeu tempo atacando a privatização, quando poderia dado alguma mensagem de esperança.

Flávio Bolsonaro (Nota 2): Sua participação no debate teve algumas características marcantes: não respondeu objetivamente a praticamente nenhuma pergunta; abusou da ironia e de frases treinadas para virarem cortes nas redes sociais (“sua vida melhorou ou piorou no governo Lula?”, por exemplo, foi dita duas vezes); fez de tudo para irritar Lula; e conseguiu enfiar em várias respostas propostas sobre segurança pública que são a marca da direita, como a castração química para estupradores.

  • Merval Pereira

Lula (Nota 3): Lula, apesar da experiência de já ter participado de vários debates, não foi bem nesse, decisivo. Foi surpreendente que não tenha se preparado para os ataques sobre a entrevista de Roberta Luschinger.

  • Pablo Ortellado

Lula (Nota 2): Lula foi pouco ágil na primeira parte que foi mais briga de rua do que debate. Depois, defendeu seu legado econômico e de políticas sociais, reafirmando sua identidade política.

Flávio Bolsonaro (Nota 2): Flávio foi arrogante e cínico, desrespeitando o adversário e ignorando as perguntas. Foi disciplinado na orientação de atacar o custo de vida e prometer pulso firme na segurança pública.

  • Thomas Traumann

Lula (Nota 2): Nervoso desde o início em que esqueceu de dar boa noite ao público, o presidente se irritou com a citação à lobista Roberta Luchsinger, demonstrou impaciência com o adversário e não conseguiu apresentar propostas. Melhorou ao longo do evento.

Flávio Bolsonaro (Nota 3): Como desafiante, podia ser arrogante, mas exagerou na dose. Não respondeu a nenhuma pergunta, provocou Lula fazendo caretas e passou a imagem de despreparado. Como está a frente nas pesquisas, saiu-se melhor.

  • Vera Magalhães

Lula (Nota 2): Se confundiu com o tempo, com as regras, caiu na estratégia de Flávio Bolsonaro de passar atrás dele em respostas. Seu melhor momento foi no final do primeiro bloco, quando usou um minuto a mais que teve para elencar realizações de seu governo. Teve uma boa sacada ao sugerir que ambos abram os sigilos para mostrar quem é honesto e ao trazer o exemplo do caos econômico da Argentina, mas mesmo nesses momentos não foi muito claro.

Lula se embananou!!! Flávio encurrala Lula com perguntas sobre Roberta e Lulinha

Postado por Caio Hostilio em 19/out/2026 - Sem Comentários

Candidato do PL pressionou presidente sobre Roberta Luchsinger, questionou paradeiro do filho do petista e o acusou de proteger familiares

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pressionou o presidente Lula (PT) com perguntas sobre Roberta Luchsinger e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante o debate da Band neste domingo, 18. O candidato do PL acusou o petista de proteger o próprio filho e cobrou explicações sobre as investigações envolvendo pessoas ligadas ao caso conhecido como “Careca do INSS”.

Na sequência, Flávio elevou o tom e acusou Lula de proteger Lulinha. O candidato do PL questionou por que o filho do presidente estaria na Espanha e cobrou explicações sobre sua situação diante das investigações. “Você mente uma desenvoltura na frente das câmeras, por trás das câmeras você protege o seu filho”, disparou.

Lula rebateu as acusações e afirmou que eventuais irregularidades devem ser investigadas, inclusive se envolverem integrantes de sua família. O presidente disse acreditar na inocência do filho, mas afirmou que os inquéritos precisam ser apurados. Também declarou que Lulinha deverá prestar depoimento, caso seja chamado. Com certeza acredita na blindagem da PF e do STF. 

Roberta Luchsinger e Lulinha estão no centro do confronto, que passou de uma discussão sobre licença-maternidade para acusações envolvendo familiares e investigações policiais.

Gerp: Flávio Bolsonaro 52% e Lula 48%…

Postado por Caio Hostilio em 16/out/2026 - Sem Comentários

O instituto Gerp divulgou nesta sexta-feira (16) uma nova pesquisa com as intenções de voto para presidente da República no segundo turno das eleições de 2026. Flávio Bolsonaro (PL) soma 52% e Lula (PT) tem 48% das intenções de voto. Eles estão empatados tecnicamente no limite da margem de erro de 2 pontos percentuais.

Na última pesquisa Gerp antes do 1º turno, publicada na véspera da votação (3 de outubro), Flávio aparecia com 46% das intenções de votos válidos e Lula registrava 44%, com margem de erro de 2 pontos percentuais. Nas urnas, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos; Lula 45,16%.

No cenário espontâneo, a pesquisa aponta 7% de entrevistados que não sabem em quem votar.

Pesquisa Gerp de 2º turno presidente da República em 2026

A Gerp fez um cenário espontâneo (quando não são mostrados os nomes dos candidatos) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes) de segundo turno, com resultados em votos totais e votos válidos, estes excluindo brancos, nulos e indecisos.

Cenário espontâneo

  • Flávio Bolsonaro (PL): 49%
  • Lula (PT): 44%
  • Outros: 1%
  • Não sabe: 7%

Cenário estimulado – Votos válidos

  • Flávio Bolsonaro (PL): 52%
  • Lula (PT): 48%

Cenário estimulado – Votos totais

  • Flávio Bolsonaro (PL): 50%
  • Lula (PT): 45%
  • Nenhum deles: 2%
  • Não sabe: 3%
Metodologia das pesquisas citadas
  • 2.400 entrevistados pela Gerp de 14 a 16 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95,55%. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-05187/2026.
  • 2.400 entrevistados pela Gerp de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95,55%. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-00509/2026.

Assistam ao vídeo!!! Canalhice do velho Lula não tem limites: Ameaçou Cleitinho, governador eleitor de MG…

Postado por Caio Hostilio em 16/out/2026 - Sem Comentários

Com o desespero, Lula pratica uma das maiores canalhices já vista na política.

Simplesmente, ameaçou o governador eleio de Minas Gerais e os mineiros, ao dizer que paralisará todas as obras do governo federal em Minas Gerais e que só quer que Cleitinho fique calado nas eleições.

A que ponto chega essa canalhice sem limites de um velho que quer se manter no poder a todo custo e com todo tipo de corrupção.

CHEGA!!!

Mentiras para ludibriar o povo!!! Ônibus de graça de Lula é inconstitucional e inviável

Postado por Caio Hostilio em 16/out/2026 - Sem Comentários

Segundo a Constituição, compete aos municípios organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo

O presidente Lula (foto) anunciou em um vídeo nas redes sociais que vai enviar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ao Congresso para garantir o uso de ônibus de graça aos finais de semana.

A proposta é inconstitucional e inviável politicamente.

“Agora que o Senado aprovou o fim da escala 6×1 e que os trabalhadores terão dois dias de descanso, para ter lazer, para visitar a família, para passear e para descansar mais, eu vou mandar uma PEC também para o Congresso Nacional, garantindo o passe-livre no final de semana para todas as cidades que tiverem transporte coletivo neste país“, afirmou o presidente no vídeo.

Não é função da Presidência garantir transporte público. Quem deve cuidar disso, segundo a Constituição, são os municípios.

Diz o Artigo 30: “Compete aos municípios organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial“.

Caso seja aprovada, a proposta ainda poderia ser derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Congresso

Mas a proposta dificilmente seria aprovada.

Lula ainda parece sorrir no vídeo no momento em que diz que o dinheiro para pagar o passe-livre virá das emendas parlamentares.

“Final de semana, passagem gratuita para você passear tranquilo com a sua família. Onde nós vamos arrumar dinheiro? Aí nós vamos compartilhar com as emendas parlamentares, para a gente poder garantir que o povo vai passear. O povo vai ficar feliz. Os deputados estão dando utilidade às suas emendas e a gente vai garantir que valeu a pena o fim da escala 6X1“, afirmou o presidente, no mesmo vídeo.

Obviamente…

Por o antagonista

Rali: Flávio aparece 2,2 pontos à frente de Lula no agregador de pesquisas do GLOBO

Postado por Caio Hostilio em 16/out/2026 - Sem Comentários

Por O Globo

Bolsonarista tem 47% das intenções de voto, enquanto o candidato à reeleição marca 44,8%

Ferramenta reúne resultados de diferentes institutos para estimar tendências eleitorais e reduzir o peso das oscilações de uma única pesquisa. Flávio Bolsonaro aparece com 47% das intenções de voto, contra 44,8% de Lula, enquanto a avaliação negativa do governo petista supera a positiva

A dez dias do segundo turno presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Rali, agregador de pesquisas eleitorais do jornal O Globo, desenvolvido em parceria com o Instituto Locomotiva. A ferramenta indica 47% para Flávio e 44,8% para Lula, uma diferença de 2,2 pontos percentuais.

O resultado chama a atenção porque oferece uma visão conjunta de diferentes levantamentos, em vez de depender exclusivamente de uma pesquisa isolada. Mas é importante compreender o que esses números representam: o agregador não realiza entrevistas próprias com eleitores para produzir esse percentual. Ele combina informações de pesquisas divulgadas por institutos selecionados, utilizando uma metodologia própria para apresentar uma estimativa consolidada do cenário eleitoral.

A atualização mencionada incorpora as rodadas mais recentes de Datafolha, Quaest e Ipespe. Desde maio de 2026, o Rali vem reunindo dados sobre intenções de voto e avaliação dos governos para acompanhar as mudanças no comportamento do eleitorado.

O que é o Rali e por que ele importa?

O Rali funciona como uma espécie de painel consolidado da opinião pública. Em vez de observar cada pesquisa separadamente, o leitor pode acompanhar uma estimativa que reúne resultados de diferentes institutos e permite visualizar tendências ao longo do tempo. A proposta é reduzir a dependência de um único levantamento e facilitar a compreensão do cenário político.

Consultar Decretos

Isso não significa, porém, que o agregador seja infalível ou que elimine as limitações das pesquisas originais. Os resultados dependem dos levantamentos incluídos, das datas em que foram realizados, das metodologias utilizadas e dos critérios de combinação dos dados. Portanto, o Rali oferece uma leitura integrada, não uma previsão garantida do resultado das urnas.

A diferença de 2,2 pontos percentuais entre Flávio e Lula indica uma vantagem numérica do candidato do PL no agregado. Não significa, por si só, que essa diferença seja estatisticamente conclusiva, nem permite afirmar que Flávio vencerá a eleição. Para avaliar a consistência dessa vantagem, é necessário observar a evolução do indicador, as pesquisas que alimentam o modelo e a distância entre os candidatos ao longo do tempo.

Avaliação do governo Lula acende outro sinal

O agregador também reúne indicadores de avaliação e aprovação do governo federal. Na atualização apresentada, 34,5% dos entrevistados avaliam a gestão Lula como ótima ou boa, enquanto 40,7% a classificam como ruim ou péssima. Outros 23,4% consideram o governo regular e 1,4% não souberam ou não responderam.

Na avaliação de aprovação, 46,8% dizem aprovar o governo, contra 49,2% que o desaprovam. Outros 4,2% não souberam ou não responderam. Esses números sugerem um governo com avaliação negativa superior à positiva e desaprovação numericamente maior que a aprovação.

Esse quadro pode representar uma dificuldade eleitoral para Lula, mas avaliação de governo e intenção de voto não são a mesma coisa. Um eleitor pode desaprovar a gestão e, ainda assim, votar no presidente por identificação partidária, comparação com o adversário ou outros fatores. Da mesma forma, a rejeição ao governo não se converte automaticamente em votos para Flávio.

O que o resultado representa na disputa?

O principal significado do Rali é mostrar que, na estimativa consolidada apresentada, Flávio Bolsonaro aparece à frente de Lula na reta final da campanha. A vantagem de 2,2 pontos é politicamente relevante em uma disputa apertada, mas precisa ser interpretada com cautela: o agregador não substitui as pesquisas individuais nem antecipa o resultado oficial.

Ler Opinião

A ferramenta também permite acompanhar a evolução histórica da popularidade dos governos federais e comparar avaliações políticas com indicadores econômicos, como inflação, desemprego e confiança do consumidor. Seu valor está em reunir informações dispersas e oferecer uma visão mais ampla do ambiente eleitoral.

A conclusão é que Flávio aparece numericamente à frente no agregado, enquanto os indicadores apresentados apontam dificuldades na avaliação do governo Lula. Isso ajuda a compreender o cenário, mas não encerra a disputa. Até a votação, mudanças de campanha, comparecimento eleitoral, transferência de votos e decisões dos eleitores podem alterar o resultado.

Consultar Decretos

Em uma eleição polarizada, o Rali é mais uma ferramenta para acompanhar tendências. O número merece atenção, mas deve ser lido pelo que é: uma estimativa consolidada da opinião pública, não uma contagem antecipada dos votos.

 

Excelente equipe técnica!!! Brandão define nomes para Comissão de Transição

Postado por Caio Hostilio em 16/out/2026 - Sem Comentários

por Jorge Aragão

Depois do governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), ter definido os nomes da sua equipe para a transição, foi a vez do atual governador Carlos Brandão também apontar os gestores que irão integrar a Comissão de Transição.

Brandão acabou disponibilizando praticamente todos os atuais secretários para colaborar com esse período de transição, são eles: Luis Fernando Moura da Silva (Governadoria do Estado), Aline Ribeiro Duailibe Barros (Planejamento e Orçamento), Pedro Carvalho Chagas (Meio Ambiente), Aparício Bandeira Filho (Infraestrutura), Jandira Dias Araújo Silva (Educação), Liliane Neves Carvalho (Saúde), Jeonys Caldas Carvalho Aguiar (Governo), Marcellus Ribeiro Alves (Fazenda), Guilberth Marinho Garcês (Administração), Denilson Souza dos Reis Almeida (PGE), Alberto Pessoa Bastos (Cidades) e Raul Cancian Mochel (Transparência).

A Comissão de Transição Republicana foi instituída para permitir que o candidato eleito ao cargo de governador conheça o funcionamento dos órgãos e entidades da administração pública estadual e prepare os atos de iniciativa da nova gestão.

Conforme a portaria, os órgãos e entidades estaduais deverão disponibilizar à Secretaria Geral da Governadoria, no prazo máximo de dez dias a partir da constituição da comissão, os documentos e as informações previstos na legislação estadual. A secretaria ficará encarregada de consolidar o material recebido e entregá-lo à comissão mediante termo de entrega e recebimento.

Eduardo Braide já havia anunciado que a atual secretária de Educação de São Luís, Carol Marques Salgado, comandará a sua equipe de transição e que além dela estão participando do processo transitório:  José Azzolini, Simão Cirineu, Silvana Santos, Manuela Oliveira Fernandes e David Col Debella. Todos os nomes escolhidos por Braide trabalharam com ele na Prefeitura de São Luís.

Os nomes definidos já foram publicados no Diário Oficial.

É aguardar e conferir.

Contatos

hostiliocaio@hotmail.com

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