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O suspeito pelo assassinato de Mariana Sarney agora é o seu cunhado…

Postado por Caio Hostilio em 14/nov/2016 - Sem Comentários

marianaApós verificação das imagens das câmaras do condomínio onde morava Mariana com o marido e as filhas, apareceu a imagem de seu cunhado Lucas Porto por duas vezes na data de ontem (13).

As primeiras imagens mostram o suspeito chegando com a vítima e suas filhas. Segundo informações, ele teria levado para casa Mariana e as filhas.

Quanto às outras imagens, ele aparece chegando sozinho ao condomínio, logo após ter deixado a cunhada e as filhas.

Lucas Porto encontra-se preso e a Polícia continua com as investigações.

Sobrinha neta de Sarney e assassinada por asfixia…

Postado por Caio Hostilio em 13/nov/2016 - 7 Comentários

img-20161113-wa0069A polícia ainda está investigando o caso, enquanto que o corpo de Mariana Sarney foi removido para o hospital São Domingos.

O corpo de Mariana Sarney foi encontrado hoje (13), em sua residência. Mariana Costa e filha de Sarney Neto, sobrinho do ex-presidente José Sarney (PMDB).

Mariana é casada com Marcos Renato, que é filho do empresário José Renato, dos Laticínios São José. Eles residiam no Turu, com os filhos.

De acordo com as primeiras investigações, Maria teria sido vítima de estrangulamento. A polícia continua investigando.

O marido de Mariana está sendo apontado como o praticante do crime.

Mariana foi encontrada despida e sem vida em sua cama, com marcas de que teria sofrido uma asfixia.

O corpo da jovem encontra-se no Hospital São Domingos.

Quando veremos isso aqui!!! Holanda enfrenta ‘crise penitenciária’: sobram celas, faltam condenados

Postado por Caio Hostilio em 13/nov/2016 - Sem Comentários

Enquanto a maior parte dos países, incluindo o Brasil, enfrenta problemas de lotação, cadeias holandesas estão esvaziando; e há quem não esteja satisfeito com isso.

Da BBC

População carcerária holandesa foi reduzida em 43% nos últimos 10 anos (Foto: BBC)

População carcerária holandesa foi reduzida em 43% nos últimos 10 anos (Foto: BBC)

Enquanto a maioria dos países do mundo enfrenta problemas de superlotação no sistema carcerário, a Holanda vive a situação oposta: gente de menos para trancafiar. Nos últimos anos, 19 prisões foram fechadas e mais deverão ser desativadas em 2017, obedecendo a um decréscimo agudo da população carcerária. Mas há quem veja nisso um problema.

O cheiro de cebolas fritas deixa a cozinha e se espalha pelo pavilhão. Detentos estão preparando o jantar. Um deles, usando uma longa faca, corta legumes.

“Tive seis anos de treino, então só posso melhorar”, brinca ele.

O prisioneiro fala alto, porque a faca está presa a uma longa corrente presa à bancada em que trabalha.

“Eles não podem carregar a faca por aí”, explica Jan Roelof van der Spoel, vice-diretor da prisão de segurança máxima de Norgerhaven, no norte da Holanda, que tem capacidade para 243 detentos.

“Mas os detentos podem pegar emprestadas pequenas facas de cozinha. Para isso, precisam deixar conosco sua identificação para que possamos saber quem está com o que”.

Alguns dos homens em Norgerhaven cumprem sentenças por crimes violentos, então pode parecer algo perigoso deixá-los andar com facas pela prisão. Mas as aulas de culinária fazem parte das iniciativas de reabilitação dos detentos.

Na cozinha da prisão, a faca é presa a uma corrente (Foto: BBC)

Na cozinha da prisão, a faca é presa a uma corrente (Foto: BBC)

“Aqui na Holanda, nós olhamos para o indivíduo. Se alguém tem um problema com drogas, tratamos o vício. Se é agressivo, providenciamos gestão da raiva. Se tem dívidas, oferecemos consultoria de finanças. Tentamos remover o que realmente causou seu crime. É claro que o detento ou a detenta precisam querer mudar, mas nosso método tem sido bastante eficaz”, explica Van der Spoel.

O diretor acrescenta que alguns reincidentes normalmente recebem sentenças de dois anos e programas personalizados de reabilitação. Menos de 10% voltam à prisão. Em países como Reino Unido e EUA, por exemplo, cerca de 50% dos detentos cumprindo pequenas penas voltam a ser presos nos primeiros dois anos após a libertação (no Brasil, diversos estudos estimam que a taxa geral de reincidência é de 70%).

Norgerhaven fica na cidade de Veenhuizen, onde também está situada outra prisão de segurança máxima – Esserheem. Ambas contam com bastante espaço. O pátio é do tamanho de quatro campos de futebol e têm carvalhos, mesas de piquenique e redes vôlei.

Van der Spoel conta que o ar fresco reduz o estresse tanto para detentos quanto guardas. Detentos podem andar “a vontade por áreas comuns como biblioteca, departamento médico e cantina, e essa autonomia os ajuda na readaptação à vida em liberdade.

Norgerhaven tem espaço de sobra para evitar o confinamento excessivo de prisioneiros e guardas (Foto: BBC)

Norgerhaven tem espaço de sobra para evitar o confinamento excessivo de prisioneiros e guardas (Foto: BBC)

Não poderia ser uma situação mais diferente de 10 anos atrás, quando a Holanda tinha uma das maiores populações carcerárias da Europa. Hoje, a proporção é de 57 pessoas por cada 100 mil habitantes, comparada a 148 por 100 mil no Reino Unido e 193 no Brasil.

Mas os programas de reabilitação não são a única razão para o declínio de 43% no número de pessoas atrás das grades na Holanda – que era de 14.468 em 2005 e caiu para 8.245 em 2015.

O ano de 2005, por sinal, foi o auge da população carcerária e especialistas acreditam que o salto se deu ao aumento na segurança do principal aeroporto de Amsterdã e a consequente explosão na prisão de “mulas” carregando cocaína. Mas, como explica Pauline Schuyt, professora de direito criminal, a polícia mudou suas prioridades.

“Eles mudaram o foco das drogas para concentrar esforços no combate ao tráfico humano e ao terrorismo”, explica.

Juízes holandeses também vêm aplicando cada vez mais penas alternativas à prisão, como trabalhos comunitários, multas e monitoramento eletrônico.

A diretora do serviço penitenciário da Holanda, Angeline van Dijk, diz que o encarceramento tem se tornado algo mais aplicado para casos de criminosos de alta periculosidade ou para detentos em situação vulnerável, que podem se beneficiar dos programas disponíveis.

“Às vezes é melhor que pessoas fiquem em seus empregos e suas famílias, e que cumpram a pena de outra forma”, explica Van Dijk.

“Como temos penas mais curtas e uma taxa de criminalidade em queda, isso está levando a celas vazias”.

Oficialmente, crimes caíram 25% na Holanda desde 2008, mas há quem alegue que isso é resultado de maiores problemas em registrar queixas – um efeito colateral do fechamento de delegacias, como parte de pacotes de cortes de gastos públicos.

Ex-diretora de prisão e hoje porta-voz para assuntos de Justiça do partido de oposição Apelo Democrático Cristão, Madeleine Van Toorenburg diz que a escassez de prisioneiros está ligada a uma espécie de impunidade.

“A polícia está sobrecarregada e não consegue lidar com seu trabalho. A resposta do governo é fechar prisões”, critica.

E agentes penitenciários tampouco se dizem satisfeitos com o que chamam de instabilidade profissional. Frans Carbo, líder sindical, diz que agentes estão frustrados e que a presente situação desestimula a renovação da força de trabalho.

“Os jovens não querem trabalhar no sistema penitenciário porque não há mais futuro na profissão. Você nunca sabe quando sua prisão será fechada”.

As prisões desativadas são normalmente convertidas em centros de triagem para refugiados e oferecem uma oportunidade de trabalho para guardas que perderam o emprego. Mas uma unidade nas imediações de Amsterdã foi convertida em um hotel de luxo.

Outra solução encontrada pelo governo para lidar com celas ociosas foi alugar espaço para prisioneiros de países com problemas de lotação, como a vizinha Bélgica e a Noruega.

Norgerhaven, por exemplo, recebe prisioneiros noruegueses, a mesma nacionalidade do novo diretor da unidade Karl Hillesland. Mas os guardas são todos holandeses. O curioso é que o sistema penal norueguês é mais liberal que o holandês. Prisioneiros podem dar entrevistas e assistir aos DVDs que quiserem, porque o princípio básico é do da normalização – a vida na prisão deve ser o máximo possível parecida com a do mundo lá fora para ajudar a reintegração.

Prisões começaram a receber detentos "importados" (Foto: BBC)

Prisões começaram a receber detentos “importados” (Foto: BBC)

“Fazemos as coisas de maneiras diferentes. Aqui [na Holanda], tomamos ações disciplinares assim que um prisioneiro quebra as regras, ao passo que os noruegueses primeiro abrem inquérito e depois tomam providências. Esse estilo confundiu os guardas no começo”, diz Van der Spoel.

“Mas, no geral, compartilhamos os mesmos valores básicos sobre como administrar uma prisão”, diz Hillesland.

O diretor diz que alguns prisioneiros do sistema norueguês foram transferidos unilateralmente para a Holanda, mas que a maioria se voluntariou porque artigos como tabaco, por exemplo, são mais baratos na Holanda.

Mas a transferência criou problemas para parentes, que precisam custear do próprio bolso visitas à prisão – o que pode custar mais de R$ 2 mil em passagem aérea e acomodação. Por isso, Norgerhaven hoje contra com uma “sala de Skype”. Mas a maioria dos prisioneiros “importados” é composta de estrangeiros que já não viam suas famílias em pessoas quando estavam atrás das grades na Noruega.

O operário polonês Michael é um exemplo. Ele usa a internet para ver a esposa e os quatro filhos, algo que não tinha na Noruega – os parentes estão na Polônia.

“Minha mulher está ocupada com a tarefa de cuidar das crianças e o trabalho. Então optei por vir para esta prisão para que não apenas ouvisse a voz da minha família. É difícil [controlar a emoção] depois de falar com eles, mas é melhor que nada”, explica Michael.

Veenhuizen também esconde um passado sombrio e bem menos progressista que o do atual sistema penitenciário: um reformatório que ficou conhecido como a “Sibéria Holandesa” e que foi usado para a internação forçada de mendigos, órfãos e outros marginalizados no século 19. E que funcionou até os anos 70.

De acordo com demógrafos, pelo menos um milhão dos 17 milhões de holandeses hoje vivos descende de alguém “exilado” em Veenhuizen.

Notícias

Postado por Caio Hostilio em 12/nov/2016 - Sem Comentários

Missão Internacional: Wellington visita fábricas,  indústrias e parque tecnológico na China

333Após participar da Conferência Internacional das Cidades, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) segue cumprindo a extensa agenda da Missão Internacional China/Taiwan/EUA. Além de participar de palestras e discussões importantes, Wellington visitou algumas fábricas, indústrias e o parque tecnológico situados em Chongqing, na China, e conheceu de perto o modelo de desenvolvimento econômico que tem dado certo em uma das maiores potências mundiais. “O que observamos é um modelo pautado no desenvolvimento econômico e industrial. Numa cidade com mais de 9 milhões de habitantes e uma região metropolitana com mais de 34 milhões de pessoas. São projetos que buscam a inovação tecnológica, o avanço científico e, com isso, tem como consequência um desenvolvimento financeiro. São ideias que nos fazem ter a certeza de que é possível progredir tendo a geração de emprego e renda e o avanço como metas”, ressaltou Wellington. Agora, Wellington continua cumprindo a agenda internacional. Dessa vez, será em Hong Kong, para onde o parlamentar deve embarcar e, então, dar continuidade à programação da Missão na cidade de Taipei, capital de Taiwan e Nova York/EUA.

111222Júnior Verde homenageia agentes da Segurança Pública do Estado

sessa%cc%83o-solene-homenagem-seguranc%cc%a7a-publicaPresidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública e Privada, o deputado estadual Júnior Verde (PRB) homenageou nesta quinta (10), em Sessão Solene na Assembleia Legislativa, o delegado Marcos Affonso Júnior e o sargento do Corpo de Bombeiros, Jean Marry Santana. O delegado recebeu o Título de Cidadão Maranhense e o sargento Jean Marry foi condecorado com a Medalha de Honra ao Mérito Manoel Beckman. O sargento Luís Flávio Santos também recebeu a Medalha Manoel Beckman, proposta pelo deputado César Pires (PEN). A entrega do Título de Cidadão Maranhense ao delegado atendeu a uma solicitação feita pelo Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão ao deputado Júnior Verde, como forma de reconhecimento ao trabalho desenvolvido. “É uma emoção muito grande e difícil de descrever. Cheguei ao Maranhão há 18 anos e me identifiquei muito com o estado, com as pessoas daqui. Gosto muito daqui e criei raízes. Essa homenagem é como se fosse um novo nascimento”, declarou o Marcos Affonso. O delegado é paraense e radicado há 18 anos no Maranhão. Já exerceu o cargo de secretário de Segurança Pública, secretário de Justiça e Administração Penitenciária e também foi presidente da Associação dos Delegados. Já o sargento do Corpo de Bombeiros Jean Marry Santana foi idealizador da Brigada de Bombeiros Mirins do Maranhão. Fundada em 1º de maio de 1997, a brigada foi o primeiro projeto social de bombeiro mirim a ser criado no Maranhão. “É um orgulho muito grande e a certeza de que jamais devemos deixar de fazer o bem. Esta medalha não é só do Jean Marry, mas de todos os militares que dedicam sua vida para garantir a segurança da nossa sociedade”, completou o sargento. O deputado Júnior destacou a importância de se homenagear bons exemplos e reconhecer o trabalho daqueles que se dedicam a servir a população maranhense. “Hoje homenageamos grandes exemplos e nada mais justo do que eles receberem essa homenagem, até para que sirva de exemplo a todos aqueles que fazem o serviço público, que servem a sociedade, para que saibam que fazer o bem é buscar excelência naquilo que cada um faz no dia a dia”, assinalou.

Caso Sefaz: Documentos comprometem a lisura da denúncia e precisa ser levado ao CNMP

Postado por Caio Hostilio em 12/nov/2016 - Sem Comentários

Os documentos apresentados hoje (12) pelo jornal O Estado do Maranhão comprometem a lisura da denúncia “apresentada” contra a ex-governadora Roseana Sarney e outros pelo promotor Paulo Barbosa Ramos, haja vista que a peça saiu pronta da Secretaria de Transparência do governo Flávio Dino.

documentoIsso compromete por completo a independência do Ministério Público, visto que não é um órgão auxiliar do Executivo e sequer subordinado aos anseios políticos, que produz nos subterrâneos palacianos denuncias contra seus opositores.

documento1O judiciário, por sua vez, caso quisesse buscar a justiça de fato, devolveria a referida denúncia ao Ministério Público, para que justificasse toda essa tramóia, como bem disse o deputado Hildo Rocha (clique aqui).

Os documentos deixam claro que houve o recebimento de denúncia, pois o secretário da transparência do governo Flávio Dino, Rodrigo Lago, encaminhou no dia 16 de setembro os documentos de uma auditoria da sua pasta. No dia 23 do mesmo mês, o secretário encaminhou o restante da documentação e dos relatórios, todos usados pelo promotor na montagem de sua peça, apresentada no dia 31 de outubro.

Seria essa a força-tarefa tão alardeada pelo Procurador Geral de Justiça?

Que o CNMP tome as providências cabíveis…

Médicos se recusam a prestar serviço em Bom Jardim, enquanto há a denúncia de propina para receber

Postado por Caio Hostilio em 11/nov/2016 - 29 Comentários

É preciso que o Ministério Público investigue esses fatos, haja vista que é a população que sofrerá com essas gestões desastrosas em Bom Jardim. Absurdo tudo isso!!! Fiquem abaixo com as denúncias:

conversaATENÇÃO!!!
ESTAMOS PEDINDO A COLABORAÇÃO DE TODOS OS COLEGAS PARA NÃO ACEITAREM PLANTÃO EM BOM JARDIM. Todos os médicos que trabalhavam lá estão sem receber, e  valores altíssimos.

Obs: o atual gestor disse que só vão receber quem tem contrato, ou seja, nenhum médico irá receber… Mesmo ele sabendo que os médicos trabalharam.

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Boa tarde

Prefeitura de Bom Jardim das prefeitas afastadas  Lidiane Leite ( prefeita ostentação) e Marinete Gralhada e sob gestão do vice-presidente da Câmara está cobrando propina para pagar as dividas e salários atrasados de médicos e fornecedores do município.

Wellington é destaque no encerramento de Conferência na China

Postado por Caio Hostilio em 11/nov/2016 - Sem Comentários

3Dando continuidade à programação da Missão Internacional no continente asiático, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) foi destaque ao se apresentar com a bandeira do Brasil, nesta sexta-feira (11), durante o encerramento da Conferência Internacional das Cidades Irmãs da China, que ocorreu em Chongqing.

“Foi muito proveitoso e importante ter participado desse momento de discussões sobre temas tão relevantes como a inovação tecnológica e o avanço das cidades, sobretudo em um país como a China, que possui um desenvolvimento no contexto econômico, industrial e financeiro. É com responsabilidade que represento o povo do meu estado como parlamentar e ao levantar a bandeira do meu país, nesse evento internacional, meu coração se enche orgulho e alegria. Nosso objetivo, também, é continuar participando dessas discussões e, então, levar para o Maranhão ideias que nos permitam contribuir para o crescimento e progresso do nosso estado”, afirmou Wellington.

2Na ocasião, a delegação do Brasil se apresentou e a presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE), deputada Ana Cunha (PSDB-PA), aproveitou para enfatizar a relevância da representatividade do Brasil em um evento como esse momento em que parabenizou os outros nove deputados brasileiros ali presentes que representaram a UNALE e o Brasil nessa missão internacional.

1Após os 03 dias da Conferência em Chongqing – China, que reuniu mais de 60 países, a missão internacional prossegue até o dia 21 e ainda fará visitas técnicas a fábricas e indústrias na China. E atividades darão prosseguimento em Taiwan e EUA, tendo Wellington como representante do Maranhão em todos os eventos.

Deputado Júnior Marreca participa da COP22, no Marrocos

Postado por Caio Hostilio em 11/nov/2016 - Sem Comentários

2016-11-08-photo-00001512Como vice-presidente do Partido Ecológico Nacional (PEN), o deputado federal Júnior Marreca está participando, em Marrakesh, em Marrocos, do evento COP22, que é uma conferência das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre o clima.

O vento reúne mais de 15 mil pessoas, de todos os países do mundo, entre políticos, cientistas, ONGs e empresas para definir as regras de aplicação do Acordo sobre o Clima, que tem o objetivo de frear o aquecimento global. A conferência vai até o dia 18 de novembro.

O parlamentar conversou, no stand do Brasil em Marrakesh, com o secretário de Meio Ambiente do estado de Goiás, Vilmar Rocha, sobre os temas desse encontro mundial do clima que atingem diretamente o Brasil e o Maranhão, principalmente com relação à agricultura e a energia renovável.

Estão previstos dois eventos relevantes para o Brasil: um sobre a energia solar, uma energia renovável, limpa, que está pouco desenvolvida no país e que pode ser utilizada também na agricultura, e outro a respeito do etanol, a bioenergia, que também tem grande relevância para o Maranhão.

O secretário destacou a importância da participação e do interesse do deputado Júnior Marreca neste evento, por se tratar de uma agenda universal, que atinge também o estado maranhense.

Na ocasião, Júnior Marreca ressaltou que está na COP22 não apenas como deputado federal, mas também como vice-presidente do Partido Ecológico Nacional (PEN), que se preocupa com as questões ambientais e levanta a bandeira do desenvolvimento sustentável.

Peça acusatória contra Roseana foi construída por Flavio Dino, acusa Hildo Rocha

Postado por Caio Hostilio em 11/nov/2016 - Sem Comentários

hildoO deputado Hildo Rocha fez contundente pronunciamento na tribuna da Câmara Federal em defesa de Roseana Sarney, acusada pelo promotor Paulo Ramos de ter causado prejuízos ao erário público. Segundo Rocha, tudo não passa de uma tramoia armada pelo governador Flávio Dino com o objetivo de prejudicar a ex-governadora Roseana Sarney.

“O ministério público é uma das instituições mais respeitadas do nosso país. Entretanto, todas as instituições são formadas por pessoas que são, obviamente, falíveis, erram ou são usadas. Mas, esse caso não foi apenas de um erro. Foi uma tramoia construída pelo governador do Maranhão para perseguir a ex-governadora Roseana Sarney”, afirmou Rocha.

A origem do caso

O deputado explicou que há 30 anos o governo do Maranhão contraiu empréstimo junto ao Banco do Estado de São Paulo (Banespa) para adquirir maquinas rodoviárias. Como o empréstimo não foi pago, o Banespa decidiu recorrer à justiça. O Banespa ganhou a questão em todas as instancias do judiciário que a transformou em precatório (ordem judicial determinando o pagamento da dívida).

“Para não quebrar o fluxo de caixa, com o pagamento de quase R$ 200 milhões, de uma só vez, o governo do Maranhão pediu para parcelar o débito. A proposta foi aceita pelo credor desde que fosse trocada por créditos tributários para encontro de contas por compensação tributária. O acordo foi vantajoso para o Estado”, explicou Rocha.

“O governo parcelou o débito que seria pago só de uma vez; ficou isento de pagar juros de mora e a correção monetária. Portanto, não houve prejuízo ao erário, não há nenhuma improbidade administrativa,” esclareceu o deputado.

Acusação

Segundo Hildo Rocha, o promotor diz que os acusados contavam com o decisivo beneplácito de Roseana Sarney Murad em virtude de ter autorizado ‘acordo judiciais’ baseados em pareceres manifestamente ilegal dos procuradores-gerais do Estado. “Ora, se ele (o promotor) diz que a governadora autorizou acordos judiciais esses acordos ocorreram no âmbito do judiciário e com o conhecimento e aprovação do próprio Ministério Público” argumentou Hildo Rocha.

Provas inconsistentes

O deputado foi taxativo ao dizer que as provas contra a Roseana Sarney são vazias. “Tudo não passa de uma invenção diabólica no intuito de incriminar a ex-governadora. O promotor não constituiu nenhuma prova que não tenham sido aquelas construídas por Flávio Dino, nos porões do palácio dos Leões”, destacou Rocha.

Factoide

De acordo com o parlamentar, não é correto afirmar que a ex-governadora Roseana Sarney tenha autorizado acordos judiciais e na denúncia não constar nenhum membro do judiciário e do Ministério Público. “Por que não constam nomes do judiciário e do ministério publico na ação do promotor? Porque não houve prejuízos ao Poder Público; não houve crime; não houve ilegalidade nas compensações tributarias. A acusação é apenas um factoide criado por Flávio Dino que usou um membro do Ministério Público para legitimar o seu ato de perseguição”, afirmou Rocha.

Defesa do Ministério Público

O deputado lembrou que é um dos parlamentares que mais tem lutado pelo fortalecimento do Ministério Público. “O Ministério Público é fundamental para a vida em sociedade. Por isso, luto pelas prerrogativas do órgão. A essa importante instituição cabe à exigência do cumprimento das nossas leis. A partir da Constituição Federal de 1988, o Ministério Público vem transformou-se num instrumento de fortalecimento da democracia e do respeito aos direitos fundamentais dos cidadãos. Mas, infelizmente, um membro dessa valorosa instituição foi usado pelo governador. Flavio Dino costuma usar as pessoas e depois descartá-las, quando não precisa mais deles”, declarou.

Estudantes de Barra do Corda desafiam Flávio Dino a provar que reconstruiu escola de ensino médio…

Postado por Caio Hostilio em 11/nov/2016 - 1 Comentário

Para os estudantes de Barra do Corda, o governador Flávio Dino está mentindo quando disse que reconstruiu a escola Dom Marcelino, pois só houve a troca das cores da unidade e não reconstrução. Os alunos dizem, ainda, que a unidade escolar Aurora Falcão está completamente destruída e que sequer foi pintada com as cores do governo Flávio Dino. Os estudantes estão gozando com a postagem: “E o Dom Marcelino reconstruído pelo Governador Flávio Dino a coisa mais linda?”

img-20161110-wa0013Bom dia Caio

Olha só essa mentira de Flávio Dino! Flávio Dino disse que reconstruiu a escola Dom Marcelino de Barra do Corda. Uma grande mentira.

E o Dom Marcelino reconstruído pelo Governador Flávio Dino a coisa mais linda? Mentirosooooooooooooooo… Posta ai governador que a escola Aurora Falcão também tá a coisa mais linda, pega uma foto no google bobo! Kkkkkkkkkkkkkkk Comunista burro da @&$&@. Repercussão  está grande em Barra do Corda. Observação: o ensino médio dos anexos dos interiores de Barra do Corda  estão 8 meses  sem aula.

Contatos

hostiliocaio@hotmail.com

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