Orleans avança no Sul e consolida liderança em todo o Maranhão

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

O secretário de Assuntos Municipalistas e pré-candidato ao governo do Estado, Orleans Brandão, iniciou a semana reforçando sua presença no Sul do Maranhão com uma intensa agenda de entregas e anúncios de obras em municípios estratégicos da região. Por onde passou, o cenário foi de forte adesão popular e demonstrações claras de apoio político.

Em cidades como Balsas e Loreto, Orleans reuniu prefeitos, lideranças e moradores, consolidando uma base que cresce de forma consistente no interior do estado. A presença de gestores municipais de diversas cidades da região evidencia o alinhamento político que vem sendo construído em torno do seu nome, impulsionado por uma atuação marcada pelo diálogo e pela parceria com os municípios.

O reconhecimento da população também tem acompanhado esse movimento. Ao longo das agendas, Orleans foi constantemente abordado por moradores, que expressaram apoio espontâneo à sua pré-candidatura, reflexo de uma presença ativa nos municípios e de um trabalho que tem chegado na ponta, com entregas concretas e ações que impactam diretamente a vida das pessoas.

Esse crescimento político já começa a se refletir nas pesquisas eleitorais mais recentes, nas quais Orleans aparece em posição de liderança. O avanço em todas as regiões do estado reforça a consolidação de um projeto que ganha corpo a partir do interior, com forte capilaridade e apoio de lideranças locais.

Com uma agenda intensa e presença constante nos municípios, Orleans demonstra disposição e preparo para o desafio eleitoral que se aproxima. Sua atuação à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas tem fortalecido a relação com as cidades e consolidado um modelo de gestão que valoriza o municipalismo e trata os prefeitos como parceiros estratégicos no desenvolvimento do Maranhão.

  Publicado em: Política

O dinheiro saiu de onde??? PM ligado a vice-governador do MA movimentou R$ 9,6 milhões, diz MP

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

Levantamentos do Coaf identificaram que o tenente-coronel declarava renda de R$ 21 mil, mas teria movimentado quase R$ 10 milhões em um ano

Ao pedir o afastamento cautelar do vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT) (foto em destaque), no âmbito da investigação que apura movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada e o uso de terceiros para a circulação de recursos, o Ministério Público do estado revelou que policiais militares lotados no Gabinete Militar do governo também estariam envolvidos no suposto esquema criminoso.

No período analisado, ele teria movimentado cerca de R$ 4,8 milhões em créditos e R$ 4,7 milhões em débitos. Os valores registrados, segundo o MP, estão em desacordo com a renda mensal do tenente-coronel, uma vez que a remuneração declarada é de quase R$ 21 mil, que representa apenas 7,1% do total de valores que ingressaram em suas contas durante esse período.

Para o Ministério Público, a gravidade do fato não está apenas no expressivo montante movimentado, mas, sobretudo, na constatação de que os valores recebidos não permaneciam concentrados na esfera patrimonial do policial, sendo rapidamente pulverizados e direcionados a terceiros.

As fraudes

Ainda conforme os autos acessados pela coluna, parte dos valores movimentados pelo policial teria sido rapidamente transferida, inclusive, a pessoas ligadas ao núcleo familiar e político do vice-governador Camarão.

Nesse contexto, mais de R$ 1 milhão teria sido depositado em espécie de forma fragmentada, com o objetivo de evitar alertas automáticos das autoridades responsáveis pela fiscalização de movimentações suspeitas.

A apuração integra um procedimento investigatório criminal que também resultou em pedido de afastamento cautelar de agentes públicos, sob o argumento de que a permanência nos cargos poderia comprometer a coleta de provas e a continuidade das investigações.

O nome do vice-governador Camarão e o de Thiago Brasil Arruda constam na lista de agentes cujo afastamento das funções foi solicitado em caráter emergencial.

“Perseguição”

Após o pedido do MPMA, o vice-governador afirmou ser alvo de uma “campanha jurídico-midiática” pelo governo do Maranhão.

“Tomei conhecimento, exclusivamente pela mídia, sobre acusações movidas pelo chefe do Ministério Público do Estado do Maranhão contra mim. Trata-se de uma peça criada para beneficiar as intenções eleitorais do senhor governador Carlos Brandão, que, de forma irresponsável, manipula as instituições do estado do Maranhão para atingir seus adversários”, alegou Camarão, em nota.

A atuação do vice

Dados reunidos pelo Ministério Público indicam que o vice-governador recebeu R$ 1,72 milhão em créditos salariais no período analisado, além de R$ 4,64 milhões em créditos de outras origens. Também foram registrados 230 depósitos sem identificação de origem e R$ 360 mil em valores fracionados.

O relatório indica que a conta principal do vice-governador registrou mais de R$ 6,3 milhões em saídas financeiras, abrangendo despesas com cartão de crédito, gastos imobiliários e repasses a terceiros.

O vice-governador nega qualquer irregularidade, afirma que os recursos citados têm origem lícita e que foram devidamente declarados, inclusive à Receita Federal.

Por Metrópoles 

  Publicado em: Política

Tinha dúvida? Os caras estão enrolados!!! Por 8 a 2, STF derruba liminar de Mendonça e barra prorrogação da CPMI do INSS

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

STF forma maioria para derrubar decisão de Mendonça sobre prorrogação da CPMI do INSS

Supremo Tribunal Federal formou maioria e decidiu derrubar a decisão do ministro André Mendonça que autorizava a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Com isso, as investigações serão encerradas no prazo já previsto, em 28 de março, quando também deverá ser apresentado o relatório final.

A votação no plenário da Corte terminou com placar de 8 votos a 2 contra a ampliação do prazo. A maioria foi formada pelos ministros Flávio DinoAlexandre de MoraesCristiano ZaninNunes MarquesDias ToffoliCármen LúciaGilmar Mendes e Edson Fachin. Ficaram vencidos o relator do caso, André Mendonça, e o ministro Luiz Fux, que defendiam a continuidade das investigações por mais 60 dias.

Ao apresentar seu voto, Mendonça demonstrou preocupação com o encerramento da comissão e questionou as consequências da decisão. “O que vai acontecer se não prorrogarmos essa CPI do INSS?”, indagou. Em seguida, acrescentou: “Um caso que envolve roubo de bilhões de reais dos mais vulneráveis da nossa sociedade, órfãos com suas mães; avós que cuidam dos seus filhos e dos seus netos não vão ter a resposta, ao menos do Congresso Nacional”.

Relator do processo, o ministro defendeu que a CPMI deveria ter mais tempo para aprofundar a análise do material coletado. Segundo ele, o encerramento poderia comprometer a apuração de um esquema que atinge diretamente beneficiários do INSS, considerados entre os mais vulneráveis do país.

Apesar dos argumentos, prevaleceu o entendimento de que não há base constitucional para a prorrogação automática de comissões parlamentares de inquérito. O primeiro a abrir divergência foi Flávio Dino, que destacou que a decisão sobre a extensão do prazo é uma atribuição interna do Congresso Nacional, não cabendo intervenção do Judiciário.

Durante o julgamento, o clima no plenário foi marcado por momentos de tensão. Os ministros Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes fizeram duras críticas à atuação da CPMI, especialmente em relação a vazamentos de informações sigilosas. Ambos chegaram a classificar práticas associadas à comissão como “criminosas”, o que intensificou o debate entre os integrantes da Corte.

Gilmar Mendes reforçou que, embora a CPMI possa solicitar a prorrogação, a decisão deve seguir os trâmites internos do Legislativo. “Pode a CPMI pedir a prorrogação? Claro! Mas isso será uma questão interna do Congresso Nacional. Não cabe ao Supremo”, afirmou.

A ação que levou o caso ao STF foi apresentada pelo senador Carlos Viana, presidente da comissão, pelo deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI, e pelo deputado Marcel Van Hattem. Eles alegaram omissão da Mesa Diretora do Congresso Nacional, presidida pelo senador Davi Alcolumbre, por não ter dado andamento ao pedido de prorrogação.

Segundo os parlamentares, o requerimento havia sido protocolado ainda em dezembro de 2025, com o apoio de 175 deputados e 29 senadores, atendendo às exigências constitucionais e regimentais. No entanto, de acordo com o grupo, o documento não foi lido oficialmente, o que teria impedido a extensão dos trabalhos.

Entre as justificativas apresentadas para a prorrogação, os congressistas destacaram o grande volume de informações ainda pendentes de análise. A CPMI reuniu milhares de dados provenientes de quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de pessoas físicas e jurídicas investigadas.

Um dos casos citados envolve o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, cujo material apreendido ultrapassa 400 gigabytes de informações, segundo os integrantes da comissão.

Mesmo diante desses argumentos, a maioria do STF consolidou o entendimento de que a extensão automática do prazo da CPMI não encontra respaldo na Constituição. A decisão reforça os limites entre os poderes e estabelece que eventuais prorrogações devem seguir exclusivamente os procedimentos internos do Congresso Nacional.

  Publicado em: Política

Ferrou-se!!! Deputado faz barraco com garota de programa em área nobre de Brasília. Veja vídeo

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

Durante a negociação, houve divergência sobre o valor cobrado. A mulher teria pedido R$ 1 mil, enquanto o deputado se recusava a pagar

O deputado federal Luciano Alves (PSD-PR) se envolveu em uma confusão com uma garota de programa na noite dessa quarta-feira (25/3), no Lago Sul, área nobre de Brasília. O caso ocorreu por volta das 23h30 e mobilizou a Polícia Militar do Distrito Federal.

Segundo relato de uma testemunha ouvida pela coluna, o parlamentar estava em um restaurante quando abordou a mulher e, em seguida, entrou no carro dela para negociar o programa.

Durante a negociação, houve divergência sobre o valor cobrado. A mulher teria pedido R$ 1 mil, enquanto o deputado se recusava a pagar e afirmava outro valor.

A discussão rapidamente escalou. Em meio ao bate-boca, o parlamentar reagiu com agressividade: “Vai se foder, R$ 3 mil?”. A mulher respondeu: “Moço, a mulher que fica com você fica pelo dinheiro”.

O parlamentar, então, fez novas ofensas: “R$ 3 mil por essa mulher? Essa baranga?”. A vítima rebateu: “Velho, vai arrumar os dentes” e, em seguida, alertou: “Se triscar em mim, o bagulho vai ficar louco”.

De acordo com a testemunha, o deputado teria dado tapas na mulher durante a confusão.

A assessora dele também se envolveu na briga. Segundo relatos, ela jogou um copo de cerveja na vítima e passou a ofendê-la.

Ainda durante o desentendimento, o deputado teria afirmado: “Eu não posso bater em mulher, mas é mulher com mulher aí”. Por fim, a assessora disse: “Luciano, você vai perder tempo com puta? De buceta laceada?”.

Procurada pela coluna, a PMDF afirmou que a vítima relatou que, durante um jantar, o parlamentar, que estava em uma mesa próxima, proferiu ofensas e xingamentos direcionados a ela e seus acompanhantes, sendo que testemunhas e funcionários do local confirmaram a existência do atrito verbal e o teor das ofensas.

Após a mulher demonstrar interesse em representar criminalmente pelo crime de injúria, as equipes policiais realizaram a condução de todos os envolvidos à 5ª Delegacia de Polícia (Área Central).

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

PSB se consolida como principal força de oposição na Assembleia Legislativa

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

A direção estadual do PSB segue avançando na estratégia de fortalecer suas bases no Maranhão, com novas filiações que ampliam o peso e o consolidam hoje como o maior partido de oposição no estado.

Na quarta-feira (25), a presidente estadual da sigla, senadora Ana Paula Lobato, e o presidente nacional do partido, João Campos, abonaram a ficha de novos integrantes, entre eles o deputado estadual Ricardo Rios, que deixou o PCdoB, e o ex-vereador de São Luís e suplente de deputado federal, Fábio Câmara, que também já disputou a prefeitura de São Luís . Também passou a integrar os quadros do PSB o vereador de Balsas, Grayson.

A movimentação reforça também o crescimento da legenda na Assembleia Legislativa do Maranhão. Com a chegada de Ricardo Rios, o PSB passa a contar com quatro deputados estaduais: Othelino Neto, Carlos Lula, Leandro Bello e o novo filiado. Nos bastidores, a expectativa é de que outros parlamentares, como Rodrigo Lago e Júlio Mendonça, filiem-se ao partido até o dia 04 de abril, prazo final da janela partidária, formando uma das maiores bancadas da Casa.

Mais do que o fortalecimento imediato na Assembleia, o movimento do PSB tem um objetivo estratégico: preparar o partido para a disputa eleitoral que se aproxima. As direções estadual e nacional da legenda atuam para ampliar o número de filiados, atrair novas lideranças e estruturar uma nominata competitiva, especialmente para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa do Maranhão.

Segundo os dirigentes, a estratégia inclui o fortalecimento de pré-candidaturas, a ampliação da base política e a construção de chapas fortes, capazes de garantir maior representatividade ao partido tanto no Congresso Nacional quanto no Legislativo estadual.

Sob o comando de Ana Paula Lobato no Maranhão, o PSB se organiza para chegar mais forte à disputa eleitoral, consolidando-se como uma das principais forças políticas do Maranhão no novo ciclo que se aproxima.

  Publicado em: Política

Afinal, quais argumentos Moraes teria para afastar Brandão desafeto de Dino?

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

O ministro Alexandre de Moraes pode até afastar um desafeto do colega de Corte, Flávio Dino, do governo do Maranhão. Mas quais seriam os argumentos para que essa decisão fosse tomada?

Eis a questão!!! O governo Carlos Brandão foi acusado por aliados de Dino de ter descumprindo decisões de Moraes em casos de nepotismo.

Carlos Brandão, por sua vez, apontou com documentos que cumpriu a decisão de Mores, conforme o Diário Oficial.

O que se observa é que às vésperas do prazo final para desincompatibilização de autoridades que vão concorrer nas eleições deste ano, Brandão e o grupo ligado a Dino travam uma batalha política e jurídica no Maranhão.

Sendo que o grupo ligado a Dino espera com muita ansiedade uma decisão de Moraes a seu favor, pois assim tomaria o governo de um modo nada republicano.

Sabe-se, ainda, que existe jogo de defesa entre os ministros do STF e que se alinham com os anseios uns dos outros.

Uma coisa é certa, caso aconteça esse afastamento, será o modus operandi mais esdrúxulo já visto na história do Brasil.

  Publicado em: Política

Caxias: Distribuição de peixe e cestas básicas iniciam com Gentil Neto “in loco”…

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

Atendendo as necessidades dos caxienses, a Prefeitura de Caxias deu início a distribuição dos peixes e das cestas básicas, atendendo a Semana Santa.

Uma das prerrogativas do prefeito Gentil Neto é o de garantir o alimento dos caxienses, principalmente dos que mais precisam.

Mas uma vez Caxias mostra como se deve honrar com os compromissos da coisa pública.

“Já iniciamos a entrega dos peixes e das cestas básicas nos povoados Caxirimbu e Buenos Aires, garantindo alimento na mesa e mais dignidade para o nosso povo. É um gesto de cuidado, respeito e compromisso com os caxienses. E este ano, ampliamos a ação: mais povoados serão beneficiados, levando esse gesto de amor a ainda mais famílias. Seguimos trabalhando por quem mais precisa!”, garantiu Gentil Neto.

  Publicado em: Política

Os gulosos já a conhecia??? “Rainha do gozo farto” usava disfarces e aterrorizava homens casados

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

Ela foi condenada a mais de 24 anos de prisão e, após a captura, foi encaminhada ao sistema prisional, onde cumprirá a pena

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu, nessa terça-feira (25/3), a pessoa que se apresentava nas redes sociais como “Rainha do gozo farto”, condenada a mais de 24 anos de prisão por roubo majorado e extorsão qualificada.

Identificada oficialmente como Iago de Souza Pilar, a suspeita foi localizada em Realengo, na zona oeste do Rio, após ficar foragida desde abril do ano passado.

Segundo as investigações, a condenada atuava em diferentes cidades, utilizando codinomes e perfis distintos para dificultar a identificação.

A estratégia permitia abordar novas vítimas sem levantar suspeitas, mantendo o mesmo padrão de atuação.

Encontros que viravam crimes

De acordo com a polícia, os contatos eram feitos por sites e aplicativos de relacionamento. Após marcar encontros, a suspeita ameaçava as vítimas com faca e exigia dinheiro, bens e transferências.

O esquema não terminava com o roubo. As investigações apontam que a suspeita registrava conversas e negociações feitas previamente com as vítimas.

A maioria das vítimas, segundo a polícia, eram homens, muitos em relacionamentos, o que aumentava a pressão e o medo de exposição.

Ela foi condenada a mais de 24 anos de prisão e, após a captura, foi encaminhada ao sistema prisional, onde cumprirá a pena.

Metrópoles

  Publicado em: Política

Um país de corruptos!!! AtlasIntel: Corrupção lidera ranking das preocupações do país, com 59,9%, alta de 5,6 pontos

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

A corrupção encabeça a lista das principais preocupações do País, com 59,9%, uma alta de 5,6 pontos porcentuais ante fevereiro, de acordo com pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 26.

Segundo o estudo, a reta final da CPI do INSS atua como maior vetor de exposição da corrupção nas instituições. “Pode ajudar a explicar a dominância do tema na agenda pública”, afirma o relatório do levantamento.

A preocupação dos brasileiros com a corrupção deve ser um tema relevante na campanha dos candidatos às eleições gerais, que ocorrem em outubro deste ano.

Criminalidade e tráfico (53% ante 53,3%) continuam como preocupações importantes, apresentando grande intervalo acima de economia e inflação (24,9%, aumento de 5,7 pontos). Em seguida no ranking, vem a situação da saúde, com 18,6%, a violência contra a mulher e o feminicídio, com 14,9%, e o extremismo e a polarização política, com 13,1%.
As menores preocupações são referentes a estradas, portos e aeroportos (0,7%), mudança dos valores tradicionais (1,1%) e violência policial (3%).

O instituto ouviu 5.028 pessoas de 18 a 23 de março. A metodologia foi recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Por Estadão

  Publicado em: Política

Para debaixo do tapete!!!! Acuados pelo caso Master, STF e Congresso se unem para implodir CPIs

Publicado em   26/mar/2026
por  Caio Hostilio

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a analisar hoje a liminar do ministro André Mendonça que autoriza a prorrogação da CPI do INSS. Pelo prazo original, ela deveria terminar no sábado, dia 28, mas seus integrantes aprovaram a extensão dos trabalhos. Pela regra do Congresso, deveria ser suficiente para ela durar um pouco mais. Só que, para ter efeito, o requerimento tem de ser lido por Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente do Senado Federal, numa sessão conjunta do Congresso. Sem esse rito, a CPI acaba. Em sua decisão, Mendonça deu 48 horas para Alcolumbre ler o tal requerimento e deixar a comissão prosseguir. Ele ignorou solenemente.

Apesar de o escândalo das aposentadorias já ter produzido diversas vítimas em Brasília e atingido até a Presidência da República, ao expor as relações de Lulinha com o esquema, a razão por que esse julgamento vem mobilizando o sistema político não é propriamente o INSS, e sim o caso do Banco Master.

Se a CPI do INSS acabar agora, os parlamentares não poderão mais consultar os arquivos do celular de Daniel Vorcaro — como as mensagens que ele escreveu no bloco de notas a um destinatário ainda desconhecido, perguntando se era próximo do juiz que decretou sua primeira prisão. Os documentos foram enviados para a Polícia Federal excluir fotos e vídeos íntimos, mas, se a CPI for prorrogada, pelo menos parte terá de ser devolvida.

Além disso, se for obrigado a realizar uma sessão conjunta do Congresso, Alcolumbre terá de ler um dos pedidos para a instalação da CPI do Master que obtiveram o mínimo de assinaturas e esperam na fila há pelo menos quatro meses. A regra expressa no regimento é tão clara que nem o ousado Alcolumbre conseguiu achar uma forma digna de driblá-la.

Restou a alternativa indigna: marcar apenas sessões semipresenciais para não ter de reunir o Congresso. Por causa do Master, o Senado já está na terceira semana sem sessão presencial. Nos bastidores, Alcolumbre faz piada e diz que, se pudesse, decretava recesso branco até depois das eleições de outubro.

As razões por que ele quer evitar a CPI do Master são as mesmas de alguns ministros do Supremo, além de boa parte do Centrão e de nacos do petismo e do bolsonarismo: bloquear mais uma frente de investigações sobre a natureza e a extensão de suas relações com o ecossistema de Vorcaro. Como nunca admitirão isso em público, esses atores vêm repetindo que CPIs não servem para nada além de dar palco a ações espetaculosas.

Como todo fórum político, as comissões muitas vezes servem de palanque, mas isso não é novo nem invalida sua utilidade como instrumento de fiscalização pelos representantes do povo. Tal aspecto tampouco impediu o Supremo de confirmar, por 10 votos a 1, a liminar de Luís Roberto Barroso mandando Rodrigo Pacheco instalar a CPI da Covid em 2021.

Também prorrogada, ela foi uma das mais midiáticas dos últimos tempos e garantiu a reeleição de muito senador. Mas trouxe à luz todo o esforço de Jair Bolsonaro para impedir que os brasileiros tivessem acesso à vacina, sem contar as falcatruas com compras de insumos no Ministério da Saúde.

O mesmo se pode dizer sobre a CPI do Orçamento, que apresentou ao Brasil as fraudes com emendas, sobre a do PC Farias, que levou ao impeachment de Fernando Collor, sobre a dos Correios, que desvendou o mensalão, ou sobre a do petrolão, que, entre outras coisas, revelou ao país a fortuna de US$ 100 milhões acumulada em propinas por um gerente da Petrobras. Serviram de palanque, mas ninguém dirá que foram inúteis.

No entanto, desde que a CPI do INSS e a CPI do Crime Organizado começaram a avançar sobre o Master, são recorrentes as tentativas de esvaziá-las. Na CPMI do INSS, Flávio Dino derrubou a quebra de sigilo em bloco que atingiu o filho de Lula, contrariando decisões do STF que validaram o mesmo expediente na CPI da Covid e na do 8 de Janeiro.

Na do Crime Organizado, já são nove os recursos contra decisões como a de Gilmar Mendes que ressuscitou um processo arquivado para impedir a quebra do sigilo da empresa da família de Dias Toffoli, que recebeu R$ 35 milhões do grupo de Vorcaro.

Mesmo sepultando a CPI do INSS, desfecho mais provável, o Supremo logo será chamado a decidir sobre a CPI do Master. Nos últimos 20 anos, a Corte vem ordenando a imediata instalação de todas as comissões que atendam ao regimento. Será triste — mas não surpreendente — se, em nome da própria blindagem, ministros que fazem tanta questão de se vender à sociedade como salvadores da democracia se dispuserem a sufocar um instrumento fundamental para o equilíbrio de forças no jogo democrático.

  Publicado em: Política

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